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Ducati Multistrada 950

2 versões vendidas no Brasil de 2017 a 2021. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Multistrada 950

Lojas e oficinas para a Ducati Multistrada 950

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Peças e calibragem da Multistrada 950

Cada página junta todas as versões e anos da Multistrada 950 numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Multistrada 950 S2020–2021 12V 10Ah (selada) 170/60ZR17 72W
Multistrada 9502017–2019 12V 10Ah (selada) 170/60ZR17 72W

Ducati Multistrada 950: o que o catálogo mostra

O catálogo reúne 2 versões da Ducati Multistrada 950, vendidas de 2017 a 2021. Todas têm 937 cc, no estilo big trail.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Multistrada 950 (2019, R$ 53.749) e a mais cara, a Multistrada 950 S (2021, R$ 65.851).

Gerações da Multistrada 950: o que mudou e quando

Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Multistrada 950 evoluiu e o que mudou em cada fase.

Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.

As versões da Multistrada 950 lado a lado: como decidir

Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Multistrada 950 vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.

  • Farol de LED ou halógeno. Farol de LED ilumina com luz mais branca, alcança mais longe em muitos casos, gasta menos energia e costuma durar a vida da moto. O halógeno tem luz mais amarelada e lâmpada que queima de vez em quando, mas a troca é barata e se resolve em qualquer loja. Se você roda à noite com frequência, principalmente em estrada sem iluminação, o LED faz diferença. Para quem anda pouco de noite, o halógeno atende e custa menos para consertar. Na Multistrada 950: Farol LED: Multistrada 950 S; Farol halógeno: Multistrada 950.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Comece pelo seu uso. A versão certa da Multistrada 950 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.

A Multistrada 950 a longo prazo

Uma big trail tem vida útil longa, mas o custo de manter acompanha o porte. Pneus, pastilhas, kit de transmissão e revisões custam mais que numa moto média, e parte do serviço pede oficina com ferramenta de diagnóstico ou concessionária. Peças de motor e eletrônica nem sempre estão na prateleira e às vezes precisam ser encomendadas. O seguro tem valor alto, proporcional ao preço da moto, e o risco de roubo existe, inclusive de acessórios. Na revenda, a Multistrada 950 com histórico completo e revisões no prazo vende bem; sem esse histórico, o desconto costuma ser grande. Acessórios de viagem bem instalados também ajudam, desde que a parte elétrica esteja em ordem.

Comprar a Multistrada 950 zero ou usada

Entre a Multistrada 950 nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.

  • Revisões para manter a garantia. A garantia vem com uma condição: seguir o plano de revisões do manual, no prazo e no lugar indicados. Revisão atrasada ou feita fora da rede autorizada pode ser motivo para negar um reparo. Antes de comprar, pergunte na concessionária quanto custa cada revisão do período de garantia e inclua esse valor ao orçamento.
  • Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
  • Motos de frota e de entrega. Uma Multistrada 950 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.
  • O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
  • Garantia de fábrica. Comprar zero significa ter a fábrica respondendo por defeitos de montagem e de peças durante um tempo. Esse prazo e o que ele cobre mudam de marca para marca e estão descritos no manual de garantia. Itens de desgaste natural, como pneus, pastilhas e lâmpadas, costumam ficar de fora. Saber disso desde o início evita frustração no primeiro problema.
  • Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Multistrada 950 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Motos de leilão. Leilão é terreno para quem sabe o que está fazendo. A moto é vendida no estado em que se encontra, muitas vezes sem teste, e pode ter passado por batida, enchente ou longos períodos parada. Além do lance, há a comissão do leiloeiro e o custo para colocar a moto em ordem. Na hora de segurar e de revender, o histórico de leilão costuma pesar contra.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da Multistrada 950?

No catálogo são 2: Multistrada 950 S, Multistrada 950.

Qual a Multistrada 950 mais barata?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Multistrada 950 2019, com R$ 53.749.

Qual versão da Multistrada 950 é melhor para trabalhar?

Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.

Vale a pena pagar mais pela Multistrada 950 mais recente?

Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.

As gerações da Multistrada 950 mudam muito entre si?

Depende de cada renovação. Algumas gerações trazem motor, quadro e desenho novos; outras mudam só detalhes, como farol, painel, rodas ou freios. Mesmo mudanças pequenas podem alterar encaixes e códigos de peça. A linha do tempo desta página resume o que mudou em cada fase.

Qual versão da Multistrada 950 desvaloriza menos?

Normalmente, as versões mais procuradas vendem mais rápido e com menos desconto, e itens de segurança valorizados ajudam a segurar o preço. Mais do que a versão, porém, pesam o estado da moto, o histórico de revisões e a originalidade. Uma básica bem cuidada vende melhor que uma completa maltratada.

As peças da Multistrada 950 são iguais em todas as versões?

Parte delas sim, parte não. Versões do mesmo modelo dividem muitos componentes, mas diferenças de freio, roda, iluminação ou acabamento trazem peças próprias. A forma segura de saber é conferir o código da peça original ou passar a versão, o ano-modelo e o número do chassi para quem vende.

Qual a versão mais barata de manter?

Em geral, a versão mais simples tem menos componentes e peças mais baratas, como freio a tambor, roda raiada e farol halógeno. Mas a diferença costuma ser pequena perto do que pesa de verdade: o seu jeito de pilotar, o tipo de uso e a manutenção feita no prazo do manual.