Ducati Multistrada V4
2 versões vendidas no Brasil de 2021 a 2026. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Big trail
- 2021–2026
Versões da Multistrada V4
Lojas e oficinas para a Ducati Multistrada V4
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Ducati Multistrada V4. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Multistrada V4
Cada página junta todas as versões e anos da Multistrada V4 numa tabela, com o guia da peça.
Compare a Multistrada V4 com
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Multistrada V4 S | 2021–2026 | 12V 6,5Ah (Yuasa YT7B-BS) | 170/60R17 72W |
| Multistrada V4 Rally | 2023–2025 | 12V 6,5Ah (Yuasa YT7B-BS) | 170/60R17 72W |
Ducati Multistrada V4: o que o catálogo mostra
São 2 versões da Multistrada V4 no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2021 a 2026. Todas têm 1.158 cc, no estilo big trail.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Multistrada V4 S (2026, R$ 132.525) e a mais cara, a Multistrada V4 Rally (2025, R$ 134.009).
Gerações da Multistrada V4: o que mudou e quando
Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Multistrada V4 de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.
- Multistrada V4 S 2021–2026. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
- Multistrada V4 Rally 2023–2025. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
Use esta linha do tempo como mapa. Identifique em que fase está a sua moto pelo ano-modelo do documento e compare com as mudanças listadas. Se ela for de um ano de virada, passe o número do chassi para quem vende a peça. Em compra pela internet, confira na descrição a compatibilidade por ano e, na dúvida, pergunte antes de pagar: peça errada vira devolução e semanas de espera.
As versões da Multistrada V4 lado a lado: como decidir
As versões da Multistrada V4 não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:
Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Multistrada V4 vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
O que esperar da Multistrada V4 com o tempo
A big trail é feita para rodar muito, e muitas acumulam quilometragem alta sem problema. O ponto de atenção ao longo dos anos é o custo: cada revisão, cada jogo de pneus e cada peça de acabamento custam mais do que em motos menores, e itens importados podem demorar. Fora das capitais, encontrar mecânico com experiência e equipamento para a Multistrada V4 pode exigir viagem. O seguro pesa no orçamento anual. Na revenda, a perda de valor é mais sentida em números absolutos, mas uma unidade com procedência clara e preparada para viagem continua atraindo compradores. Antes de comprar, vale saber onde fica a oficina mais próxima preparada para atendê-la.
Comprar a Multistrada V4 zero ou usada
Zero quilômetro dá tranquilidade; seminova economiza na desvalorização; usada mais antiga cabe em orçamentos menores. Nenhuma escolha é certa para todo mundo. Os pontos abaixo ajudam a comparar as três opções da Multistrada V4 pelo que realmente muda no seu bolso e no seu dia a dia.
- Revisões para manter a garantia. A garantia vem com uma condição: seguir o plano de revisões do manual, no prazo e no lugar indicados. Revisão atrasada ou feita fora da rede autorizada pode ser motivo para negar um reparo. Antes de comprar, pergunte na concessionária quanto custa cada revisão do período de garantia e inclua esse valor ao orçamento.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Multistrada V4 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Multistrada V4 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
- Garantia de fábrica. Comprar zero significa ter a fábrica respondendo por defeitos de montagem e de peças durante um tempo. Esse prazo e o que ele cobre mudam de marca para marca e estão descritos no manual de garantia. Itens de desgaste natural, como pneus, pastilhas e lâmpadas, costumam ficar de fora. Saber disso desde o início evita frustração no primeiro problema.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Multistrada V4 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
- A desvalorização dos primeiros anos. A desvalorização é o custo invisível da moto nova. Nos primeiros anos, o preço de mercado cai mais depressa; depois, a curva fica mais suave. Uma Multistrada V4 com um ou dois anos de uso pode oferecer quase a mesma moto por bem menos. Para quem vai rodar por muito tempo, porém, a perda inicial importa menos que o estado da moto.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
- Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da Multistrada V4?
No catálogo são 2: Multistrada V4 S, Multistrada V4 Rally.
Qual versão da Multistrada V4 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Multistrada V4 S 2026, com R$ 132.525.
Qual geração da Multistrada V4 comprar?
Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.
Por que existem tantas versões da Multistrada V4?
As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.
A versão mais nova da Multistrada V4 vale a diferença?
Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.
Dá para instalar na minha Multistrada V4 um item que só existe em outra versão?
Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.
Vale mais a pena comprar a Multistrada V4 nova ou usada?
Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.
Como descobrir a versão exata da moto?
Comece pelo documento, onde aparecem o modelo e a versão. Depois confira na moto os itens que diferenciam as versões, como freios, rodas, partida e farol, já que um dono anterior pode ter trocado emblemas ou peças. Para ter certeza, a configuração original pode ser consultada pelo chassi numa concessionária.

