tudo de moto

Protetor de motor (crash bar) da Kawasaki ER-6n

A peça certa para cada versão e ano da ER-6n, de 2009 a 2017, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 2 gerações
  • 2009–2017

Protetor de motor (crash bar)

ER-6n 2009–2017

Modelo
Kawasaki ER-6n
Anos
2009 a 2017

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com protetor de motor (crash bar) para a Kawasaki ER-6n

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura protetor de motor (crash bar) para a Kawasaki ER-6n. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Protetor de motor (crash bar) por versão e ano

VersãoAnos
ER-6n2013–2017
ER-6n2009–2012

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

O protetor de motor certa para cada ER-6n

Na ER-6n, o protetor de motor é desenhado para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.

O que o protetor de motor faz na ER-6n

O protetor de motor serve para proteger a moto em quedas de baixa velocidade. Ele é preso ao quadro ou aos pontos de fixação do motor e fica na lateral, mais saliente que as peças que costumam quebrar num tombo: tampas do motor, pedais, carenagens e, em alguns modelos, o radiador.

Não é equipamento de segurança do piloto e não substitui capacete, jaqueta ou botas. Em um tombo parado, porém, pode ser a diferença entre levantar a moto e seguir viagem ou ficar com uma tampa trincada vazando óleo. Depois de cada queda, ele precisa ser conferido, porque um protetor amassado já não protege da mesma forma.

Como o protetor de motor trabalha na ER-6n

Para entender o protetor de motor desta moto, vale olhar a ficha: a ER-6n é uma naked de 649 cc. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.

A ER-6n tem arrefecimento líquido, com radiador e mangueiras. Alguns protetores são desenhados para proteger também as laterais do radiador, mas a proteção da frente do radiador costuma ser outra peça, a tela ou grade de radiador. Na instalação, confira se o protetor não encosta em mangueiras nem no radiador.

Em motos naked como a ER-6n, o motor e o radiador, quando há, ficam bem expostos. Protetores tubulares ou sliders são as opções mais comuns. Escolha o que tem fixação própria para o modelo e combina com o escapamento instalado.

Com 649 cc, a ER-6n é uma moto pesada, e tombos parados, em manobras ou em piso inclinado, são mais comuns do que se imagina. O protetor, em geral, mantém a moto menos deitada no chão, o que reduz o dano e pode facilitar para levantá-la.

Como saber se o protetor de motor ainda protege

O protetor existe para sofrer no lugar da moto, então é normal que ele se desgaste. O problema é quando o dano tira a capacidade de proteger ou afeta a fixação. Estes são os sinais mais comuns.

  • Protetor desalinhado. Olhe a moto de frente e de trás: os dois lados do protetor devem ficar simétricos. Diferença visível indica dano ou fixação errada.
  • Tubo amassado ou entortado. Depois de uma queda, o tubo pode ficar amassado ou entortado para dentro. Mesmo que a moto pareça inteira, o protetor deformado fica mais perto do motor e protege menos no próximo tombo.
  • Pontas e sliders gastos. Se o protetor tem pontas de proteção, confira o desgaste. Ponteira gasta deixa o tubo exposto e pode prender no asfalto em vez de deslizar.
  • Pontos de fixação marcados ou deformados. Quando o tombo é forte, a força pode chegar aos pontos de fixação no quadro ou no motor. Suporte deformado ou rosca danificada não são para improviso: peça avaliação antes de instalar outro protetor.
  • Pintura descascando e ferrugem. Riscos e raspadas arrancam a pintura, e o aço exposto enferruja. Ferrugem superficial se resolve com limpeza e retoque; ferrugem que já come o tubo ou as soldas compromete a resistência.

Protetor de motor: o que olhar na loja

Protetor bonito não é sinônimo de protetor bom. O que importa é a aplicação, a fixação e a qualidade do tubo e das soldas.

  • Acesso para manutenção. Pergunte se é preciso tirar o protetor para trocar óleo, filtro ou vela. Um desenho que atrapalha a manutenção acaba sendo retirado e esquecido na garagem.
  • Original ou de reposição. Alguns fabricantes de motos vendem protetor como acessório original, com fixação garantida para o modelo. O de reposição pode ser boa escolha com aplicação declarada, qualidade de solda e garantia.
  • Parafusos e instruções. Confira se o kit vem completo, com parafusos, buchas e espaçadores. Em muitos casos, o protetor usa parafusos mais longos que os originais, justamente por ficar entre a moto e a porca.
  • Aplicação para o modelo e o ano. Confirme modelo e ano antes de tudo. Um protetor de outra geração pode até parecer igual, mas ficar desalinhado ou encostar em peças que mudaram de lugar.
  • Acabamento. Pintura eletrostática ou acabamento resistente ajudam a combater a ferrugem. Cromado tem visual marcante, mas pode descascar com raspadas e mostra cada risco.

Instalação do protetor de motor passo a passo

Com a ferramenta certa e calma, dá para instalar o protetor. O que não pode é soltar vários parafusos do motor ao mesmo tempo ou apertar sem torque.

  1. Apoie a moto com segurança. Deixe a moto firme em piso plano, no cavalete central ou em um apoio de oficina. Ela não pode tombar enquanto você mexe nas fixações laterais.
  2. Leia as instruções do kit. Confira se o kit veio completo e entenda a ordem de montagem. Cada protetor tem seus espaçadores e parafusos, e trocar um pelo outro muda o alinhamento.
  3. Retire o protetor antigo, se houver. Remova o protetor velho sem pressa. Observe se algum suporte ou rosca da moto ficou danificado no tombo antes de instalar o novo.
  4. Solte um parafuso de cada vez. Quando o protetor usa parafusos do motor, troque um por vez: solte, posicione o protetor e o espaçador, coloque o parafuso novo sem aperto final e só então passe para o próximo. Nunca deixe o motor solto.
  5. Posicione sem apertar. Com tudo encaixado e ainda sem aperto, veja o alinhamento dos dois lados. Ajustar agora é fácil; depois do aperto, nem tanto.
  6. Aperte com torquímetro. Faça o aperto final com torquímetro, nos valores do manual da moto ou do fabricante do protetor. Parafuso de motor apertado de menos solta; apertado demais pode espanar a rosca.
  7. Confira folgas. Teste os pedais, vire o guidão, abra o cavalete lateral e central. Nada pode encostar no protetor. Escapamento quente em contato com o tubo também é problema.
  8. Reaperte depois dos primeiros dias. Depois de rodar um pouco, confira de novo o aperto. Espaçadores e buchas podem se acomodar com a vibração, e um reaperto evita folga.

Guarde a nota fiscal e as instruções do protetor. Se ele entortar ou soltar com pouco esforço, a garantia e a orientação do fabricante ajudam a resolver.

Erros que anulam o protetor de motor

Um protetor mal escolhido ou mal instalado pode proteger pouco ou até causar dano. Estes são os erros mais vistos na oficina.

  • Desentortar e reinstalar. Protetor desentortado a marteladas ou com maçarico perde resistência. No próximo tombo, ele dobra mais fácil e pode empurrar a tampa do motor.
  • Usar protetor genérico com abraçadeira. Protetor "universal" preso com abraçadeiras no quadro pode girar ou escorregar no impacto, e ainda marcar a pintura e o tubo do quadro. A proteção fica bem abaixo da esperada.
  • Apoiar os pés no protetor rodando. Mesmo em protetores com pedaleira de estrada, os pés longe do freio e do câmbio só fazem sentido em trechos livres de estrada, nunca na cidade.

Como fazer o protetor de motor da ER-6n durar mais

Um protetor que soltou, enferrujou ou entortou já não protege como deveria. Veja o que fazer para mantê-lo pronto para o próximo tombo.

  • Mantenha as ponteiras. Se o protetor tem ponteiras ou sliders, troque-os quando estiverem gastos ou quebrados. Eles ajudam o protetor a deslizar no asfalto em vez de prender.
  • Confira o aperto nas revisões. Uma conferida no aperto, de tempos em tempos, evita folga e barulho. Protetor solto não protege e pode forçar os pontos de fixação.
  • Inspecione depois de cada tombo. Mesmo em queda parada, olhe o protetor: tubo, soldas, pontas e fixações. Se entortou ou trincou, troque. Confira também se ele não ficou encostando em outra peça.
  • Cuidado com acessórios presos nele. Faróis auxiliares, bolsas e suportes presos ao protetor acrescentam peso e vibração. Se instalar algo, use suportes próprios e confira o aperto com mais frequência.

Perguntas frequentes

Vale a pena colocar mata-cachorro na moto?

Para a maioria dos usos, vale. Ele reduz bastante o dano em tombos parados e de baixa velocidade, que são os mais comuns, protegendo tampas do motor, pedais e carenagens. Um conserto evitado costuma pagar o protetor.

O protetor de motor protege o piloto?

Não é essa a função. Ele foi feito para proteger a moto em quedas de baixa velocidade. Em alguns tombos pode manter a moto um pouco afastada do chão, mas não é equipamento de segurança e não substitui botas e roupas de proteção.

Depois de um tombo, basta trocar o protetor?

Nem sempre basta. Em tombos mais fortes, a força pode passar do protetor para os pontos de fixação, o quadro e as peças próximas. Além de trocar o protetor, confira tampas do motor, pedais, manetes e, se a moto ficou diferente, peça avaliação na oficina.

Qual a diferença entre protetor de motor e de cárter?

Não. O protetor de motor fica nas laterais e protege em tombos. O protetor de cárter fica por baixo do motor e protege contra pedras, degraus e batidas na parte de baixo, principalmente fora de estrada. São peças diferentes e podem ser usadas juntas.

Protetor universal serve na minha moto?

Protetor de outro modelo ou universal costuma ficar desalinhado, encostar em peças ou depender de abraçadeiras. A proteção real vem da fixação certa, e isso só a aplicação específica garante.

Protetor de motor (crash bar) em outros modelos

No blog

Protetor de motor (crash bar) de moto: guia geral e lista de motos