Pneu traseiro da Kawasaki KLX 110
A medida de cada versão e ano da KLX 110, de 2009 a 2026, com o guia para escolher e trocar.
- 3 versões
- 5 gerações
- 2009–2026
Pneu traseiro que serve
3.00-12
- Modelo
- Kawasaki KLX 110
- Anos
- 2009 a 2026
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com pneu traseiro para a Kawasaki KLX 110
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Anunciar nesta páginaPneu traseiro por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| KLX 110R | 2026 | 3.00-12 |
| KLX 110 | 2010–2025 | 3.00-12 |
| KLX 110 | 2009 | 3.00-12 |
| KLX 110 Monster Energy | 2010–2011 | 3.00-12 |
| KLX 110 Monster Energy | 2009 | 3.00-12 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
O pneu traseiro certa para cada KLX 110
Em todas as versões e anos da Kawasaki KLX 110 com a medida na ficha, o pneu traseiro é a mesma: 3.00-12.
A medida 3.00-12, parte por parte: 3.00 é a largura do pneu em polegadas, no padrão antigo; a construção é diagonal; 12 é o diâmetro do aro, em polegadas.
Como a referência não informa índice de carga e símbolo de velocidade, confira esses dois números na lateral do pneu traseiro que está na moto e não compre abaixo deles.
O trabalho do pneu de trás na KLX 110
A função do pneu traseiro vai além de rodar: ele traciona, sustenta e ajuda a frear. A banda de rodagem, com seus sulcos, garante contato com o piso e escoa a água; a carcaça, por dentro, mantém o formato do pneu sob carga; o talão prende o pneu no aro.
Com o uso, a borracha gasta, os sulcos ficam rasos e o perfil se achata. A moto ainda anda, mas perde aderência aos poucos, e muita gente só percebe quando a roda escorrega numa faixa pintada ou numa tampa de bueiro molhada. Saber ler os sinais de desgaste é o que evita esse susto.
Como o pneu traseiro trabalha na KLX 110
Na ficha, a KLX 110 2009–2026 aparece como uma off-road de 112 cc. As rodas são raiadas. Os pneus usam câmara de ar. Na frente, o freio é a tambor, com lonas. O freio traseiro é a tambor.
O freio traseiro da KLX 110 é a tambor. Na troca do pneu, a vareta do freio (ou o cabo, nas scooters) é solta e depois regulada de novo. Aproveite que a roda está fora para olhar as lonas e o tambor.
Na KLX 110, a escolha do desenho pesa muito. Pneu de uso misto aguenta terra e asfalto, mas cada modelo puxa mais para um lado. Pense na proporção real de uso: pneu de trilha no asfalto gasta rápido e segura menos na chuva.
Com câmara, um furo costuma esvaziar o pneu mais rápido do que num sem câmara. Mantenha a calibragem em dia e repare na válvula: se ela fica torta, o pneu está girando no aro por falta de pressão.
Sinais de que o pneu traseiro da KLX 110 precisa de troca
Alguns sinais são de desgaste normal e pedem troca programada; outros indicam dano na estrutura e pedem troca imediata. Vale saber separar uns dos outros.
- Roda patinando ou traseira escorregando. Quando a moto começa a escorregar de trás em situações que antes eram tranquilas, o pneu está dando sinal. Borracha envelhecida e sulcos rasos são as causas mais comuns.
- Corte ou objeto cravado. Prego, parafuso ou caco de vidro preso na banda pedem avaliação de borracheiro. Corte na lateral, mesmo pequeno, costuma condenar o pneu, porque ali a borracha flexiona o tempo todo e o reparo não segura com segurança.
- Trincas e ressecamento. Pneu pouco rodado também vence. Se a lateral tem pequenas fissuras, parecidas com pele rachada, ou a banda ficou dura e brilhante, a aderência caiu. É comum em moto que fica muito tempo parada ou no sol.
- Desgaste irregular ou em degraus. Quando a borracha gasta de forma desigual, com degraus entre os blocos ou uma lateral mais consumida que a outra, o pneu está mostrando um defeito da moto. Vale verificar calibragem, amortecedor e alinhamento da roda antes de montar o pneu novo.
Pneu traseiro na loja: o que olhar
Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.
- Desenho para o seu uso. Pneu de uso urbano tem sulcos pensados para asfalto e chuva; pneu misto aceita terra, mas costuma fazer mais barulho e gastar mais no asfalto; pneu de trilha só funciona bem fora de estrada. Escolha pelo piso que você mais roda, não pela aparência.
- A medida desta moto. A referência para o pneu traseiro desta geração é 3.00-12. Leve esse dado à loja, mas antes compare com o que está escrito na lateral do pneu atual: se alguém já trocou por outra medida, é melhor saber disso antes de comprar.
- Data de fabricação e selo do Inmetro. Pneu novo também tem idade. Procure o código de data na lateral: os dois primeiros números são a semana e os dois últimos, o ano. Pneu muito antigo de estoque já começa a vida com a borracha mais dura.
- Traseiro de verdade e sentido de rotação. Muitos pneus são feitos para uma posição específica e trazem a indicação REAR (traseiro) na lateral, além de uma seta com o sentido de rotação. Pneu dianteiro montado atrás tem estrutura diferente e não deve ser usado.
Como é feita a troca do pneu traseiro da KLX 110
Montar pneu é serviço de borracharia, e tirar a roda traseira envolve freio e corrente ou cardã. Mesmo sem fazer você mesmo, acompanhe a sequência: é nela que estão os erros mais comuns.
- Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
- Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
- Calibre, teste e balanceie. Com o pneu cheio, vem o teste de vazamento na válvula e no talão e, de preferência, o balanceamento. A pressão final é a do manual ou da etiqueta da moto, com o pneu frio.
- Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
- Regule e teste o freio. O último passo é o freio: comando firme, roda girando livre quando solta e luz de freio acendendo. Só depois disso a moto volta para a rua.
Pneu novo vem com a superfície lisa e escorregadia de fábrica. Nos primeiros quilômetros, evite inclinar muito, acelerar forte em curva e frear bruscamente. Depois de alguns dias, verifique de novo a pressão e o aperto do eixo.
Cuidados que aumentam a vida do pneu de trás
Boa parte do desgaste precoce vem de calibragem errada e de pequenos defeitos na moto. Corrigir isso custa pouco e rende muito.
- Olhe a banda de vez em quando. Gire a roda de trás devagar e passe os olhos por toda a banda e pelas duas laterais. Leva pouco tempo e revela a maioria dos defeitos antes que virem problema.
- Calibre com frequência e a frio. Crie o hábito de calibrar com regularidade, com o pneu frio. Pressão baixa gasta as laterais e esquenta o pneu; pressão alta gasta o centro e reduz a aderência.
- Ajuste a pressão para a carga. Vai levar garupa ou bagagem? Veja no manual se a pressão traseira muda. Pneu com pouca pressão e muito peso deforma mais, esquenta e gasta rápido.
Erros comuns com o pneu traseiro
No balcão e na borracharia, alguns erros aparecem toda semana. Quase todos custam um pneu antes da hora ou um susto na rua.
- Calibrar com o pneu quente. Calibrar no posto depois de muitos quilômetros dá leitura falsa. O valor do manual vale para pneu frio; no quente, não tire ar para "acertar".
- Esquecer o alinhamento e o aperto do eixo. Trocar o pneu e esquecer de alinhar a roda é mais comum do que parece. A moto passa a puxar levemente e o pneu novo gasta de um lado.
- Rodar com reparo provisório. Selante em spray e reparo rápido são soluções de estrada. Rodar semanas assim, sem avaliação, é contar com a sorte.
Perguntas frequentes
Qual a medida do pneu traseiro da KLX 110?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é 3.00-12.
Quanto tempo dura um pneu traseiro?
Não há uma quilometragem fixa. A duração depende do pneu, da calibragem, do peso transportado, do piso e do jeito de pilotar. O que define a troca é o indicador de desgaste, o estado da borracha e a idade do pneu, não o hodômetro.
O que quer dizer o número e a letra depois da medida?
São dois códigos padronizados: o número diz a carga máxima por pneu e a letra diz a velocidade máxima. Na troca, não compre abaixo do original em nenhum dos dois.
Posso trocar só o pneu traseiro?
Pode trocar só o traseiro, sim, desde que o dianteiro esteja em bom estado e os dois sejam compatíveis em construção. Muitos fabricantes recomendam pneus da mesma linha na frente e atrás para manter o comportamento da moto.
Dá para remendar o pneu de trás?
Muitas vezes, sim. O borracheiro avalia o tamanho e o local do furo. Furo na área central da banda costuma ser reparável; na lateral, ou quando o pneu rodou murcho e danificou a estrutura, o caminho é a troca.