Shineray Jet 125
3 versões vendidas no Brasil de 2014 a 2026. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Cub
- 2014–2026
Versões da Jet 125
Lojas e oficinas para a Shineray Jet 125
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Jet 125
Cada página junta todas as versões e anos da Jet 125 numa tabela, com o guia da peça.
- Calibragem dos pneuspsi do manual
- Pneu traseiro80/100-14
- Pneu dianteiro2.50-17
- Bateria12V 5Ah (selada)
- Óleo do motor2 medidas
- Vela de igniçãoNGK CR7HSA
- Lâmpada do farol35/35W (tipo de bulbo…
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Lona (sapata) de freio
- Carburador
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
Compare a Jet 125 com
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Jet 125 SS | 2023–2026 | 12V 5Ah (selada) | 80/100-14 |
| Jet 125 SS EFI | 2024–2026 | 12V 5Ah (selada) | 80/100-14 |
| Jet 125 | 2014–2024 | 12V 5Ah (selada) | 80/100-14 |
Shineray Jet 125: o que o catálogo mostra
De 2014 a 2026, a Shineray Jet 125 teve 3 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 124 cc, no estilo cub.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Jet 125 (2024, R$ 7.979) e a mais cara, a Jet 125 SS EFI (2026, R$ 10.410).
Gerações da Jet 125: o que mudou e quando
Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Jet 125 evoluiu e o que mudou em cada fase.
- Jet 125 2014–2024. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual, 8,15 cv a 7.500 rpm.
- Jet 125 SS 2023–2026. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual, 7,2 cv a 7.500 rpm (carburada).
- Jet 125 SS EFI 2024–2026. Partida elétrica e pedal, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual, 8,0 cv a 8.000 rpm (injeção eletrônica).
Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.
Qual versão da Jet 125 escolher
Por fora, as versões da Jet 125 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Carburador ou injeção eletrônica. A injeção eletrônica dosa o combustível sozinha, com base em sensores, e por isso a moto pega fácil de manhã fria, perde menos força com a altitude e tende a gastar menos. O carburador é mais simples e qualquer mecânico regula, mas pede ajuste de tempos em tempos e sofre com combustível de qualidade ruim. A versão injetada compensa para quase todo mundo. A carburada só faz sentido se a diferença de preço for grande e você tiver um mecânico de confiança. Na Jet 125: Carburador: Jet 125 SS, Jet 125; Injeção eletrônica: Jet 125 SS EFI.
- Versões com potências diferentes. Alguns cavalos de diferença entre versões podem mudar bastante a experiência, principalmente em subida, com garupa ou na estrada. A versão mais potente força menos o motor nessas situações e dá margem de segurança nas ultrapassagens. A menos potente tem resposta mais suave, o que agrada quem está começando e quem roda no trânsito lento. Antes de pagar pela diferença, pense em quantas vezes por semana você sentiria falta dela. Na Jet 125: 7,2 cv: Jet 125 SS; 8,0 cv: Jet 125 SS EFI; 8,2 cv: Jet 125.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
- Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios ficam no ar.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
- Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele vier sempre junto.
Ter uma Jet 125 por vários anos
Manter uma motoneta por vários anos é barato e sem sustos, desde que o básico seja feito no prazo. Embreagem automática, transmissão e freios são os itens que mais pedem atenção, e todos têm reposição fácil. A parte que mais envelhece é a plástica: carenagens quebradas e travas soltas são comuns, e algumas peças de acabamento precisam ser encomendadas. O seguro costuma custar pouco em relação ao de motos maiores. Quando chegar a hora de vender, a Jet 125 encontra compradores entre quem roda pouco, quem quer gastar o mínimo e quem precisa de um veículo de trabalho leve. Carenagem inteira e travas funcionando valem muito nessa negociação.
Comprar a Jet 125 zero ou usada
Entre a Jet 125 nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.
- Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
- Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Jet 125 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
- Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
- Consórcio. O consórcio troca os juros por uma taxa de administração e por espera: você paga as parcelas e só recebe a carta de crédito quando é sorteado ou quando dá um lance vencedor. Serve para quem não tem pressa e quer se disciplinar para comprar. Para quem precisa da moto já, não resolve. Leia o contrato e entenda as regras de lance antes de entrar.
- Seminova: o meio-termo. A seminova costuma ser o meio-termo mais vantajoso: já passou pela fase de maior desvalorização, ainda tem tecnologia atual e, às vezes, até um restante de garantia de fábrica, que em muitos casos acompanha a moto se as revisões foram feitas. Pergunte ao vendedor e confira no manual se a garantia passa para o novo dono e até quando vale.
- O seguro da nova e da usada. O valor do seguro acompanha, em boa parte, o valor da moto, então a 0 km tende a ter seguro mais caro em números absolutos. Em contrapartida, algumas apólices indenizam a moto nova pelo valor de uma zero durante um período, em caso de roubo ou perda total. Cote o seguro das opções antes de decidir: a diferença pode mudar a conta.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da Jet 125?
No catálogo são 3: Jet 125 SS, Jet 125 SS EFI, Jet 125.
Qual a Jet 125 mais barata?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Jet 125 2024, com R$ 7.979.
Vale mais a pena comprar a Jet 125 nova ou usada?
Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.
Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?
As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.
O que muda de uma versão da Jet 125 para outra?
Na maioria dos modelos, a base é a mesma e o que muda é o pacote de equipamentos: tipo de freio, presença de ABS ou CBS, rodas, partida, farol e detalhes de conforto. Algumas versões também mudam o motor. Veja a tabela de versões desta página e pense em quais itens você usaria de verdade.
A versão mais nova da Jet 125 vale a diferença?
Vale quando as mudanças fazem diferença para você. Se a novidade traz itens de segurança, conforto ou economia que você vai usar, a diferença de preço se paga no uso. Se as mudanças são de visual ou de detalhes que você não valoriza, a anterior entrega quase tudo por menos.
Qual versão da Jet 125 é melhor para trabalhar?
Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.


