Triumph Speed Triple
5 versões vendidas no Brasil de 1995 a 2017. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Naked
- 1995–2017
Versões da Speed Triple
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Speed Triple
Cada página junta todas as versões e anos da Speed Triple numa tabela, com o guia da peça.
Produtos que os fabricantes indicam para a Speed Triple
Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Speed Triple 1050 R | 2016–2017 | em conferência | 190/55ZR17 |
| Speed Triple 1050 | 2011–2015 | 12V 12Ah | 190/55ZR17 |
| Speed Triple 955i | 2005–2006 | em conferência | 180/55ZR17 |
| Speed Triple T509 | 1999–2001 | em conferência | em conferência |
| Speed Triple 900 | 1995–1996 | em conferência | em conferência |
Triumph Speed Triple: o que o catálogo mostra
De 1995 a 2017, a Triumph Speed Triple teve 5 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. A cilindrada vai de 885 a 1.050 cc, no estilo naked.
Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 10.631 (Speed Triple 900 1996) a R$ 43.571 (Speed Triple 1050 R 2017).
Gerações da Speed Triple: o que mudou e quando
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a Speed Triple recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- Speed Triple 900 1995–1996. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Speed Triple T509 1999–2001. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Speed Triple 955i 2005–2006. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- Speed Triple 1050 2011–2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
- Speed Triple 1050 R 2016–2017. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
Na hora de comprar peça, não confie só no nome da moto. Confira o ano-modelo no documento, que pode ser diferente do ano de fabricação, e veja em qual geração ele se encaixa. Em anos de transição, quando a geração muda no meio da produção, o número do chassi resolve a dúvida: informe-o ao vendedor da peça para que ele consulte o catálogo correto.
As versões da Speed Triple lado a lado: como decidir
Escolher entre as versões de um mesmo modelo é decidir quanto pagar por cada diferença. Algumas trazem segurança real, outras só conforto ou visual. Abaixo, cada diferença que separa as versões da Speed Triple vem explicada pelo que muda na prática e por quem mais aproveita cada opção.
- Com ou sem ABS. O ABS impede que a roda trave numa frenagem forte, e é aí que ele mostra seu valor: piso molhado, areia, óleo na pista, um carro que fecha você sem aviso. Em vez de derrapar, a moto continua freando e obedecendo ao guidão. A versão com ABS costuma custar mais e tem sensores a mais para manter, mas compensa para quem roda todo dia no trânsito, leva garupa ou ainda está ganhando experiência. Na Speed Triple: Com ABS: Speed Triple 1050 R, Speed Triple 1050; Sem ABS: Speed Triple 955i, Speed Triple T509, Speed Triple 900.
- Carburador ou injeção eletrônica. A injeção eletrônica dosa o combustível sozinha, com base em sensores, e por isso a moto pega fácil de manhã fria, perde menos força com a altitude e tende a gastar menos. O carburador é mais simples e qualquer mecânico regula, mas pede ajuste de tempos em tempos e sofre com combustível de qualidade ruim. A versão injetada compensa para quase todo mundo. A carburada só faz sentido se a diferença de preço for grande e você tiver um mecânico de confiança. Na Speed Triple: Injeção eletrônica: Speed Triple 1050 R, Speed Triple 1050, Speed Triple 955i, Speed Triple T509; Carburador: Speed Triple 900.
- Cilindradas diferentes no mesmo modelo. Mais cilindrada não é sempre melhor; é melhor para certos usos. A versão de motor maior anda com mais folga em velocidade de estrada e sofre menos carregada, o que também cansa menos o piloto. A de motor menor faz o mesmo trabalho na cidade, gasta menos e tem reposição mais barata. Se você raramente sai do perímetro urbano, a menor resolve. Se viaja ou mora em região de morro, a maior vale o que custa a mais. Na Speed Triple: 1.050 cc: Speed Triple 1050 R, Speed Triple 1050; 955 cc: Speed Triple 955i; 885 cc: Speed Triple T509, Speed Triple 900.
- Acelerador a cabo ou eletrônico. No acelerador a cabo, a manopla puxa um cabo de aço ligado ao corpo de aceleração ou ao carburador: simples, direto e barato de trocar. No eletrônico, a manopla envia um sinal para a central, que comanda a abertura. Isso permite modos de pilotagem, controle de tração e piloto automático, recursos que aparecem nas versões mais equipadas. Se você quer esses auxílios, a versão eletrônica compensa. Se quer mecânica simples e conserto barato, o cabo atende muito bem. Na Speed Triple: Acelerador eletrônico: Speed Triple 1050 R; Acelerador por cabo: Speed Triple 1050, Speed Triple 955i, Speed Triple T509, Speed Triple 900.
- Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar muito mais clara.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
- Comece pelo seu uso. A versão certa da Speed Triple depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
A Speed Triple a longo prazo
Uma naked de média ou alta cilindrada pede um orçamento de manutenção maior que o de uma street, mas sem os exageros de uma esportiva carenada. Sem carenagem, há menos peças caras para quebrar num tombo, embora radiador, tampas e escapamento fiquem expostos. Parte das revisões exige oficina com scanner ou concessionária, e algumas peças precisam ser encomendadas. O seguro costuma ser alto, porque motos desse perfil são visadas. Na revenda, a Speed Triple original e com revisões comprovadas é a que vende melhor; modificações de escapamento e de eletrônica tendem a afastar compradores. Se você trocou alguma peça por acessório, guarde a original para devolver à moto ou entregar junto na venda.
Speed Triple 0 km, seminova ou usada?
A mesma Speed Triple pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.
- Seminova: o meio-termo. Uma Speed Triple com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
- Financiamento ou à vista. À vista, você costuma ter mais força para negociar desconto e não paga juros. Financiado, a moto chega antes, mas o valor total pago fica bem acima do preço da etiqueta. Antes de assinar, peça o custo efetivo total da operação e compare com outras opções. Às vezes vale juntar dinheiro por alguns meses ou escolher uma usada mais barata.
- Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
- Versão de linha atual ou anterior. Quando a Speed Triple muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
- Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Speed Triple de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da Speed Triple?
No catálogo são 5: Speed Triple 1050 R, Speed Triple 1050, Speed Triple 955i, Speed Triple T509, Speed Triple 900.
Qual a Speed Triple mais barata?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Speed Triple 900 1996, com R$ 10.631.
Toda Speed Triple tem ABS?
Não. Com ABS: Speed Triple 1050 R, Speed Triple 1050; Sem ABS: Speed Triple 955i, Speed Triple T509, Speed Triple 900.
Qual a versão mais barata de manter?
A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.
Qual o melhor ano da Speed Triple para comprar?
Não existe uma resposta certa para todos. Quem quer tecnologia atual e reposição garantida deve olhar as fases mais recentes; quem quer gastar menos pode ficar bem com uma anterior em bom estado. Compare as mudanças entre as gerações e, dentro da escolhida, priorize a unidade mais bem cuidada.
As gerações da Speed Triple mudam muito entre si?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
Compensa comprar a versão topo de linha?
Para quem roda todo dia, leva garupa ou pega estrada, os equipamentos extras costumam fazer diferença. Para quem roda pouco e só na cidade, a versão de entrada pode atender bem e custar menos para manter. Avalie o seu uso antes de olhar o catálogo.



