tudo de moto

Triumph Tiger 800

8 versões vendidas no Brasil de 2012 a 2020. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.

Versões da Tiger 800

Lojas e oficinas para a Triumph Tiger 800

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Triumph Tiger 800. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Peças e calibragem da Tiger 800

Cada página junta todas as versões e anos da Tiger 800 numa tabela, com o guia da peça.

Medidas de cada versão (ano mais recente)

VersãoAnosBateriaPneu traseiro
Tiger 800 XCa2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XCx2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XR2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XRt2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XRx2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XRx Low2018–2020 12V 11,2Ah (YTZ14S) 150/70R17 69V
Tiger 800 XC2015–2016 em conferência 150/70R17 69V
Tiger 8002015 em conferência 150/70R17 69V

Triumph Tiger 800: o que o catálogo mostra

O catálogo reúne 8 versões da Triumph Tiger 800, vendidas de 2015 a 2020. Todas têm 799 cc, no estilo big trail.

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Tiger 800 (2015, R$ 41.558) e a mais cara, a Tiger 800 XCa (2020, R$ 55.168).

Linha do tempo da Tiger 800

O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a Tiger 800 recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.

  • Tiger 800 2015. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XC 2015–2016. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XCa 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XCx 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XR 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XRt 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XRx 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.
  • Tiger 800 XRx Low 2018–2020. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, ABS, câmbio manual.

Antes de pedir uma peça da Tiger 800, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

Tiger 800: o que muda de uma versão para outra

Por fora, as versões da Tiger 800 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.

  • Roda de liga leve ou raiada. Roda de liga leve é mais bonita, mais fácil de limpar e, em geral, permite pneu sem câmara, que esvazia devagar quando fura. A raiada aguenta melhor pancada de buraco e terra: os raios cedem um pouco e absorvem o impacto, e dá para trocar um raio sem trocar a roda inteira. Quem roda no asfalto da cidade fica bem com a liga leve. Quem enfrenta estrada de chão, buraco todo dia ou carga pesada tende a preferir a raiada. Na Tiger 800: Rodas raiadas: Tiger 800 XCa, Tiger 800 XCx, Tiger 800 XC; Rodas liga leve: Tiger 800 XR, Tiger 800 XRt, Tiger 800 XRx, Tiger 800 XRx Low, Tiger 800.
  • Farol de LED ou halógeno. Pense no farol como item de segurança, não de enfeite. O conjunto de LED enxerga e é visto melhor, consome menos da bateria e raramente dá problema, mas, quando dá, costuma exigir a troca da peça inteira, que é mais cara. Com halógeno, a lâmpada queima, você compra outra e troca em minutos. Quem roda de madrugada ou em estrada escura deve preferir o LED; no uso diurno, a diferença pesa pouco. Na Tiger 800: Farol LED: Tiger 800 XCa, Tiger 800 XRt; Farol halógeno: Tiger 800 XCx, Tiger 800 XR, Tiger 800 XRx, Tiger 800 XRx Low, Tiger 800 XC, Tiger 800.
  • Pneu com ou sem câmara. Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de parar com segurança, e o reparo muitas vezes é feito com macarrão, sem tirar a roda. Pneu com câmara esvazia mais rápido e o conserto exige desmontar a roda, mas é a solução comum em rodas raiadas e tem reposição barata. Para quem roda na cidade e na estrada, a versão sem câmara traz tranquilidade. Em terra e trilha, a câmara ainda é a regra. Na Tiger 800: Com câmara: Tiger 800 XCa, Tiger 800 XCx, Tiger 800 XC; Sem câmara: Tiger 800 XR, Tiger 800 XRt, Tiger 800 XRx, Tiger 800 XRx Low, Tiger 800.
  • Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
  • Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Faça o test-ride. Nada substitui rodar com a moto. Um test-ride curto já mostra se o freio inspira confiança, se a suspensão incomoda no buraco e se a posição cansa. Peça para testar mais de uma versão, em sequência, para comparar com a sensação ainda fresca. Use o capacete e a roupa de sempre e faça o trajeto mais parecido possível com o seu dia a dia. Depois disso, a escolha costuma ficar muito mais clara.

Ter uma Tiger 800 por vários anos

A big trail é feita para rodar muito, e muitas acumulam quilometragem alta sem problema. O ponto de atenção ao longo dos anos é o custo: cada revisão, cada jogo de pneus e cada peça de acabamento custam mais do que em motos menores, e itens importados podem demorar. Fora das capitais, encontrar mecânico com experiência e equipamento para a Tiger 800 pode exigir viagem. O seguro pesa no orçamento anual. Na revenda, a perda de valor é mais sentida em números absolutos, mas uma unidade com procedência clara e preparada para viagem continua atraindo compradores. Antes de comprar, vale saber onde fica a oficina mais próxima preparada para atendê-la.

Nova ou usada: qual Tiger 800 vale mais a pena para você

A mesma Tiger 800 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.

  • Versão de linha atual ou anterior. Quando a Tiger 800 muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de decidir.
  • Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Tiger 800 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
  • Revisões para manter a garantia. A garantia vem com uma condição: seguir o plano de revisões do manual, no prazo e no lugar indicados. Revisão atrasada ou feita fora da rede autorizada pode ser motivo para negar um reparo. Antes de comprar, pergunte na concessionária quanto custa cada revisão do período de garantia e inclua esse valor ao orçamento.
  • Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Tiger 800 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
  • Motos de frota e de entrega. Uma Tiger 800 usada em entregas trabalhou mais em um ano do que muitas motos particulares em vários. Isso não quer dizer que seja uma compra ruim: frotas organizadas costumam fazer manutenção regular. Mas embreagem, transmissão, suspensão e banco provavelmente estão mais gastos. Pergunte de onde ela veio e por quanto tempo trabalhou, e ajuste o preço a essa realidade.

Perguntas frequentes

Quais são as versões da Tiger 800?

No catálogo são 8: Tiger 800 XCa, Tiger 800 XCx, Tiger 800 XR, Tiger 800 XRt, Tiger 800 XRx, Tiger 800 XRx Low, Tiger 800 XC, Tiger 800.

Qual versão da Tiger 800 custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Tiger 800 2015, com R$ 41.558.

O que muda de uma geração da Tiger 800 para outra?

Depende de cada renovação. Algumas gerações trazem motor, quadro e desenho novos; outras mudam só detalhes, como farol, painel, rodas ou freios. Mesmo mudanças pequenas podem alterar encaixes e códigos de peça. A linha do tempo desta página resume o que mudou em cada fase.

Peças de uma geração servem na outra?

Algumas servem, outras não. Itens de desgaste e de motor às vezes continuam iguais por várias gerações, enquanto carenagens, faróis, painéis e peças de fixação costumam mudar. Confira o ano-modelo e, nos anos de transição, o número do chassi antes de comprar.

Vale a pena pagar mais pela Tiger 800 mais recente?

Liste o que mudou e pergunte se você usaria cada item. Segurança e confiabilidade costumam justificar o gasto; acabamento e estilo, nem sempre. Lembre também que a versão anterior tem peças e mecânicos já acostumados e costuma aparecer com desconto quando a nova chega.

Qual geração da Tiger 800 comprar?

Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.