Vareta, braço e tirante do freio da Yamaha DT 180
A peça certa para cada versão e ano da DT 180, de 1990 a 1997, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 1990–1997
Vareta, braço e tirante do freio de reposição
1 código
- Modelo
- Yamaha DT 180
- Anos
- 1990 a 1997
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com vareta, braço e tirante do freio para a Yamaha DT 180
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Anunciar nesta páginaVareta, braço e tirante do freio por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| DT 180 Z Trail | 1990–1997 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual vareta do freio serve na DT 180
A vareta do freio da Yamaha DT 180 é peça específica do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da DT 180 em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.
Vareta, braço e tirante do freio de reposição para a Yamaha DT 180
Para a Yamaha DT 180, os catálogos de peças de reposição trazem 1 código de vareta, braço e tirante do freio, de Paramotos.
São peças compatíveis do mercado de reposição, com o código de cada fabricante. Cor e acabamento vêm na coluna “cor / tipo”: confira com a sua moto, porque a mesma peça costuma ter várias cores por ano.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| 9002/025 | Vareta freio *comp* DT-180 | Paramotos | |
Como a vareta do freio traseiro leva o pedal até o tambor da DT 180
No freio traseiro a tambor, o pedal não toca a roda. Quem leva o movimento do pé até o cubo é a vareta do freio, também chamada de varão: uma haste de aço que sai do pedal e termina no braço do freio, a alavanca presa ao came, do lado de fora do tambor. Na ponta da vareta fica uma rosca com a porca borboleta, que serve para regular a folga.
Do outro lado do cubo trabalha o tirante, ou haste de ancoragem. Ele prende o espelho do freio à balança e impede que o conjunto gire junto com a roda quando você freia. São três peças simples, mas qualquer folga, empeno ou trava faltando entre elas muda o freio inteiro.
O que muda na vareta do freio da DT 180
A DT 180 1990–1997 é uma trail de 171 cc. Na frente, o freio é a tambor, com lonas. O freio traseiro é a tambor.
Na DT 180, usada todo dia, vale incluir a folga do pedal do freio e o estado da borboleta na checagem semanal. São ajustes rápidos que evitam parar com o freio traseiro longo.
O freio de trás da DT 180 trabalha com tambor, e a regulagem com a borboleta é parte da manutenção. Sempre que a roda for retirada, refaça a folga e verifique a haste de ancoragem.
Na terra, pedras e galhos batem na vareta e no pedal, e a lama se acumula na rosca e nas articulações. Depois de trilha, limpe a ponta da vareta, veja se a borboleta gira e procure empenos.
Como perceber defeito na vareta, no braço ou no tirante do freio
Os avisos aparecem no curso do pedal, em barulhos ao passar em buraco e no jeito como o freio volta. Se notar algum destes sinais, examine o conjunto antes de rodar muito.
- Borboleta que solta ou gira sozinha. Regulou e, poucos dias depois, o pedal ficou longo de novo? A porca pode estar girando por falta de trava. Veja se ela assenta direito no pino e se a mola continua empurrando.
- Pedal longo mesmo com lona boa. Lona nova, tambor bom e o pedal continua descendo demais? A folga pode estar no comando: pino gasto, furo do braço ovalizado ou vareta com o dobramento errado para o seu modelo.
- Barulho de batida ao passar em buraco. Um "tec-tec" metálico na traseira em piso irregular pode vir da vareta solta, do pino articulado com folga ou do tirante frouxo. Pare e mexa nas peças com a mão: o que balança demais é o culpado.
- Borboleta no fim da rosca. Quando a porca borboleta já está quase no fim da vareta e o pedal continua longo, não há mais regulagem. Pode ser lona no limite, vareta errada ou braço montado fora da posição. Investigue antes de forçar.
Como escolher a vareta e o braço do freio da DT 180
Vareta e braço do freio parecem iguais entre motos, mas não são. Comprimento, dobras, diâmetro da rosca e encaixe do pino mudam de modelo para modelo, e às vezes entre anos.
- Estrias e parafuso do braço. As estrias do braço novo precisam encaixar justas no came, sem folga. Veja também se o parafuso de aperto está em bom estado ou se vale comprar um novo junto, já que ele trabalha com muito esforço.
- Braço do freio traseiro ou dianteiro. Braço dianteiro e braço traseiro não se trocam entre si. Além da posição, a alavanca muda de tamanho e de ângulo, e isso altera a força do freio e a regulagem.
- Vareta completa ou kit reparo. Rosca espanada, haste torta ou ferrugem funda pedem a vareta completa. Se o problema é só borboleta gasta, mola cansada ou pino com folga, o kit reparo resolve com menos gasto.
- Aplicação por modelo, ano e versão. Duas motos parecidas podem ter varetas de comprimento diferente. Versões com freio combinado, por exemplo, costumam usar peças próprias. Peça pela aplicação exata, não pela semelhança.
Como é feita a troca da vareta do freio da DT 180
A ordem abaixo vale para a maioria das motos com freio traseiro a tambor acionado por vareta. Os detalhes de cada peça e a folga certa estão no manual do seu modelo.
- Moto firme e roda livre. Apoie a moto no cavalete central ou num suporte, com a roda traseira fora do chão e girando livre. Assim você consegue testar a regulagem depois, sem precisar de ajuda para segurar.
- Anote a regulagem atual. Uma foto da ponta da vareta no braço e do encaixe no pedal evita dúvida na montagem. Repare de que lado fica a mola e como o pino está virado.
- Solte a borboleta e a ponta do braço. Gire a borboleta até sair, pise no pedal e puxe a vareta para fora do pino articulado do braço. Guarde mola, pino e porca juntos, mesmo que vá usar peças novas, para comparar.
- Solte a ponta do pedal. Retire a fixação da vareta no pedal. Se o eixo do pedal estiver seco ou com folga, limpe, engraxe e veja se a mola de retorno do pedal está inteira.
- Troque o braço do freio, se for o caso. Para trocar o braço, solte o parafuso de aperto e tire a alavanca do came. Monte a nova alinhando as marcas do braço e do came, como indica o manual, e aperte o parafuso com o aperto especificado.
- Revise o tirante do freio. Olhe a haste de ancoragem que prende o espelho à balança. Com a peça boa, verifique porcas e aperto. Ao trocar, monte na posição certa, aperte como manda o manual e use contrapino ou trava nova.
- Monte a vareta nova. Prenda a vareta no pedal com a trava correta. Na outra ponta, monte a mola e o pino no braço na mesma posição da foto, passe a vareta pelo pino e rosqueie a borboleta até o ponto anotado.
- Regule a folga com a borboleta. Gire a borboleta aos poucos e meça a folga na ponta do pedal até chegar ao valor do manual. Garanta que a borboleta assente direito no pino. Depois, gire a roda: ela deve rodar livre com o pedal solto.
- Ajuste a luz de freio e teste. Mudar a regulagem pode tirar a luz de freio do ponto. Ajuste o interruptor para acender antes de o freio pegar e teste a frenagem em baixa velocidade antes de voltar ao trânsito.
Sempre que a roda traseira sair do lugar, ou a corrente for esticada, a regulagem muda. Guarde o hábito de verificar a folga do pedal depois de qualquer serviço na traseira.
O que não fazer no comando do freio a tambor
Como são peças simples, vareta e braço convidam ao improviso. É aí que nascem os defeitos mais perigosos. Estes são os erros mais vistos no balcão.
- Esquecer a luz de freio. Mudar a folga do pedal muda o ponto do interruptor do freio traseiro. Se ninguém ajustar, a luz pode acender tarde ou ficar acesa direto. Teste sempre depois de regular.
- Regular até o fim da rosca. Apertar a borboleta até sobrar pouca rosca deixa a porca presa por poucos fios e esconde o verdadeiro problema, que pode ser lona gasta ou braço fora da posição.
- Improvisar no tirante. Parafuso comum no lugar do correto, porca sem trava ou arame no lugar do contrapino são improvisos perigosos. Se o tirante soltar, o espelho gira e a roda pode travar.
Cuidados com o comando do freio traseiro
O comando do freio a tambor pede pouca manutenção. Regulagem em dia, articulações limpas e travas no lugar fazem a vareta e o braço durarem anos.
- Não use o pedal como apoio. Pilotar com o pé descansando no pedal mantém a vareta puxada, a lona encostada e a luz de freio acesa. O conjunto todo trabalha à toa e a regulagem muda mais rápido.
- Examine depois de queda. Mesmo um tombo parado pode entortar o pedal e a vareta. Depois de queda, olhe o alinhamento das peças, a altura do pedal e a folga do freio antes de seguir viagem.
- Verifique a folga do pedal. A folga do pedal muda com o desgaste da lona e com mexidas na roda. Uma olhada de tempos em tempos e um ajuste fino na borboleta mantêm o freio sempre no mesmo ponto.
Perguntas frequentes
Por que o freio traseiro desregulou depois de esticar a corrente?
É normal. Ao esticar a corrente, a roda vai para trás e o braço do freio se afasta do pedal. A folga muda e precisa ser refeita pela borboleta. Faça isso sempre depois do ajuste da corrente, com a roda girando para testar.
Para que lado girar a borboleta do freio?
A regulagem com a borboleta é feita em pequenos passos, testando o pedal a cada volta. Quando chegar à folga indicada no manual, verifique se a porca assentou no pino e se a luz de freio continua acendendo.
O que é a haste de ancoragem do freio traseiro?
O tirante, ou haste de ancoragem, liga o espelho do freio à balança. Ele impede que o espelho gire junto com a roda quando você freia. Se soltar, o freio pode travar a roda de repente. Por isso leva porca com trava ou contrapino.
Posso trocar a vareta do freio em casa?
Com ferramentas básicas e o manual, quem já mexeu em freio troca a vareta sem dificuldade. O risco está na montagem da mola, na borboleta e no tirante. Na dúvida, peça para a oficina fazer ou revisar.
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