Yamaha FZ6
2 versões vendidas no Brasil de 2005 a 2009. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Naked
- 2005–2009
Versões da FZ6
Lojas e oficinas para a Yamaha FZ6
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Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da FZ6
Cada página junta todas as versões e anos da FZ6 numa tabela, com o guia da peça.
- Calibragem dos pneuspsi do manual
- Pneu traseiro180/55ZR17 M/C (73W)
- Pneu dianteiro120/70ZR17 M/C (58W)
- Fluido de freioDOT 4
- Carenagens (kit)
- Amortecedor traseiro
- Pastilha de freio dianteira
- Retrovisores
- Escapamento completo
- Farol completo
- Kit embreagem (discos)
- Bomba de combustível
- Banco
- Protetor de motor (crash bar)
Produtos que os fabricantes indicam para a FZ6
Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| FZ6 Fazer S | 2007–2009 | em conferência | 180/55ZR17 M/C (73W) |
| FZ6 N | 2008–2009 | em conferência | 180/55ZR17 M/C (73W) |
Visão geral da FZ6
De 2007 a 2009, a Yamaha FZ6 teve 2 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 600 cc, no estilo naked.
Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 28.615 (FZ6 N 2009) a R$ 34.659 (FZ6 Fazer S 2009).
Gerações da FZ6: o que mudou e quando
O nome no tanque pode ser o mesmo por muitos anos, mas a moto por baixo dele muda. A cada geração, a FZ6 recebe ajustes de motor, de freios, de parte elétrica ou de visual, e cada mudança traz peças com formato, encaixe ou código diferentes. Saber em que geração a sua moto está é o primeiro passo para comprar a peça certa e entender o que ela tem de diferente das outras.
- FZ6 Fazer S 2007–2009. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
- FZ6 N 2008–2009. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual.
Antes de pedir uma peça da FZ6, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
FZ6: o que muda de uma versão para outra
As versões da FZ6 não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:
Por fora, as versões da FZ6 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Equipamento que você vai usar. Faça duas listas: o que você usaria todo dia e o que só seria bom ter. Itens de segurança entram na primeira quase sempre. Já acabamento diferenciado, conectividade e equipamentos de viagem podem ficar na segunda se você roda pouco ou só na cidade. Comparando as versões com essas listas, fica claro quando a diferença de preço compra algo útil e quando compra apenas um nome mais vistoso.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Comece pelo seu uso. A versão certa da FZ6 depende de para que ela vai servir. Uma moto de trabalho, que roda o dia inteiro e para muitas vezes, pede outra coisa que uma moto de passeio de fim de semana. Liste os trajetos de uma semana comum, o tipo de piso e quem vai junto. Com isso em mãos, cada diferença entre as versões deixa de ser detalhe de catálogo e passa a ter um peso real na sua decisão.
- Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.
- Pense na revenda. Na hora de vender, a procura manda no preço. Versões mais populares de um modelo costumam ter mais compradores e sair mais rápido; versões raras podem valer bem para quem procura exatamente aquilo, mas demoram mais para encontrar dono. Itens de segurança e conforto que o mercado valoriza tendem a segurar o preço. Se você troca de moto com frequência, olhe os anúncios de usadas das versões que está considerando: eles mostram o que o comprador procura.
- Orçamento de manutenção. O preço de compra é só a primeira parte da conta. Versões mais equipadas carregam mais componentes: freios mais elaborados, sensores, conjunto óptico maior, eletrônica que pede diagnóstico. Nada disso é problema, mas tudo isso entra no custo de ter a moto. Pergunte numa oficina de confiança e numa loja de peças quanto custam os itens que mais desgastam em cada versão. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode superar a diferença na etiqueta.
O que esperar da FZ6 com o tempo
Manter a FZ6 por vários anos significa gastar mais com pneus, freios e transmissão do que numa moto pequena, porque o motor forte exige mais desses itens. A boa notícia é que a ausência de carenagem deixa a mecânica mais acessível e o serviço mais rápido. Nem toda oficina de bairro tem equipamento para a eletrônica, então vale conhecer uma de confiança. Seguro e risco de roubo pesam: nakeds estão entre as motos que mais interessam a ladrões. Na hora de vender, o comprador procura moto sem queda e com peças originais. Um histórico de revisões completo, de preferência no prazo do manual, ajuda a fechar o negócio com menos desconto.
Comprar a FZ6 zero ou usada
A mesma FZ6 pode ser comprada na concessionária, com poucos anos de uso ou já com uma longa estrada. Cada caminho tem vantagens claras e custos escondidos. Mais do que o preço de entrada, pesam garantia, desvalorização, forma de pagamento e quanto tempo você pretende ficar com a moto.
- Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
- Versão de linha atual ou anterior. Quando a FZ6 muda de geração ou de versão, a anterior não vira uma moto pior de um dia para o outro. Ela costuma ficar mais barata, tanto nas lojas que ainda têm estoque quanto nas usadas. A nova traz as atualizações, mas pode ter peças menos disponíveis no começo. Compare o que mudou de fato e decida se vale pagar pela novidade.
- Seminova: o meio-termo. Uma FZ6 com pouco uso combina preço menor com moto ainda atual. Se as revisões foram feitas na rede autorizada, pode restar parte da garantia de fábrica, e isso é um bônus importante. Confira com a concessionária as condições de transferência dessa garantia antes de fechar negócio, para não contar com uma cobertura que já não existe.
- Peças de gerações antigas. Uma usada de geração mais antiga pode ser ótima compra pelo preço, mas convém conferir a reposição. Peças de motor e freio de motos populares tendem a continuar no mercado por muitos anos; carenagens, lanternas e comandos específicos, nem sempre. Uma pesquisa rápida em lojas de peças e sites de venda mostra o que é fácil de achar e o que vai exigir paciência.
- A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
- Motos de frota e de entrega. Motos que vêm de frota de empresas ou de uso em entregas aparecem muito no mercado, às vezes com preço atraente. Elas costumam ter rodado muito, em ritmo pesado, com várias partidas por dia e carga no bagageiro. Algumas foram mantidas com rigor pela empresa; outras, não. Pergunte sobre o uso anterior e reserve no orçamento a troca dos itens de desgaste.
- Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
Perguntas frequentes
Quais são as versões da FZ6?
No catálogo são 2: FZ6 Fazer S, FZ6 N.
Qual versão da FZ6 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a FZ6 N 2009, com R$ 28.615.
As gerações da FZ6 mudam muito entre si?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
É melhor comprar a FZ6 zero ou seminova?
Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.
Por que existem tantas versões da FZ6?
As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.
Qual a versão mais barata de manter?
A versão com menos equipamentos tende a ter reposição mais barata, já que tem menos peças específicas e mais itens comuns no mercado. Ainda assim, uma versão completa bem cuidada pode custar menos ao longo dos anos do que uma básica maltratada. Uso e revisões em dia pesam mais que a versão.
Qual versão escolher para entrega ou uso profissional?
Quem usa a moto para ganhar dinheiro precisa de uma versão que fique pouco tempo parada. Prefira equipamentos simples de consertar, reposição fácil e conforto para muitas horas de uso. Itens de segurança também valem a pena, já que quem trabalha passa muito tempo no trânsito.
Compensa comprar a versão topo de linha?
Compensa se você vai aproveitar o que ela tem a mais e se o orçamento de manutenção acompanha. Itens de segurança costumam valer o investimento para quem roda muito. Conveniências e acabamento são questão de gosto. Para muitos usos, uma versão intermediária oferece o melhor equilíbrio.

