Yamaha Neo 115
2 versões vendidas no Brasil de 2005 a 2012. Escolha a sua para ver a ficha técnica e as peças certas de cada ano.
- Scooter
- 2005–2012
Versões da Neo 115
Lojas e oficinas para a Yamaha Neo 115
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Yamaha Neo 115. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaPeças e calibragem da Neo 115
Cada página junta todas as versões e anos da Neo 115 numa tabela, com o guia da peça.
Produtos que os fabricantes indicam para a Neo 115
- Metal LeveMetal Leve Jogo de anéis AA9244Jogo de anéis de pistão para moto
Wega JFA-0M05Filtro de ar para moto
Wega JFA-0M06Filtro de ar para moto- Metal LeveMetal Leve Kit K9856Kit de motor para moto
- Metal LeveMetal Leve Pistão com anéis P&A9856Pistão com anéis para moto
Magnetron Regulador / Retificador 90271620Regulador retificador de voltagem
Aplicações declaradas nos catálogos das marcas de peças. Confira versão e ano na página de cada produto.
Medidas de cada versão (ano mais recente)
| Versão | Anos | Bateria | Pneu traseiro |
|---|---|---|---|
| Neo Automatic 115 | 2008–2012 | em conferência | em conferência |
| Neo AT 115 | 2005–2007 | em conferência | em conferência |
Visão geral da Neo 115
De 2005 a 2012, a Yamaha Neo 115 teve 2 versões no mercado brasileiro, todas com ficha nesta página. Todas têm 114 cc, no estilo scooter.
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a mais em conta é a Neo AT 115 (2007, R$ 5.032) e a mais cara, a Neo Automatic 115 (2012, R$ 7.181).
A Neo 115 ao longo das gerações
Fabricantes renovam seus modelos de tempos em tempos para atualizar a tecnologia, atender novas exigências e mudar o visual. Cada renovação marca uma geração. Algumas mudanças são grandes, como motor ou quadro novos; outras são pequenas, como farol, painel ou rodas, mas bastam para que a peça antiga deixe de encaixar. Veja como a Neo 115 evoluiu e o que mudou em cada fase.
- Neo AT 115 2005–2007. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, câmbio automático (CVT).
- Neo Automatic 115 2008–2012. Partida elétrica e pedal, alimentação carburador, câmbio automático (CVT).
Antes de pedir uma peça da Neo 115, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.
As versões da Neo 115 lado a lado: como decidir
As versões da Neo 115 não diferem nos itens técnicos principais da ficha. Então o que pesa é outra coisa:
Por fora, as versões da Neo 115 se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.
- Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo quanto ela vai pedir.
- Faça o test-ride. Se puder, pilote as versões que está comparando, de preferência no mesmo dia e no mesmo trajeto. Diferenças de freio, suspensão, câmbio e posição que parecem pequenas no catálogo ficam evidentes em poucos minutos de uso. Muitas concessionárias oferecem test-ride em motos novas; para usadas, combine com o vendedor. Passe por lombada, faça uma frenagem firme em local seguro e repare em como o corpo se sente ao final.
- Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
- Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.
- Comece pelo seu uso. Antes de olhar ficha técnica, descreva o seu dia com a moto: quantos quilômetros, que tipo de rua, se leva garupa, se pega estrada, se a moto dorme na rua. Esse retrato elimina versões rapidamente. Quem faz trajeto curto na cidade raramente aproveita a versão mais completa; quem trabalha com a moto precisa de robustez e reposição fácil; quem viaja precisa de conforto e fôlego. A melhor versão é a que combina com essa rotina, não a mais cara.
- Conforto do banco e da posição. Versões do mesmo modelo podem ter banco, guidão e pedaleiras diferentes, e isso muda muito o conforto. Um banco mais largo ou mais macio faz diferença depois de uma hora rodando; um guidão mais alto ou mais recuado alivia punhos e costas. Sente em cada versão, apoie os pés no chão e segure o guidão por alguns minutos. Se for levar garupa, peça para essa pessoa sentar também, porque o banco de trás muda bastante.
Ter uma Neo 115 por vários anos
Manter a Neo 115 por muito tempo é fácil quando você tem por perto uma oficina acostumada com scooters. O que mais gasta é a transmissão, que tem peças próprias, e os pneus de aro pequeno, que costumam durar menos que os de uma moto de rodas grandes. Peças de motor e freio aparecem sem dificuldade; já painéis plásticos e acabamentos podem demorar. O custo geral de manutenção é moderado. Seguro e risco de roubo pedem pesquisa antes da compra, porque variam muito entre modelos e cidades. Para vender, o que mais valoriza é carenagem inteira, transmissão revisada e histórico organizado.
Comprar a Neo 115 zero ou usada
Entre a Neo 115 nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.
- Peças de gerações antigas. Quanto mais antiga a geração, mais a disponibilidade de peças depende do mercado paralelo. Itens de desgaste costumam continuar fáceis de achar, mas peças de acabamento, painel e componentes específicos podem sumir das prateleiras com o tempo. Antes de comprar uma Neo 115 de geração antiga, pergunte numa loja de peças sobre os itens que mais quebram.
- Garantia de fábrica. Na moto 0 km, a garantia de fábrica cobre defeitos de fabricação por um período definido pelo fabricante. É a maior vantagem da compra zero: se algo falhar por defeito, o conserto não sai do seu bolso. Leia o manual de garantia ao comprar e guarde a nota fiscal, porque é ele que diz o que está coberto e por quanto tempo.
- Usada antiga: menos atualização, menos preço. Comprar usada antiga é trocar atualização por preço. Gerações mais velhas podem ter freios, iluminação e equipamentos de outra época, e o conforto também pode ser menor. Para quem roda pouco e quer gastar pouco, compensa. Para quem vai usar todo dia, no trânsito pesado ou na estrada, vale pesar se o que falta faz diferença na segurança.
- Motos de leilão. Motos de leilão podem ter preço muito abaixo do mercado, e há motivo para isso. Muitas vêm de recuperação de financiamento, de apreensão ou de sinistro com seguradora, e o comprador geralmente não pode rodar com elas antes do lance. Algumas seguradoras recusam ou encarecem o seguro desse tipo de moto, e a revenda também costuma ser mais difícil. Só entre nesse caminho sabendo exatamente o que está comprando.
- A desvalorização dos primeiros anos. Toda moto perde valor mais rápido nos primeiros anos, e a maior queda costuma acontecer logo depois que ela sai da loja. Quem compra zero paga por essa diferença; quem compra seminova deixa a perda para o primeiro dono. Se você troca de moto com frequência, essa conta pesa muito. Se pretende ficar muitos anos, ela se dilui.
- Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Neo 115 até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
- O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
- Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Neo 115 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
Perguntas frequentes
Quantas versões a Neo 115 teve?
No catálogo são 2: Neo Automatic 115, Neo AT 115.
Qual versão da Neo 115 custa menos?
Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Neo AT 115 2007, com R$ 5.032.
Posso transformar a versão básica na completa?
Alguns itens até podem ser adaptados, mas costumam exigir muitas peças além da principal, e componentes de segurança como freios não devem ser improvisados. Some peças e mão de obra e compare com a diferença de preço entre as versões. Em geral, a conta favorece comprar já na versão desejada.
Qual versão da Neo 115 é melhor para trabalhar?
Para trabalho, robustez e manutenção barata pesam mais que acabamento. Partida elétrica ajuda quem liga a moto muitas vezes por dia, e peças fáceis de achar evitam dias parados. Verifique também a capacidade de carga e se dá para instalar bagageiro ou baú na versão escolhida.
As gerações da Neo 115 mudam muito entre si?
Às vezes muda quase tudo; às vezes, só alguns itens. Uma geração nova pode trazer motor ou quadro diferentes, ou apenas atualizar visual, iluminação e equipamentos. Para quem compra peça ou usada, o importante é saber em qual fase a moto está e quais componentes mudaram nela.
Qual geração da Neo 115 comprar?
Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.
Vale mais a pena comprar a Neo 115 nova ou usada?
Quem quer tranquilidade e vai ficar muitos anos tende a se dar bem com a 0 km. Quem troca de moto com frequência costuma economizar com uma seminova. A usada mais antiga atende orçamentos menores. Em todos os casos, o estado da unidade e o custo de manter pesam tanto quanto o preço.
Para que serve ter várias versões do mesmo modelo?
As versões permitem que o fabricante atenda públicos diferentes com a mesma base: quem quer o menor preço, quem quer mais equipamentos, quem usa para trabalho e quem procura conforto. Assim, cada comprador paga pelo que realmente quer, e a mesma moto cobre várias faixas de preço.
