Óleo do motor da Yamaha RD 135
A medida de cada versão e ano da RD 135, de 1990 a 2000, com o guia para escolher e trocar.
- 2 versões
- 2 gerações
- 1990–2000
Óleo do motor que serve
óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube)
- Modelo
- Yamaha RD 135
- Anos
- 1990 a 2000
Medidas da ficha de cada geração. Confira a linha da sua versão e ano, e o manual da sua moto, antes de comprar.
Lojas com óleo do motor para a Yamaha RD 135
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Anunciar nesta páginaProdutos de marca para a Yamaha RD 135
Motul 710 2T2T
Motul 510 2T2T
Motul 800 2T Factory Line Off Road2T
Liqui Moly Motorbike 2T Street2T
Liqui Moly Motorbike 2T Synth Street Race2T
Liqui Moly Motorbike 2T Synth Offroad Race2T
Liqui Moly Pro Kart2T
Castrol 2T2T
ELF Moto 2 Tech2T
ELF Moto 2 Self Mix2T
Lubrax 2T FC2T
Lubrax Essencial 2T2T
Pela medida mais comum no modelo (óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube)) e pelas aplicações dos fabricantes. A medida muda entre versões e anos: confira a linha da sua na tabela.
Óleo do motor por versão e ano
| Versão | Anos | Medida |
|---|---|---|
| RD 135 | 1990–2000 | óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube) |
| RDZ 135 | 1990–1992 | óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube) |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
Qual óleo do motor serve na RD 135
A RD 135 usa sempre a mesma referência do óleo do motor: óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube), em todas as gerações com a medida conferida.
Em partes: o motor é dois tempos: o óleo não fica no cárter, ele é queimado junto com a gasolina; JASO FC e FD são as classes de óleo 2T com menos fumaça e depósitos; a lubrificação pode ser por mistura na gasolina ou pela bomba de óleo (injeção), conforme a versão.
O que o óleo faz no motor da RD 135
Pense no óleo como o sangue do motor. Ele circula sem parar, empurrado pela bomba, e passa por todos os pontos onde há atrito. Ali ele lubrifica, resfria e carrega a sujeira que se forma com a queima. Com o tempo, o calor e a contaminação vão quebrando suas qualidades, e o óleo deixa de proteger como protegia quando era novo.
Por isso a troca existe: não é porque o óleo "acaba", e sim porque ele perde a capacidade de fazer o trabalho. Em motos dois tempos, o óleo de motor é consumido na mistura com a gasolina, e o cuidado é manter o tipo certo e a proporção certa.
O óleo do motor na RD 135: o que a ficha diz
Para entender o óleo do motor desta moto, vale olhar a ficha: a RD 135 é uma street de 132 cc. Por ser dois tempos, o motor tem menos peças móveis, mas pede óleo próprio para 2T e cuidado com a carburação. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O motor não tem filtro de óleo de troca; a filtragem é por tela e, em alguns casos, filtro centrífugo. A embreagem é acionada por cabo.
A RD 135 é dois tempos. O óleo de motor é queimado junto com a gasolina, por mistura feita no galão ou por bomba que dosa o óleo de um reservatório próprio. Câmbio e embreagem usam outro óleo, com troca separada.
Sinais de que o óleo do motor da RD 135 precisa de atenção
O óleo raramente dá aviso escandaloso antes de causar estrago. Por isso, o prazo do manual vale mais do que qualquer sintoma. Mesmo assim, alguns sinais pedem atenção imediata.
- Manchas no chão da garagem. Gotas embaixo do motor, bujão úmido ou óleo escorrendo pela tampa lateral mostram vazamento. Além de baixar o nível, óleo perto do pneu traseiro é risco de queda. Limpe, observe de onde vem e leve para avaliação.
- Prazo vencido. O óleo envelhece rodando e também parado, pela umidade e pela oxidação. Por isso o manual costuma dar um prazo em tempo além da quilometragem. Prazo vencido é motivo suficiente para trocar, sem esperar sintoma.
- Fumaça azulada no escapamento. Fumaça azul é óleo sendo queimado. No motor quatro tempos, isso costuma ser sinal de desgaste interno e pede avaliação; no dois tempos, fumaça demais pode ser proporção errada de óleo na gasolina. Nos dois casos, oficina para diagnóstico.
- Luz de óleo acesa no painel. Se a sua moto tem luz de pressão ou de nível de óleo, ela acesa com o motor ligado é sinal para parar assim que for seguro e desligar. Rodar com essa luz acesa pode fundir o motor em pouco tempo.
- Embreagem patinando. O giro sobe, mas a moto não acompanha, principalmente em marcha alta e acelerando forte. Uma das causas é óleo inadequado, como óleo de carro com aditivos redutores de atrito, que faz os discos escorregarem. Discos gastos e regulagem errada também causam isso.
Óleo do motor certo: o que conferir na loja
A especificação do manual é o ponto de partida. Com ela em mãos, dá para comparar marcas na prateleira sem errar. Estes são os pontos que um bom balconista olha.
- Óleo 2T com a classe indicada. O óleo 2T é feito para queimar junto com a gasolina, deixando pouco resíduo. Procure no rótulo a classe indicada pelo fabricante, como JASO FC ou FD, e evite óleo sem especificação, que suja vela e escapamento.
- Mineral, semissintético ou sintético. Mineral, semissintético e sintético se diferenciam pela base do óleo. Se o manual não exige um tipo, qualquer um que cumpra viscosidade e classes indicadas serve. O sintético não dispensa a troca no prazo.
- Óleo da caixa na dois tempos. São dois óleos diferentes na 2T: um para queimar com o combustível, outro para a caixa de marchas. Cada um tem especificação e prazo de troca próprios. Leve as duas informações à loja.
- Frasco lacrado e procedência. Óleo adulterado existe e é difícil de identificar a olho. Compre em loja de confiança, com nota fiscal, frasco lacrado e rótulo com fabricante, especificações e lote. Desconfie de preço muito abaixo do normal.
Outros modelos com o óleo do motor igual
Fora da RD 135, 144 outros modelos usam a mesma referência (óleo 2T). Alguns deles:
- Honda CR 125R 1991–2006
- Honda CR 250R 2002–2004
- Honda CR 80R 1992–2002
- Yamaha YZ 250 2024–2027
- Yamaha YZ 85 LW 2020–2025
- Yamaha YZ 125 2005–2008
- Yamaha YFS 200 Blaster 2003–2006
- Yamaha Jog Teen 50 1998–2005
- Yamaha BW'S 50 1995–2000
- Yamaha DT 200 R 1994–2000
- Yamaha Axis 90 1994–1998
- Yamaha DT 180 Z Trail 1990–1997
Trocando o óleo do motor: o jeito certo
Dá para trocar o óleo em casa com ferramentas básicas, bandeja e funil. O cuidado maior está no aperto do bujão, no nível final e no destino do óleo velho.
- Complete o reservatório de óleo 2T. Nas dois tempos com bomba de óleo, o óleo 2T fica num reservatório próprio. Complete com o óleo indicado e não deixe esvaziar: ar na linha da bomba pode deixar o motor sem lubrificação. Se secou, a oficina faz a sangria da bomba.
- Troque o óleo da caixa na 2T. O óleo da caixa de marchas da 2T tem bujão e prazo próprios. A troca segue a lógica da quatro tempos: drenar com o motor morno, arruela nova, aperto controlado e nível conforme o manual.
- Procure vazamentos e anote a troca. Antes de rodar, procure gotas no bujão e nas tampas. Depois, registre a troca: data, quilometragem e óleo usado. Óleo derramado no pneu ou na roda deve ser limpo antes de sair.
Óleo usado não vai para o ralo, a terra ou o lixo comum: ele contamina muita água. Guarde em galão fechado e leve a um posto, oficina ou ponto de coleta, que encaminham para rerrefino. Se não tem como fazer isso, deixe a troca com a oficina.
O que não fazer na troca de óleo da moto
Antes de trocar ou completar o óleo, evite estes tropeços. Quase todos são fáceis de evitar.
- Esticar a troca porque o óleo é sintético. Óleo sintético resiste melhor ao calor, mas o intervalo de troca é o que o manual da moto define. Estender por conta própria acumula sujeira e desgaste sem aviso.
- Errar a proporção na mistura 2T. A proporção certa é a do fabricante, não a da vizinhança. Errar para menos é risco de engripamento; para mais, vela suja e escapamento entupindo.
- Jogar o óleo usado fora. Óleo usado no ralo, na terra ou no lixo contamina água e solo. Guarde num galão fechado e leve a um posto, oficina ou ponto de coleta que faça o recolhimento.
Como cuidar do óleo do motor da RD 135
Quase todo motor que sofre por lubrificação sofreu por descuido com o nível ou com o prazo. Estes cuidados valem para qualquer moto.
- Considere o uso severo. Se a moto vive no anda e para, roda em estrada de terra ou faz trajetos muito curtos, o óleo sofre mais. Muitos manuais têm um intervalo próprio para esse tipo de uso. Vale seguir esse, e não o de uso normal.
- Respeite o prazo de tempo e de quilometragem. Não é só a quilometragem que vence o óleo. Quem roda pouco deve seguir o prazo em meses que o manual indica. Anote a data e a quilometragem de cada troca.
- Aqueça antes de exigir. Os primeiros minutos de funcionamento são os de maior desgaste. Evite giro alto com o motor frio e deixe o óleo esquentar rodando com calma, em vez de deixar a moto parada acelerando.
Perguntas frequentes
Qual óleo do motor serve na Yamaha RD 135?
Em todas as gerações com a medida conferida, a referência é óleo 2T JASO FC/FD, injeção (bomba Autolube).
Por que o óleo do motor está baixando?
Um consumo pequeno é normal. Se você completa toda semana, vê fumaça azul no escapamento ou mancha no chão, há desgaste ou vazamento. Não espere o motor reclamar: leve para avaliação.
Qual o prazo de troca do óleo da moto?
Siga o manual. Não existe um número que sirva para toda moto. Lembre que moto parada também precisa de troca no prazo de tempo, e que uso de trabalho costuma encurtar o intervalo.
Vale a pena usar óleo sintético?
Pode valer em uso mais exigente, mas não é regra. Se o manual não pede sintético, qualquer óleo que cumpra viscosidade e classes indicadas serve. E o intervalo de troca continua sendo o do manual.
Qual óleo 2T usar?
Nem qualquer um. Procure no rótulo a classe pedida pelo manual da moto e prefira frascos lacrados, de loja de confiança. Óleo 2T de baixa qualidade suja vela, carboniza o motor e entope o escapamento.