Rabeta da Yamaha RD 350
A peça certa para cada versão e ano da RD 350, de 1990 a 1993, com o guia para escolher e trocar.
- 1 versão
- 1 geração
- 1990–1993
Rabeta de reposição
2 códigos
- Modelo
- Yamaha RD 350
- Anos
- 1990 a 1993
Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com rabeta para a Yamaha RD 350
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura rabeta para a Yamaha RD 350. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaRabeta por versão e ano
| Versão | Anos |
|---|---|
| RD 350 LC / R | 1990–1993 |
Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.
A rabeta certa para cada RD 350
Na RD 350, a rabeta é desenhada para cada geração. A compra é pela aplicação: modelo, versão, ano e, se possível, o código da peça original ou o número do chassi.
Rabeta de reposição para a Yamaha RD 350
No catálogo de reposição, a Yamaha RD 350 tem 2 códigos de rabeta, de Paramotos.
Cada linha é um item de reposição com o código do fabricante ou do distribuidor. Leve o código para a loja e confira cor, lado e acabamento antes de fechar a compra.
| Código | Peça | Cor / tipo | Marca |
|---|---|---|---|
| Todos os anos | |||
| 2135/071 | Rabeta central sem pintada RD-350 | Paramotos | |
| 2136/071 | Rabeta central pintada RD 350 | Preto branco prata | Paramotos |
Rabeta da RD 350: o que ela faz além do visual
A rabeta fecha a traseira da moto e funciona como suporte para várias peças importantes. É nela que, na maior parte dos modelos, ficam presos a lanterna, a luz de placa e o suporte da placa, ou seja, itens que precisam funcionar e estar visíveis para você circular dentro da lei.
Ela também protege a fiação traseira e o espaço sob o banco contra água e sujeira. É uma peça específica de cada modelo, desenhada para o quadro e para o banco daquela moto, e por isso a compra é feita pela aplicação: modelo, ano e, de preferência, o código da peça original.
A rabeta na RD 350: o que a ficha diz
A RD 350 1990–1993 é uma esportiva de 347 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. A suspensão traseira é monoamortecida, com um amortecedor central e articulação.
Na RD 350, a rabeta é alta e afilada, parte importante do visual da moto. Em alguns modelos, o escapamento passa perto ou por baixo dela, e o protetor de calor precisa estar no lugar para o plástico não deformar.
Sinais de que a rabeta da RD 350 precisa de troca
Alguns problemas da rabeta se resolvem com reparo; outros pedem peça nova. Estes são os sinais mais comuns de que ela chegou ao limite.
- Água na lanterna ou sob o banco. Rabeta trincada ou mal encaixada pode deixar água chegar à lanterna, aos conectores e ao compartimento sob o banco. Se começou a aparecer umidade ali, confira a peça.
- Trincas nos pontos de fixação. As trincas costumam aparecer em volta dos parafusos e dos encaixes, onde a vibração concentra esforço. Com o tempo, elas crescem até a peça ficar solta. Trinca que atravessa o ponto de fixação raramente tem reparo durável.
- Lanterna solta ou balançando. Se a lanterna traseira mexe quando você encosta, os pontos da rabeta que a seguram podem ter trincado. Lanterna solta pode deixar entrar água, perder o contato elétrico e até cair.
- Quebra em queda ou batida. Depois de uma batida na traseira, não olhe só a rabeta. Confira alinhamento do banco, da lanterna e da placa: se tudo ficou torto, o problema pode estar no quadro, e aí é caso de oficina.
- Barulho na traseira. Um "tec-tec" vindo da traseira a cada buraco indica peça trabalhando solta. Pode ser um parafuso frouxo ou um encaixe quebrado. Quanto antes você resolver, menor o estrago.
- Banco que não trava direito. Em muitos modelos, a fechadura do banco ou os encaixes dele ficam na rabeta. Se ela entortou ou trincou, o banco pode ficar com folga, não travar ou abrir sozinho.
Como escolher a rabeta certa para a RD 350
Duas rabetas parecidas podem ter furação diferente para lanterna, alça e banco. Estes são os pontos que fazem a diferença.
- Cor e adesivo. A cor tem nome e código do fabricante e muda com o ano, assim como os adesivos. A reposição pode vir pintada, em preto ou para pintar. Compare a cor à luz natural antes de montar.
- Peça inteira ou partes. Em alguns modelos, a rabeta é uma peça única; em outros, é formada por várias partes, como laterais da rabeta, peça central e paralama interno. Confira o que está sendo vendido para não faltar peça na montagem.
- Alça, banco e fechadura. A rabeta conversa com o banco e com a alça do garupa. Peça com furação diferente nesses pontos é problema certo na montagem.
- Nota e teste antes de pintar. Monte a rabeta sem apertar tudo para testar o encaixe antes de pintar ou adesivar. Peça modificada dificilmente é aceita de volta, mesmo com defeito de fábrica.
- Encaixe da lanterna e dos piscas. Compare o recorte da lanterna e os furos dos piscas com a peça antiga. Diferença pequena já impede o encaixe ou deixa a lanterna mal vedada.
- Modelo, ano e chassi. O documento da moto resolve boa parte das dúvidas. Pelo chassi, dá para achar o código da rabeta original e cruzar com as reposições disponíveis.
Como trocar a rabeta da RD 350
O segredo é a ordem: banco, alça, conectores e só então a rabeta. Fotografe cada etapa para a montagem.
- Desligue a chave e retire o banco. Com a chave desligada, retire o banco. Em muitos modelos, ele esconde parafusos da rabeta e da alça. Consulte o manual para a ordem de desmontagem.
- Fotografe e organize. Tire fotos da passagem do chicote, da posição dos conectores e de cada parafuso. Separe os parafusos por grupo, marcando de onde saiu cada um.
- Retire a alça do garupa, se for o caso. Se a alça passa pela rabeta, solte-a primeiro. Os parafusos da alça costumam ser estruturais, fixados no quadro: guarde-os com cuidado e, na montagem, siga o aperto indicado no manual.
- Desconecte lanterna, piscas e luz de placa. Solte os conectores da lanterna, dos piscas e da luz de placa, segurando pelo corpo do conector e liberando a trava. Anote qual vai em qual lugar.
- Solte os parafusos e libere os encaixes. Com tudo solto, puxe a rabeta com as mãos, na direção dos encaixes. Forçar quebra as linguetas internas, que não costumam ter reposição separada.
- Transfira lanterna, piscas e acessórios. Monte na peça nova a lanterna e os piscas antes de levá-la à moto. Troque borrachas e grampos que estiverem gastos.
- Monte sem apertar demais. Encaixe, confira a passagem dos fios para não prensá-los e rosqueie tudo à mão antes do aperto final, firme e sem esmagar o plástico.
- Recoloque alça e banco. Alça bem apertada, com o aperto do manual, e banco travando sem esforço mostram que a rabeta ficou na posição certa.
- Teste toda a iluminação traseira. Antes de rodar, confira luz de freio nos dois comandos, piscas, lanterna e luz de placa. Peça ajuda para alguém olhar a traseira enquanto você aciona.
Depois de alguns dias rodando, reaperte com moderação os parafusos da rabeta, porque as borrachas assentam. E confira de novo a vedação da lanterna depois da primeira chuva.
Cuidados para a rabeta durar mais
Sol, peso mal distribuído e parafuso frouxo são os maiores inimigos da rabeta. Os cuidados são simples e fazem a peça durar.
- Cuidado com o jato de alta pressão. Lavadora de alta pressão de perto descola adesivo e força água para dentro da lanterna e dos conectores. Mantenha distância e evite as frestas.
- Proteja do sol. Quem deixa a moto na rua o dia inteiro vê a traseira desbotar cedo. Sempre que puder, proteja a moto do sol.
- Cuidado ao subir e descer da moto. Passar a perna e bater o pé na rabeta, ou usar a peça como apoio para subir, marca e trinca o plástico. Oriente o garupa a usar a alça e as pedaleiras.
- Confira os parafusos. A vibração afrouxa os parafusos aos poucos. Uma conferida a cada revisão, ou quando surgir barulho, evita que a rabeta trabalhe solta e trinque.
O que não fazer na troca da rabeta
Alguns erros com a rabeta custam só a peça; outros envolvem iluminação, placa e segurança do garupa. Vale conhecer antes de mexer.
- Apoiar baú direto no plástico. Bagageiro improvisado preso só na carenagem é rabeta quebrada na certa. Use suporte feito para o modelo, preso em pontos firmes do quadro.
- Não testar a iluminação depois da troca. Teste tudo antes de sair: luz de freio pelo manete e pelo pedal, piscas e luz de placa. Leva um minuto.
- Montar a alça sem o aperto certo. Os parafusos da alça do garupa costumam ser estruturais. Montar frouxo, ou com parafuso diferente, compromete a segurança do passageiro.
- Apertar demais os parafusos. Plástico não aguenta aperto de metal. Parafuso apertado demais esmaga a peça em volta do furo, e a trinca aparece semanas depois.
Perguntas frequentes
Posso tirar o suporte original da placa?
Mudar o suporte da placa é comum, mas a placa precisa continuar visível, firme, iluminada e na posição exigida, e os piscas e a lanterna precisam funcionar. Placa escondida, inclinada demais ou sem luz pode dar multa. Na dúvida, mantenha o suporte original.
Posso rodar com a rabeta trincada?
A rabeta trincada em si costuma ser questão de conservação, mas, se ela deixa a lanterna, os piscas ou a placa soltos, sem funcionar ou mal posicionados, a moto pode ser autuada. Além disso, peça solta pode cair na pista.
Por que a rabeta nova ficou com outro tom?
A diferença de tom é comum. A peça antiga perdeu cor com o tempo, e a nova vem com a cor original ou aproximada. Às vezes compensa trocar também as laterais.
Vale mais a pena reparar ou trocar a rabeta?
Dá, quando o dano é pequeno. Trinca que atravessa pontos de fixação ou a região da lanterna tende a voltar com a vibração, e aí a troca é o caminho.
Rabeta de outro ano serve?
Às vezes serve no encaixe e não no visual, porque cor e adesivo mudam. Confira furação da lanterna, da alça e do banco antes de comprar, comparando com a peça antiga.