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Borracha da pedaleira e dos pedais da Yamaha XT 660R

A peça certa para cada versão e ano da XT 660R, de 2005 a 2018, com o guia para escolher e trocar.

  • 1 versão
  • 1 geração
  • 2005–2018

Borracha da pedaleira e dos pedais de reposição

1 código

Modelo
Yamaha XT 660R
Anos
2005 a 2018

Peça específica do modelo: na loja, informe a versão, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com borracha da pedaleira e dos pedais para a Yamaha XT 660R

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura borracha da pedaleira e dos pedais para a Yamaha XT 660R. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Borracha da pedaleira e dos pedais por versão e ano

VersãoAnos
XT 660 R2005–2018

Cada linha leva à página da peça naquela geração, com as lojas e a ficha completa.

As borrachas da pedaleira certa para cada XT 660R

As borrachas da pedaleira da Yamaha XT 660R são peças específicas do modelo e pode mudar entre versões e gerações, mesmo quando o visual é parecido. A tabela desta página mostra todas as versões e anos da XT 660R em que a peça existe; cada linha leva à página daquela geração.

Borracha da pedaleira e dos pedais de reposição para a Yamaha XT 660R

São 1 código de borracha da pedaleira e dos pedais de reposição para a Yamaha XT 660R, de Paramotos, de 2005 a 2017.

Os itens abaixo são de fabricantes e distribuidores de reposição, cada um com o seu código. Na loja, informe o código e confirme a cor ou o tipo, que mudam de um ano para outro.

CódigoPeçaCor / tipoMarca
2005 a 2017
2166/023Borracha pedal cambio Yamaha xt 660Paramotos

O papel das borrachas da pedaleira e dos pedais

As borrachas da pedaleira são as capas que cobrem os apoios dos pés. Na maioria das motos de rua, elas aparecem em vários pontos: na pedaleira dianteira, do piloto, na pedaleira traseira, do garupa, na ponta do pedal de câmbio e, em alguns modelos, no pedal de freio e no pedal de partida. Cada uma tem formato próprio para o lugar onde encaixa.

A função é a mesma em todas: dar aderência à sola do calçado e filtrar parte da vibração que vem do motor e do quadro. Borracha lisa, rasgada ou solta deixa o pé escorregar justamente quando você freia forte, passa num buraco ou troca de marcha com o pé molhado.

As borrachas da pedaleira na XT 660R: o que a ficha diz

Para entender as borrachas da pedaleira desta moto, vale olhar a ficha: a XT 660R é uma big trail de 660 cc. A iluminação dianteira é por lâmpada halógena, trocável. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).

A XT 660R tem só partida elétrica, então não há borracha de pedal de partida para comprar. As borrachas que interessam são as da pedaleira dianteira, da pedaleira traseira e do pedal de câmbio, além da do pedal de freio, quando o modelo tem.

Como saber se a borracha da pedaleira já gastou

A borracha não quebra de uma vez: ela vai ficando lisa, dura e frouxa. Olhe as da pedaleira dianteira, da traseira e dos pedais, porque elas gastam em ritmos diferentes.

  • Ranhuras apagadas. Se a borracha da pedaleira ficou lisa, quase polida, ela já não morde o calçado. O desgaste costuma ser maior na dianteira, do piloto, onde o pé apoia e gira para alcançar os pedais.
  • Pé escorregando na chuva. Se o pé desliza na pedaleira só quando chove, a borracha provavelmente perdeu as ranhuras ou ficou dura. Borracha em bom estado segura o calçado molhado com bem mais firmeza.
  • Rachaduras e ressecamento. Borracha esbranquiçada, dura ao toque e com fissuras está ressecada. Isso acontece até em moto pouco rodada, principalmente quando ela fica no sol. Nesse estado, a troca é questão de tempo.
  • Pedaço faltando ou metal aparecendo. Ponta rasgada, canto arrancado numa queda ou metal visível por baixo da borracha indicam que ela já não cumpre a função. A troca é simples e não convém adiar.
  • Borracha do câmbio gasta ou girando. Se você precisa procurar o pedal de câmbio com o pé, ou se ele escapa quando você sobe a marcha, olhe a borracha da ponta. Muitas vezes ela está gasta, solta ou rasgada por baixo.

O que conferir antes de comprar borracha da pedaleira

No balcão, a primeira pergunta é sempre a mesma: qual posição? Pedaleira dianteira, traseira (do garupa), pedal de câmbio, pedal de freio ou pedal de partida. Depois vêm modelo, ano e versão.

  • Formato do encaixe. Vire a borracha e olhe por dentro. Ranhuras internas, furos e abas precisam coincidir com a pedaleira. Por fora, duas borrachas podem ser parecidas e não ter nada a ver no encaixe.
  • Direita e esquerda. Na dúvida sobre o lado, olhe a borracha velha: se ela tem um ressalto, um recorte ou um furo deslocado, provavelmente existe versão direita e esquerda. Se é simétrica, serve dos dois lados.
  • Borracha do pedal de freio. Nem toda moto tem borracha no pedal de freio. Em muitas, a ponta é de metal com ranhuras. Se a sua tem, peça pela posição, porque ela costuma ser diferente da borracha do pedal de câmbio.
  • Unidade ou par. Pergunte se o preço é por unidade ou por par de borrachas. Em muitos modelos, a mesma borracha serve na pedaleira direita e na esquerda, e por isso ela é vendida avulsa ou em par.
  • A posição certa. Dianteira e traseira costumam ter formatos distintos, porque as pedaleiras do piloto e do garupa são diferentes. Em poucos modelos a mesma borracha serve nas duas posições; isso só o código da peça confirma.

Colocando borracha nova na pedaleira sem sofrer

Borracha nova entra apertada, e é isso que vai mantê-la no lugar. O segredo é preparar a pedaleira e usar só água com sabão para ajudar no encaixe.

  1. Apoie a moto com firmeza. Deixe a moto no cavalete central, se houver, em chão plano. Você vai fazer força na pedaleira e nos pedais, e a moto não pode balançar nem tombar.
  2. Veja como a borracha está montada. Antes de tirar, repare para que lado ficam as ranhuras, se há ressalto na ponta e como a borracha encosta na pedaleira. Uma foto evita montar a nova virada.
  3. Dobre a pedaleira, se ajudar. Com a pedaleira dobrada, o trabalho fica mais fácil. Só desmonte o pino se for preciso, e nesse caso guarde a mola, as arruelas e use trava nova na montagem.
  4. Retire a borracha velha. Puxe a borracha para fora girando aos poucos. Se estiver colada pelo tempo, corte com estilete no sentido do comprimento, sempre afastando a lâmina da mão e sem riscar o metal.
  5. Limpe a pedaleira ou o pedal. Limpe bem o metal onde a borracha vai entrar. Sujeira deixa a peça mal assentada, e ferrugem solta faz a borracha folgar com o tempo.
  6. Encaixe com água e sabão. Água com sabão neutro ajuda a borracha a deslizar no encaixe e depois seca, deixando a peça firme. Se ela estiver dura, deixe alguns minutos em água morna antes.
  7. Alinhe e fixe. Ajuste a posição antes de o sabão secar. Depois, recoloque a fixação que o modelo tiver. Borracha torta deixa o pé mal apoiado e pode girar com o uso.
  8. Teste a firmeza antes de rodar. Depois de seca, a borracha deve ficar imóvel ao pisar e ao forçar de lado. Sente na moto e teste o alcance da pedaleira, do câmbio e do freio antes de sair.

Se a pedaleira tem folga no pino, mola fraca ou suporte torto, borracha nova não resolve. Nesses casos, e sempre que o serviço exigir soltar o suporte que segura o pedal de freio ou o cilindro do freio traseiro, leve à oficina e peça a regulagem do freio depois.

Erros que deixam a borracha da pedaleira solta ou escorregadia

Quase todo problema com borracha da pedaleira vem de duas coisas: pedir a peça sem a posição certa ou facilitar o encaixe com o produto errado.

  • Trocar só um lado. Trocar só a borracha mais gasta deixa os apoios com aderência diferente. Na pedaleira, o pé de um lado firma e o do outro escorrega. Prefira o par de borrachas.
  • Usar óleo, graxa ou silicone no encaixe. Silicone e lubrificante deixam a borracha solta para sempre. O encaixe fica bonito no primeiro dia e frouxo depois de alguns quilômetros.
  • Colar a borracha errada. Se a borracha só fica no lugar com cola ou abraçadeira, ela não é a peça do seu modelo. Troque pela certa em vez de improvisar.
  • Pedir sem dizer a posição. Borracha da pedaleira dianteira e da traseira raramente são iguais. Antes de pedir, defina a posição e, se possível, leve a peça velha.

Como conservar as borrachas da pedaleira da XT 660R

Conservar as borrachas da pedaleira é simples: limpeza certa, nada que deixe a superfície escorregadia e uma olhada de vez em quando no encaixe.

  • Lave com sabão neutro. Água, sabão neutro e escova macia limpam a borracha sem atacar o material. Solvente, querosene e produtos fortes ressecam a superfície e apagam as ranhuras mais rápido.
  • Olhe o encaixe de vez em quando. Uma conferida rápida no encaixe, na lavagem ou na revisão, evita que a borracha do câmbio ou da pedaleira caia na rua. Folga pequena tende a aumentar.
  • Troque em par. As borrachas da mesma posição gastam juntas. Trocar só a de um lado deixa um pé mais firme que o outro. Na pedaleira dianteira e na traseira, prefira trocar o par.
  • Não passe brilho nas borrachas. Silicone, pretinho e outros produtos de brilho deixam a borracha bonita e perigosa. A superfície fica escorregadia, principalmente com sola molhada. Se passar nos plásticos, proteja as pedaleiras e os pedais.

Perguntas frequentes

A borracha da pedaleira caiu. É perigoso?

Dá para chegar em casa com cuidado, mas não é para ficar assim. O metal liso escorrega muito mais, principalmente na chuva, e transmite mais vibração. Troque assim que puder e veja por que ela caiu.

A borracha da pedaleira dianteira serve na traseira?

Normalmente não. A pedaleira dianteira, do piloto, e a traseira, do garupa, costumam ter tamanho e encaixe diferentes, e as borrachas acompanham. Em alguns modelos a mesma borracha serve nas duas posições, mas isso precisa ser confirmado pela aplicação.

Posso adaptar borracha de outro modelo?

Só se o catálogo indicar a mesma aplicação. Adaptação costuma girar ou soltar com o uso, e na pedaleira isso significa pé escorregando. Use a peça do seu modelo e ano.

Posso colar a borracha da pedaleira?

A borracha certa fica firme sem cola. Se ela gira, o encaixe pode estar com óleo, a pedaleira pode ter ferrugem ou a peça pode não ser da aplicação. Cola costuma ser remendo que solta de repente; o ideal é corrigir a causa.

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