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BMW R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma R 1200 GS Adventure Triple Black usada.

  • Big trail
  • 1.170 cc
  • Gasolina
  • ABS
BMW R 1200 GS Adventure Triple Black 2015
Imagem ilustrativa.

FIPE 2015

Sem preço na tabela

Moto
BMW R 1200 GS Adventure Triple Black
Ano-modelo
2015
Geração
2014–2018

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803048-0. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a BMW R 1200 GS Adventure Triple Black

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Como é a R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

A R 1200 GS Adventure Triple Black 2015, da BMW, é uma big trail de 1.170 cc. O ano-modelo 2015 faz parte da geração vendida de 2014 a 2018. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por cardã, com eixo e engrenagens em banho de óleo. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Para quem é uma moto big trail

As big trails são as motos de viagem com alma de trail: rodas grandes, suspensão longa e posição alta, somadas a motor de cilindrada elevada e equipamentos de conforto. Servem a quem roda muito, muitas vezes em dupla e com malas, e quer uma moto capaz de enfrentar trechos sem asfalto no caminho.

O custo de manutenção acompanha o porte: pneus, pastilhas, revisões e peças custam mais do que numa moto média. Na compra de uma usada, histórico completo e revisões em dia são o principal sinal de boa procedência.

As versões da R 1200 GS em 2015

A R 1200 GS Adventure Triple Black não era a única R 1200 GS de 2015: havia mais 4 versões. Compare o que muda antes de escolher.

Peças e medidas da R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

Estas são as medidas que mais se procura para a R 1200 GS Adventure Triple Black 2015. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma R 1200 GS Adventure Triple Black 2015 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Cardã ou correia. Se a transmissão final é por cardã, procure vazamento de óleo na carcaça e na junta com a roda e repare se há ruído ou tranco ao acelerar e soltar. Se é por correia dentada, olhe os dentes: trincas, dentes faltando ou fios aparecendo pedem troca. Pergunte quando foi feita a última manutenção prevista no manual.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.

O que a idade pede na BMW R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2015 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 11 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da R 1200 GS Adventure Triple Black ainda for a original, numa moto de 11 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 11 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 11 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a R 1200 GS Adventure Triple Black 2015.

Todos os anos da R 1200 GS Adventure Triple Black

A R 1200 GS Adventure Triple Black foi vendida em 7 anos-modelo, de 2012 a 2018. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

Medidas e especificações
Cilindrada1.170 cc
CombustívelGasolina
Vela de igniçãoNGK LMAR8D-J conferido
Pneu dianteiro120/70R19 conferido
Pneu traseiro170/60R17 conferido
Óleo do motorSAE 5W-40 API SL | 4,0 L na troca com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Óleo de bengalaSAE 10 | 485 ml por tubo (Telelever)
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Sim
RodasRaiadas
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da R 1200 GS Adventure Triple Black 2015

As peças desta moto são as da geração 2014–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quantas cilindradas tem a R 1200 GS Adventure Triple Black 2015?

A R 1200 GS Adventure Triple Black 2015 tem 1.170 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual o óleo da R 1200 GS Adventure Triple Black 2015?

A referência para o motor é SAE 5W-40 API SL | 4,0 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a medida do pneu da R 1200 GS Adventure Triple Black 2015?

Dianteiro 120/70R19 e traseiro 170/60R17.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.

Quilometragem alta é problema?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Na dúvida, peça a avaliação de um mecânico.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.