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Suzuki V-Strom 650 2011

Preço FIPE do ano-modelo 2011, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma V-Strom 650 usada.

  • Big trail
  • 645 cc
  • Gasolina
  • ABS
Suzuki V-Strom 650 2011
Imagem ilustrativa.

FIPE 2011

R$ 28.484

Moto
Suzuki V-Strom 650
Ano-modelo
2011
Geração
2009–2011
Calibragem
dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825053-7. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki V-Strom 650

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A Suzuki V-Strom 650 2011 em resumo

Do ano-modelo 2011, a Suzuki V-Strom 650 é uma big trail de 645 cc. Ela pertence à geração 2009–2011, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, o peso, 220 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 22,0 litros (incluindo reserva); o banco fica a 820 mm do chão.

Quanto vale a V-Strom 650 2011

Pela FIPE de outubro de 2026, a V-Strom 650 ano 2011 está cotada em R$ 28.484. A do ano 2010 sai por R$ 27.789 (+2,5% de diferença); a de 2012 custa R$ 29.413. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2022, R$ 46.818), a 2011 vale 39% menos, uma média de 4,4% por ano.

Na comparação com as 18 motos big trail 2011 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 3 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

A V-Strom 650 e o jeito big trail de andar

As big trails são as motos de viagem com alma de trail: rodas grandes, suspensão longa e posição alta, somadas a motor de cilindrada elevada e equipamentos de conforto. Servem a quem roda muito, muitas vezes em dupla e com malas, e quer uma moto capaz de enfrentar trechos sem asfalto no caminho.

O custo de manutenção acompanha o porte: pneus, pastilhas, revisões e peças custam mais do que numa moto média. Na compra de uma usada, histórico completo e revisões em dia são o principal sinal de boa procedência.

Medidas de manutenção da V-Strom 650 2011

Estas são as medidas que mais se procura para a V-Strom 650 2011. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

V-Strom 650 2011 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Uma moto 2011 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir folga na balança e nos rolamentos.

Cuidados que acompanham uma moto 2011

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.

Alternativas à V-Strom 650 2011

Quem procura uma V-Strom 650 2011 costuma comparar com outras motos big trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da V-Strom 650

Anos-modelo da V-Strom 650 no catálogo, de 2022 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da V-Strom 650 2011

Medidas e especificações
Cilindrada645 cc
CombustívelGasolina
Peso220 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque22,0 litros (incluindo reserva) conferido
Altura do banco820 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 10Ah (YTX12-BS)
Vela de igniçãoNGK CR8E
Pneu dianteiro110/80 R19 M/C 59H
Pneu traseiro150/70 R17 M/C 69H
Relação (kit)passo 525 | coroa 47 | pinhão 15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SF/SG JASO MA | 2,3 L na troca, 2,7 L com filtro
Lâmpada do farol2x 12V 60/55W (H4)
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da V-Strom 650 2011

As peças desta moto são as da geração 2009–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da V-Strom 650 2011?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 650 2011 vale R$ 28.484 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a medida do pneu da V-Strom 650 2011?

Dianteiro 110/80 R19 M/C 59H e traseiro 150/70 R17 M/C 69H.

Quantas libras vai no pneu da V-Strom 650 2011?

Com os pneus frios: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual o óleo da V-Strom 650 2011?

A referência para o motor é SAE 10W-40 API SF/SG JASO MA | 2,3 L na troca, 2,7 L com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a V-Strom 650 2011?

A V-Strom 650 2011 tem 645 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a capacidade do tanque da V-Strom 650 2011?

O tanque da V-Strom 650 2011 leva 22,0 litros (incluindo reserva).

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.