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Suzuki V-Strom 650 2017

Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma V-Strom 650 usada.

  • Big trail
  • 645 cc
  • Gasolina
  • 71,0 cv
  • ABS
Suzuki V-Strom 650 2017
Imagem ilustrativa.

FIPE 2017

R$ 37.391

Moto
Suzuki V-Strom 650
Ano-modelo
2017
Geração
2017–2022
Calibragem
dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 825053-7. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Suzuki V-Strom 650

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Como é a V-Strom 650 2017

A V-Strom 650 2017, da Suzuki, é uma big trail de 645 cc. Ela pertence à geração 2017–2022, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a V-Strom 650 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Em números, a potência é de 71 cv a 8.800 rpm; o torque, 6,32 kgf.m a 6.300 rpm; o tanque leva 20 litros.

A V-Strom 650 2017 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 650 2017 vale R$ 37.391. A do ano 2016 sai por R$ 34.643 (+7,9% de diferença); a V-Strom 650 2018 está em R$ 39.396. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2022, R$ 46.818), a 2017 vale 20% menos, uma média de 4,4% por ano.

Entre as 38 motos big trail ano 2017 com preço na FIPE, 3 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A V-Strom 650 e o jeito big trail de andar

Quem compra uma big trail geralmente quer estrada: viagens longas, com bagagem, em asfalto bom ou ruim. O motor forte trabalha com folga, a posição de pilotagem é ereta e a proteção aerodinâmica cansa menos o piloto. Algumas encaram trilhas de verdade; outras são mais felizes no asfalto e na terra batida.

Usadas, aparecem muitas vezes com malas, protetores e faróis auxiliares. Isso agrega valor, mas pede uma olhada na instalação elétrica. E, por serem altas e pesadas, tombos parados são comuns e merecem atenção na vistoria, principalmente em protetores, malas e manetes.

As versões da V-Strom 650 em 2017

A V-Strom 650 não era a única V-Strom 650 de 2017: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.

Medidas de manutenção da V-Strom 650 2017

Para a manutenção da V-Strom 650 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Suzuki V-Strom 650 2017 usada: o que olhar

Uma moto 2017 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
  • Luz da injeção. Ao ligar a chave, a luz de anomalia da injeção deve acender no autoteste e apagar com a moto funcionando. Se ela fica acesa ou pisca, há falha registrada na central. Também é suspeito se a luz nem acende: pode ter sido desligada para esconder defeito. Uma leitura com scanner, em oficina, mostra o que está gravado.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.

A manutenção que uma V-Strom 650 2017 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. O aditivo do radiador tem prazo: com o tempo, perde a proteção contra corrosão e superaquecimento. Mangueiras e abraçadeiras também envelhecem e ficam duras, rachadas ou inchadas. Numa moto de 9 anos, pergunte quando o líquido foi trocado e, com o motor frio, aperte as mangueiras para sentir se ainda estão flexíveis.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 9 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 9 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.

Alternativas à V-Strom 650 2017

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos big trail são as alternativas mais diretas à V-Strom 650:

Todos os anos da V-Strom 650

Anos-modelo da V-Strom 650 no catálogo, de 2022 a 2009, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da V-Strom 650 2017

Medidas e especificações
Cilindrada645 cc
CombustívelGasolina
Potência71 cv a 8.800 rpm conferido
Torque6,32 kgf.m a 6.300 rpm conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual) conferido
Bateria12V 10Ah (YTX12-BS)
Vela de igniçãoNGK MR8E-9
Pneu dianteiro110/80 R19 M/C 59V
Pneu traseiro150/70 R17 M/C 69V
Relação (kit)passo 525 | coroa 47 | pinhão 15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SH/SJ/SL JASO MA
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da V-Strom 650 2017

As peças desta moto são as da geração 2017–2022. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da V-Strom 650 2017?

Na referência de outubro de 2026, a Suzuki V-Strom 650 2017 vale R$ 37.391 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas cilindradas tem a V-Strom 650 2017?

A V-Strom 650 2017 tem 645 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a potência da V-Strom 650 2017?

Pela ficha do fabricante, 71 cv a 8.800 rpm, com torque de 6,32 kgf.m a 6.300 rpm.

Qual pneu usa a V-Strom 650 2017?

Dianteiro 110/80 R19 M/C 59V e traseiro 150/70 R17 M/C 69V.

Quantos litros cabem no tanque da V-Strom 650 2017?

O tanque da V-Strom 650 2017 leva 20 litros.

Quantas libras vai no pneu da V-Strom 650 2017?

Com os pneus frios: dianteiro 36 psi; traseiro 42 psi (a frio, valor único do manual). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

O mais seguro é uma revisão geral, com troca dos fluidos de prazo vencido ou desconhecido, como óleo do motor e fluido de freio, e verificação de pneus, freios, transmissão, suspensão e parte elétrica. Assim você zera as dúvidas e passa a ter um histórico próprio para cuidar da moto daqui para a frente.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter aceitação restrita.