Yamaha XT 660Z Ténéré 2017
Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 660Z Ténéré usada.
- Big trail
- 660 cc
- Gasolina
FIPE 2017
R$ 39.370
- Moto
- Yamaha XT 660Z Ténéré
- Ano-modelo
- 2017
- Geração
- 2011–2017
- Calibragem
- até 90 kg: dianteiro 30 psi; traseiro 33 psi / de 90 a 190 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi; fora de estrada: 29 psi / 29 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827083-0. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XT 660Z Ténéré
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Anunciar nesta páginaComo é a XT 660Z Ténéré 2017
A XT 660Z Ténéré 2017, da Yamaha, é uma big trail de 660 cc. Ela pertence à geração 2011–2017, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Na ficha do fabricante, o peso, 208,5 kg (com óleo e combustível); o tanque leva 23 litros (reserva de 6,7 L); o banco fica a 896 mm do chão.
A XT 660Z Ténéré 2017 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a XT 660Z Ténéré ano 2017 está cotada em R$ 39.370. A do ano 2016 sai por R$ 37.518 (+4,9% de diferença).
Na comparação com as 38 motos big trail 2017 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 5 modelos custam menos.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma big trail
As big trails são as motos de viagem com alma de trail: rodas grandes, suspensão longa e posição alta, somadas a motor de cilindrada elevada e equipamentos de conforto. Servem a quem roda muito, muitas vezes em dupla e com malas, e quer uma moto capaz de enfrentar trechos sem asfalto no caminho.
O custo de manutenção acompanha o porte: pneus, pastilhas, revisões e peças custam mais do que numa moto média. Na compra de uma usada, histórico completo e revisões em dia são o principal sinal de boa procedência.
Medidas de manutenção da XT 660Z Ténéré 2017
Medidas de manutenção da XT 660Z Ténéré 2017, com link para a página de cada peça:
- Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54S
- Pneu traseiro: 130/80-17 M/C 65S
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): até 90 kg: dianteiro 30 psi; traseiro 33 psi / de 90 a 190 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi; fora de estrada: 29 psi / 29 psi
XT 660Z Ténéré 2017 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XT 660Z Ténéré, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
A manutenção que uma XT 660Z Ténéré 2017 pede
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2017 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 9 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
Motos parecidas com a XT 660Z Ténéré 2017
Quem procura uma XT 660Z Ténéré 2017 costuma comparar com outras motos big trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Honda NC 750X 2017 · R$ 40.890 · 745 cc
- Suzuki V-Strom 650 XT 2017 · R$ 37.842 · 645 cc
- BMW F 700 GS 2017 · R$ 36.955 · 798 cc
- Kawasaki Versys 650 Tourer 2017 · R$ 36.213 · 649 cc
- Suzuki V-Strom 1000 2017 · R$ 43.211 · 1.037 cc
- Triumph Tiger 800 XCa 2017 · R$ 44.760 · 799 cc
- Yamaha XT 660 R 2017 · R$ 44.948 · 660 cc
- BMW F 800 GS (798 cc) 2017 · R$ 46.235 · 798 cc
Todos os anos da XT 660Z Ténéré
Anos-modelo da XT 660Z Ténéré no catálogo, de 2017 a 2011, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XT 660Z Ténéré 2017
| Cilindrada | 660 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 208,5 kg (com óleo e combustível) conferido |
| Tanque | 23 litros (reserva de 6,7 L) conferido |
| Altura do banco | 896 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | até 90 kg: dianteiro 30 psi; traseiro 33 psi / de 90 a 190 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi; fora de estrada: 29 psi / 29 psi conferido |
| Pneu dianteiro | 90/90-21 M/C 54S |
| Pneu traseiro | 130/80-17 M/C 65S |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XT 660Z Ténéré 2017
As peças desta moto são as da geração 2011–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XT 660Z Ténéré 2017?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 660Z Ténéré 2017 vale R$ 39.370 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da XT 660Z Ténéré 2017?
A XT 660Z Ténéré 2017 tem 660 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Qual a calibragem do pneu da XT 660Z Ténéré 2017?
Com os pneus frios: até 90 kg: dianteiro 30 psi; traseiro 33 psi / de 90 a 190 kg: dianteiro 33 psi; traseiro 36 psi; fora de estrada: 29 psi / 29 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a XT 660Z Ténéré 2017?
O peso informado pelo fabricante é 208,5 kg (com óleo e combustível).
Qual a medida do pneu da XT 660Z Ténéré 2017?
Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 130/80-17 M/C 65S.
Quantos litros cabem no tanque da XT 660Z Ténéré 2017?
O tanque da XT 660Z Ténéré 2017 leva 23 litros (reserva de 6,7 L).
Onde consultar recall da moto?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.
É seguro comprar moto anunciada na internet?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.