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Triumph Tiger 800 XRx 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Tiger 800 XRx usada.

  • Big trail
  • 799 cc
  • Gasolina
  • ABS
Triumph Tiger 800 XRx 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 44.203

Moto
Triumph Tiger 800 XRx
Ano-modelo
2016
Geração
2015–2017

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826047-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Triumph Tiger 800 XRx

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Tiger 800 XRx 2016: o essencial

A Tiger 800 XRx 2016, da Triumph, é uma big trail de 799 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2015 a 2017. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é elétrica, só no botão. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Quanto vale a Tiger 800 XRx 2016

Pela FIPE de outubro de 2026, a Tiger 800 XRx ano 2016 está cotada em R$ 44.203. A do ano 2015 sai por R$ 42.294 (+4,5% de diferença); a Tiger 800 XRx 2017 está em R$ 45.340. Comparada com a 2020 (R$ 51.539), a moto de 2016 custa 14% a menos: em média, perdeu 3,8% de valor a cada ano.

Na comparação com as 34 motos big trail 2016 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 16 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

Para quem é uma moto big trail

Big trail é a aventureira de cilindrada alta, pensada para viajar longe com conforto, levar garupa e bagagem e, quando preciso, sair do asfalto. Costuma ter tanque grande, proteção contra o vento, suspensão de curso longo e, nos modelos mais recentes, bastante eletrônica, como modos de pilotagem, controle de tração e ABS que pode ser ajustado para a terra.

É uma moto alta e pesada, que pede experiência. Na usada, o consumo de pneus, freios e transmissão e os acessórios de viagem instalados entram na conta, assim como o histórico de revisões.

As versões da Tiger 800 em 2016

Em 2016, a família Tiger 800 tinha 6 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Tiger 800 XC 2016 (R$ 42.863): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
  • Tiger 800 XCa 2016 (R$ 43.668): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
  • Tiger 800 XCx 2016 (R$ 42.948): rodas raiadas (nesta: liga leve); pneus com câmara sim (nesta: não).
  • Tiger 800 XR 2016 (R$ 41.945): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • Tiger 800 XRx Low 2016 (R$ 43.009): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Peças e medidas da Tiger 800 XRx 2016

Para a manutenção da Tiger 800 XRx 2016, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Tiger 800 XRx 2016 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo muito mais caro do que trocar discos.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
  • Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.

A manutenção que uma Tiger 800 XRx 2016 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, especialmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.

Alternativas à Tiger 800 XRx 2016

Quem procura uma Tiger 800 XRx 2016 costuma comparar com outras motos big trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Todos os anos da Tiger 800 XRx

A Tiger 800 XRx foi vendida em 6 anos-modelo, de 2015 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2020 · R$ 51.539
  • 2019 · R$ 50.247
  • 2018 · R$ 48.256
  • 2017 · R$ 45.340
  • 2016 · R$ 44.203
  • 2015 · R$ 42.294

Ficha técnica da Tiger 800 XRx 2016

Medidas e especificações
Cilindrada799 cc
CombustívelGasolina
Vela de igniçãoNGK CR9EK conferido
Pneu dianteiro100/90-19 57V conferido
Pneu traseiro150/70R17 69V conferido
Relação (kit)passo 525 | coroa 50 | pinhão 16 | 124 elos conferido
Óleo do motorSAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,6 L na troca com filtro conferido
Filtro de arpapel seco conferido
Lâmpada do farolH4 55/60W (x2) conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSSim
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorEletrônico
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Tiger 800 XRx 2016

As peças desta moto são as da geração 2015–2017. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Tiger 800 XRx 2016 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Triumph Tiger 800 XRx 2016 vale R$ 44.203 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Que óleo usar na Tiger 800 XRx 2016?

A referência para o motor é SAE 10W-40 ou 10W-50 semi/sintético API SH ou sup. + JASO MA | 3,6 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Quantas cilindradas tem a Tiger 800 XRx 2016?

A Tiger 800 XRx 2016 tem 799 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da Tiger 800 XRx 2016?

Dianteiro 100/90-19 57V e traseiro 150/70R17 69V.

Moto com 10 anos é isenta de IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.

O que fazer logo depois de comprar a moto usada?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Onde consultar recall da moto?

O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.