Yamaha XT 660 R 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 660 R usada.
- Big trail
- 660 cc
- Gasolina
- 48,0 cv
FIPE 2016
R$ 43.851
- Moto
- Yamaha XT 660 R
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2005–2018
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827050-3. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Yamaha XT 660 R
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Anunciar nesta páginaA Yamaha XT 660 R 2016 em resumo
Do ano-modelo 2016, a Yamaha XT 660 R é uma big trail de 660 cc. Ela pertence à geração 2005–2018, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a XT 660 R depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 48 cv a 6.000 rpm; o torque, 6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm; o peso, 172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012); o tanque leva 15 litros; o banco fica a 865 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 3,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Preço FIPE da XT 660 R 2016
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XT 660 R 2016 vale R$ 43.851. A XT 660 R 2015 fica em R$ 42.781 (+2,5% de diferença); a de 2017 custa R$ 44.948. Comparada com a 2018 (R$ 50.055), a moto de 2016 custa 12% a menos: em média, perdeu 6,4% de valor a cada ano.
Entre as 34 motos big trail ano 2016 com preço na FIPE, 14 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A XT 660 R e o jeito big trail de andar
Big trail é a aventureira de cilindrada alta, pensada para viajar longe com conforto, levar garupa e bagagem e, quando preciso, sair do asfalto. Costuma ter tanque grande, proteção contra o vento, suspensão de curso longo e, nos modelos mais recentes, bastante eletrônica, como modos de pilotagem, controle de tração e ABS que pode ser ajustado para a terra.
É uma moto alta e pesada, que pede experiência. Na usada, o consumo de pneus, freios e transmissão e os acessórios de viagem instalados entram na conta, assim como o histórico de revisões.
Peças e medidas da XT 660 R 2016
Estas são as medidas que mais se procura para a XT 660 R 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 90/90-21 M/C 54S
- Pneu traseiro: 130/80-17 M/C 65S
- Fluido de freio: DOT 4
Comprando uma Yamaha XT 660 R 2016 usada: o que olhar
Uma moto 2016 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
O que a idade pede na Yamaha XT 660 R 2016
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
Documentos e negociação da XT 660 R 2016
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
Outras motos big trail 2016 na mesma faixa de preço
Quem procura uma XT 660 R 2016 costuma comparar com outras motos big trail do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Triumph Tiger 800 XCa 2016 · R$ 43.668 · 799 cc
- BMW F 800 GS Adventure 2016 · R$ 44.051 · 798 cc
- Suzuki V-Strom 1000 2016 · R$ 42.157 · 1.037 cc
- Kawasaki Versys 1000 2016 · R$ 45.612 · 1.043 cc
- Ducati Multistrada 1200 2016 · R$ 46.182 · 1.198 cc
- Triumph Tiger Explorer XCx 2016 · R$ 47.530 · 1.215 cc
- Yamaha XT 660Z Ténéré 2016 · R$ 37.518 · 660 cc
A XT 660 R em outros anos
Anos-modelo da XT 660 R no catálogo, de 2018 a 2005, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XT 660 R 2016
| Cilindrada | 660 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 48 cv a 6.000 rpm |
| Torque | 6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm |
| Peso | 172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012) |
| Tanque | 15 litros |
| Altura do banco | 865 mm |
| Pneu dianteiro | 90/90-21 M/C 54S |
| Pneu traseiro | 130/80-17 M/C 65S |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Elétrica |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | LED |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Digital (sensor) |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XT 660 R 2016
As peças desta moto são as da geração 2005–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XT 660 R 2016?
Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 660 R 2016 vale R$ 43.851 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a XT 660 R 2016?
O peso informado pelo fabricante é 172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012).
Qual pneu usa a XT 660 R 2016?
Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 130/80-17 M/C 65S.
Qual a potência da XT 660 R 2016?
Pela ficha do fabricante, 48 cv a 6.000 rpm, com torque de 6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm.
Quantas cilindradas tem a XT 660 R 2016?
A XT 660 R 2016 tem 660 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quantos litros cabem no tanque da XT 660 R 2016?
O tanque da XT 660 R 2016 leva 15 litros.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Como saber se a XT 660 R 2016 tem recall pendente?
Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, agende o reparo o quanto antes.
O preço da tabela FIPE é o preço da moto?
A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.