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Yamaha XT 660 R 2012

Preço FIPE do ano-modelo 2012, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XT 660 R usada.

  • Big trail
  • 660 cc
  • Gasolina
  • 48,0 cv
Yamaha XT 660 R 2012
Imagem ilustrativa.

FIPE 2012

R$ 38.468

Moto
Yamaha XT 660 R
Ano-modelo
2012
Geração
2005–2018

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 827050-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Yamaha XT 660 R

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Como é a XT 660 R 2012

Do ano-modelo 2012, a Yamaha XT 660 R é uma big trail de 660 cc. Ela pertence à geração 2005–2018, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a XT 660 R depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.

Pelos números do fabricante, a potência é de 48 cv a 6.000 rpm; o torque, 6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm; o peso, 172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012); o tanque leva 15 litros; o banco fica a 865 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 3,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

A XT 660 R 2012 na tabela FIPE

Pela FIPE de outubro de 2026, a XT 660 R ano 2012 está cotada em R$ 38.468. A XT 660 R 2011 fica em R$ 37.529 (+2,5% de diferença); a XT 660 R 2013 está em R$ 39.430. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2018, R$ 50.055), a 2012 vale 23% menos, uma média de 4,3% por ano.

Na comparação com as 25 motos big trail 2012 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 13 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A XT 660 R e o jeito big trail de andar

Quem compra uma big trail geralmente quer estrada: viagens longas, com bagagem, em asfalto bom ou ruim. O motor forte trabalha com folga, a posição de pilotagem é ereta e a proteção aerodinâmica cansa menos o piloto. Algumas encaram trilhas de verdade; outras são mais felizes no asfalto e na terra batida.

Usadas, aparecem muitas vezes com malas, protetores e faróis auxiliares. Isso agrega valor, mas pede uma olhada na instalação elétrica. E, por serem altas e pesadas, tombos parados são comuns e merecem atenção na vistoria, principalmente em protetores, malas e manetes.

Peças e medidas da XT 660 R 2012

Estas são as medidas que mais se procura para a XT 660 R 2012. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Yamaha XT 660 R 2012 usada: o que olhar

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XT 660 R, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.

A manutenção que uma XT 660 R 2012 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XT 660 R 2012.

  • Chicote e conectores. Uma moto de 14 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 14 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não arriscar o motor.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas entra na negociação.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.

Motos parecidas com a XT 660 R 2012

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos big trail são as alternativas mais diretas à XT 660 R:

Outros anos da XT 660 R

Anos-modelo da XT 660 R no catálogo, de 2018 a 2005, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da XT 660 R 2012

Medidas e especificações
Cilindrada660 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv a 6.000 rpm
Torque6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm
Peso172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012)
Tanque15 litros
Altura do banco865 mm
Pneu dianteiro90/90-21 M/C 54S
Pneu traseiro130/80-17 M/C 65S
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLED
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XT 660 R 2012

As peças desta moto são as da geração 2005–2018. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da XT 660 R 2012?

Na referência de outubro de 2026, a Yamaha XT 660 R 2012 vale R$ 38.468 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos litros cabem no tanque da XT 660 R 2012?

O tanque da XT 660 R 2012 leva 15 litros.

Quantos cavalos tem a XT 660 R 2012?

Pela ficha do fabricante, 48 cv a 6.000 rpm, com torque de 6,1 kgf.m (60 N.m) a 5.250 rpm.

Quantas cilindradas tem a XT 660 R 2012?

A XT 660 R 2012 tem 660 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da XT 660 R 2012?

Dianteiro 90/90-21 M/C 54S e traseiro 130/80-17 M/C 65S.

Quanto pesa a XT 660 R 2012?

O peso informado pelo fabricante é 172 kg (em ordem de marcha, modelo 2011; a fonte dá 181 kg a partir de 2012).

Devo pagar o valor da FIPE?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.

Como evitar golpe na compra de moto usada?

Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais fecham o cerco.

Uma moto 2012 ainda paga IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo quando não há IPVA.