Disco de freio dianteiro da Yamaha XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020
O que define a disco de freio dianteiro certa para a XT 1200Z Super Ténéré desses anos, e onde encontrar.
Disco de freio dianteiro que serve
XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020
- Moto
- Yamaha XT 1200Z Super Ténéré
- Anos
- 2011 a 2020
- Freio dianteiro
- Disco
- Freio traseiro
- Disco
- ABS
- Sim
- Freio combinado (CBS)
- Sim
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com disco de freio dianteiro para a Yamaha XT 1200Z Super Ténéré
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura disco de freio dianteiro para a Yamaha XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO disco de freio dianteiro certo para a XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020
Para o disco de freio dianteiro, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a XT 1200Z Super Ténéré e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2011–2020), e termina na comparação com a peça antiga.
Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a XT 1200Z Super Ténéré e os anos 2011–2020), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.
O trabalho do disco no freio da XT 1200Z Super Ténéré
O disco de freio dianteiro é a superfície contra a qual as pastilhas são pressionadas. Ele é fixado ao cubo por parafusos específicos e, em alguns modelos, é do tipo flutuante: a pista de frenagem é presa a um miolo central por rebites ou buchas, o que permite que ela se acomode com o calor.
Com o uso, a espessura diminui e podem aparecer sulcos, manchas de calor e empeno. Muitos discos trazem gravada a espessura mínima de uso. Abaixo dela, o disco aquece demais e pode deformar ou trincar, e a troca é obrigatória, mesmo que ele ainda pareça bom a olho.
O que muda no disco de freio dianteiro da XT 1200Z Super Ténéré
A XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020 é uma big trail de 1.199 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco. Os freios têm ABS. Há freio combinado (CBS), que distribui a frenagem entre as duas rodas.
Com roda raiada, cubo e aro são peças separadas. A pulsação no manete pode vir do disco ou do cubo. Uma medição com relógio comparador separa as duas coisas.
No sistema CBS, a frenagem é dividida entre as rodas. O disco dianteiro recebe parte do esforço mesmo quando você usa o pedal ou o manete esquerdo. Avalie o disco a cada troca de pastilha.
Na XT 1200Z Super Ténéré, quem roda na terra deve olhar o disco com mais frequência. Riscos fundos e empeno por pancada de pedra são comuns nesse uso.
Como saber se o disco de freio está gasto ou empenado
Com a roda girando devagar no cavalete e uma lanterna, dá para ver boa parte destes sinais. A medição exata fica com a oficina.
- Roda raspando em um ponto. Um "chiado" ritmado, uma vez por volta da roda, com o manete solto, aponta para disco torto. Também pode ser pinça mal alinhada, por isso vale avaliar os dois.
- Trincas. Examine com atenção a região dos furos e a borda do disco. Qualquer trinca, mesmo pequena, condena o disco. Não é peça que se conserte.
- Pastilhas novas gastando rápido. Se as pastilhas novas duram bem menos que as anteriores, o disco pode estar muito riscado, fino ou com superfície endurecida. Pastilha nova em disco ruim nunca assenta direito.
- Freio fraco mesmo com pastilha boa. Disco espelhado ou contaminado reduz o atrito, e a frenagem cai mesmo com pastilha nova. Limpeza com produto próprio às vezes resolve; quando não resolve, o disco precisa ser avaliado para troca.
- Degrau na borda. Com o tempo, a pastilha gasta a pista e deixa uma borda mais alta na beira do disco. Esse degrau é sinal de desgaste acumulado e atrapalha a medição com paquímetro, que pode dar valor errado.
O que conferir antes de comprar o disco dianteiro
Disco de freio não tem medida universal: diâmetro, espessura, furação e formato são do modelo. A compra é feita pela aplicação.
- Furação e encaixe no cubo. Número de parafusos, distância entre eles e diâmetro do furo central precisam bater com o cubo da roda. Compare com o disco antigo antes de levar.
- Aplicação: modelo, ano e posição. O disco é escolhido pela aplicação. Disco dianteiro e traseiro são diferentes, e versões com e sem ABS podem ter discos distintos.
- Distância até o cubo. Além da furação, o disco precisa ficar na mesma distância do cubo que o original, para ficar no centro da pinça. Disco que fica deslocado raspa num lado da pinça e gasta as pastilhas de forma desigual.
- Sentido de rotação. Procure uma seta gravada ou a orientação do fabricante. Em discos com desenho assimétrico, o lado e o sentido de rotação fazem diferença.
- Parafusos novos ou próprios. Parafuso de disco não é qualquer parafuso. Use os indicados pelo fabricante, com a trava e o aperto do manual.
Como é feita a troca do disco dianteiro da XT 1200Z Super Ténéré
A troca do disco exige tirar a roda dianteira, soltar parafusos com aperto alto e montar tudo com torquímetro. É serviço de oficina. Saber os passos ajuda a cobrar um trabalho completo.
- Tire a pinça e a roda. A pinça sai primeiro e fica amarrada ao garfo. Em seguida, o eixo e a roda. Separe os espaçadores de cada lado na ordem em que saíram.
- Solte os parafusos do disco. Com a roda apoiada sem pressionar o disco, solte os parafusos em cruz com a ferramenta certa, para não espanar a cabeça. Muitos vêm com trava química e exigem força firme e constante.
- Limpe o assento no cubo. A superfície do cubo onde o disco encosta precisa estar limpa e lisa. Sujeira, ferrugem ou resto de trava química ali fazem o disco novo ficar torto, como se estivesse empenado.
- Instale o disco novo no sentido certo. Disco no lado certo, parafusos indicados e aperto em cruz, no torque do manual. Aperto irregular pode deformar o disco já na montagem.
- Limpe a pista do disco. Disco novo costuma vir com uma película protetora contra ferrugem. Limpe as duas faces com produto próprio para freio e pano limpo, sem tocar a pista com os dedos.
- Avalie pastilhas e pinça. Pastilha velha em disco novo raramente assenta bem. Na maioria dos casos, a troca é feita junto, com a pinça limpa e revisada.
- Monte a roda e a pinça. Roda no lugar, eixo apertado e pinça fixada no garfo com o aperto do manual. O disco deve passar centralizado dentro da pinça.
- Bombeie e faça o assentamento. Acione o manete até ele ficar firme antes de rodar. Depois, faça frenagens moderadas e progressivas nos primeiros quilômetros, sem travar a roda, para pastilhas e disco se acomodarem.
Depois de alguns dias, peça para conferir de novo o aperto dos parafusos do disco e da pinça. Se o manete pulsar com disco novo, o problema pode estar no assento do cubo, no aperto irregular ou na roda. Volte à oficina antes de se acostumar com o defeito.
O que não fazer na troca do disco
Na troca e no uso do disco, alguns erros se repetem nas oficinas. Quase todos custam caro ou comprometem a frenagem.
- Montar no lado ou no sentido errado. Disco com seta de rotação ou desenho assimétrico montado ao contrário trabalha pior: escoa menos água, pode aquecer mais e fazer barulho. Antes de apertar os parafusos, verifique o lado e o sentido indicados pelo fabricante.
- Disco novo com pastilha velha. Economizar na pastilha ao trocar o disco costuma sair caro: o freio não fica bom e o disco novo começa a vida marcado.
- Ignorar a causa do empeno. Disco não empena sozinho. Pinça travando, pancada, aperto errado e calor excessivo são as causas mais comuns. Resolva a causa junto com a troca.
- Usar parafuso comum. Trocar o parafuso do disco por um "qualquer" da caixa da oficina é erro grave. É ele que segura o disco na roda durante a frenagem.
Disco de freio no dia a dia
Cuidar do disco é, em grande parte, cuidar das pastilhas e da pinça. Veja o que ajuda.
- Troque a pastilha no limite. Pastilha que chega ao metal risca o disco em poucas frenagens. Verifique a espessura das pastilhas com frequência e troque no limite do manual para preservar o disco.
- Pinça livre e limpa. Se a roda dianteira fica pesada para girar com o freio solto, a pinça pode estar presa. Isso aquece e empena o disco. Resolva logo.
- Apoio correto da roda. Na borracharia ou em casa, peça que a roda seja apoiada sem pressionar o disco. É um detalhe que evita trepidação depois.
- Água fria em disco muito quente. Choque térmico não faz bem ao disco. Depois de uma descida forte ou de muitas frenagens seguidas, deixe a roda esfriar antes de molhar.
O disco de freio dianteiro nos outros anos da XT 1200Z Super Ténéré
No catálogo, a XT 1200Z Super Ténéré aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 2011 e 2020. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o disco de freio dianteiro pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão XT 1200Z Super Ténéré 60th Anniversary 2017.
Valor da XT 1200Z Super Ténéré e custo do reparo
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha XT 1200Z Super Ténéré dos anos 2011–2020 vai de R$ 44.457 (2011) a R$ 75.788 (2020). Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2020 | R$ 75.788 |
| 2019 | R$ 66.482 |
| 2018 | R$ 61.983 |
| 2017 | R$ 58.477 |
| 2016 | R$ 57.050 |
| 2015 | R$ 55.658 |
| 2014 | R$ 51.514 |
| 2013 | R$ 48.230 |
Disco de freio dianteiro nos outros anos e versões da XT 1200Z Super Ténéré
| Versão | Anos |
|---|---|
| XT 1200Z Super Ténéré (esta página) | 2011–2020 |
| XT 1200Z Super Ténéré 60th Anniversary | 2017 |
Outras peças da XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Ficha técnica completa da Yamaha XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020
Perguntas frequentes
Posso usar o disco de freio dianteiro de outro modelo na XT 1200Z Super Ténéré?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a XT 1200Z Super Ténéré 2011–2020. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Posso trocar o disco em casa?
Não é complicado para quem já fez, mas exige torquímetro, trava nos parafusos e cuidado com limpeza e alinhamento. Na dúvida, a oficina é o caminho mais seguro, porque o erro só aparece na hora de frear.
Posso usar disco parecido?
Só se a aplicação confirmar. Diâmetro, espessura, furação e distância até o cubo precisam bater. Disco de outro modelo pode até entrar no cubo e ficar fora do centro da pinça.
Dá para desempenar o disco de freio?
Em geral, não. Disco de moto é fino e, depois de empenado, a solução segura é a troca. Retífica só faz sentido se a espessura final ficar acima da mínima, o que raramente acontece.
Freio trepidando na frente, o que pode ser?
A causa mais comum é disco empenado ou com espessura irregular. Também pode ser assento sujo no cubo, aperto irregular dos parafusos, roda empenada ou rolamento com folga. A oficina confirma com relógio comparador.
Disco de freio dianteiro de moto: guia geral e lista de motos