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Shineray Phoenix 50 2016

Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Phoenix 50 usada.

  • Ciclomotor
  • 48 cc
  • Gasolina
  • 5,6 cv
Shineray Phoenix 50 2016
Imagem ilustrativa.

FIPE 2016

R$ 3.707

Moto
Shineray Phoenix 50
Ano-modelo
2016
Geração
2011–2025
Calibragem
só piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850011-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Shineray Phoenix 50

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Phoenix 50 2016: o essencial

Do ano-modelo 2016, a Shineray Phoenix 50 é um ciclomotor de 48 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2011 a 2025. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A Phoenix 50 tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Atrás, o freio é a tambor, com lonas (sapatas).

Pelos números do fabricante, a potência é de 5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI); o torque, 0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI); o peso, 93 kg (peso líquido, conforme manual); o tanque leva 3,5 litros (ficha técnica; o texto do manual cita 3 L de volume interno incluindo a reserva); o banco fica a 760 mm do chão. Isso dá cerca de 16,6 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

A Phoenix 50 2016 na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Shineray Phoenix 50 2016 vale R$ 3.707. A do ano 2015 sai por R$ 3.548 (+4,5% de diferença); a de 2017 custa R$ 3.877. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2025, R$ 7.032), a 2016 vale 47% menos, uma média de 6,9% por ano.

Na comparação com as 13 motos ciclomotor 2016 da tabela, ela fica na faixa mais barata: 3 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A Phoenix 50 e o jeito ciclomotor de andar

Quem escolhe um ciclomotor quer o básico: um veículo pequeno, de manutenção barata e consumo muito baixo, para rodar perto de casa todos os dias. Ele não foi feito para estrada nem para vias rápidas, e o desempenho reflete isso. Em troca, é fácil de estacionar, leve para manobrar e simples de pilotar.

As regras para ciclomotores mudaram nos últimos anos, e hoje registro, placa e habilitação são exigidos. Antes de comprar um usado, pergunte ao Detran se ele está regularizado ou o que falta para isso, e só então olhe a mecânica.

Medidas de manutenção da Phoenix 50 2016

Estas são as medidas que mais se procura para a Phoenix 50 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

O que conferir antes de comprar uma Phoenix 50 2016 usada

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.

A manutenção que uma Phoenix 50 2016 pede

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Phoenix 50 2016.

  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
  • Bateria. Bateria de moto tem vida limitada e perde capacidade com os anos, mesmo bem cuidada. Se a da Phoenix 50 ainda for a original, numa moto de 10 anos, ela pode estar perto do fim. Pergunte quando foi trocada, observe partida, buzina e piscas e, na dúvida, peça para medir a tensão e testar o sistema de carga.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.

Documentos e negociação da Phoenix 50 2016

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.

Outras motos ciclomotor 2016 na mesma faixa de preço

Quem procura uma Phoenix 50 2016 costuma comparar com outras motos ciclomotor do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

Outros anos da Phoenix 50

A Phoenix 50 foi vendida em 15 anos-modelo, de 2011 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da Phoenix 50 2016

Medidas e especificações
Cilindrada48 cc
CombustívelGasolina
Potência5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI) conferido
Torque0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI) conferido
Peso93 kg (peso líquido, conforme manual) conferido
Tanque3,5 litros (ficha técnica; o texto do manual cita 3 L de volume interno incluindo a reserva) conferido
Altura do banco760 mm conferido
Calibragem dos pneussó piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi conferido
Bateria12V 5Ah (selada)
Vela de igniçãoNGK CR7HSA
Pneu dianteiro2.50-17
Pneu traseiro2.75-17
Óleo do motorSAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio traseiroTambor
ABSNão
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Phoenix 50 2016

As peças desta moto são as da geração 2011–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Phoenix 50 2016 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Shineray Phoenix 50 2016 vale R$ 3.707 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a capacidade do tanque da Phoenix 50 2016?

O tanque da Phoenix 50 2016 leva 3,5 litros (ficha técnica; o texto do manual cita 3 L de volume interno incluindo a reserva).

Quanto pesa a Phoenix 50 2016?

O peso informado pelo fabricante é 93 kg (peso líquido, conforme manual).

Qual o óleo da Phoenix 50 2016?

A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a calibragem do pneu da Phoenix 50 2016?

Com os pneus frios: só piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi. Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a potência da Phoenix 50 2016?

Pela ficha do fabricante, 5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI), com torque de 0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI).

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.

Vale a pena fazer seguro da moto?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.