Shineray Phoenix 50 2017
Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Phoenix 50 usada.
- Ciclomotor
- 48 cc
- Gasolina
- 5,6 cv
FIPE 2017
R$ 3.877
- Moto
- Shineray Phoenix 50
- Ano-modelo
- 2017
- Geração
- 2011–2025
- Calibragem
- só piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 850011-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Shineray Phoenix 50
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Anunciar nesta páginaA Shineray Phoenix 50 2017 em resumo
A Phoenix 50 2017, da Shineray, é um ciclomotor de 48 cc. O ano-modelo 2017 faz parte da geração vendida de 2011 a 2025. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio traseiro é a tambor.
Pelos números do fabricante, a potência é de 5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI); o torque, 0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI); o peso, 93 kg (peso líquido, conforme manual); o tanque leva 3,5 litros (ficha técnica; o texto do manual cita 3 L de volume interno incluindo a reserva); o banco fica a 760 mm do chão. Isso dá cerca de 16,6 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
A Phoenix 50 2017 na tabela FIPE
O preço médio da Phoenix 50 2017 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 3.877. A Phoenix 50 2016 fica em R$ 3.707 (+4,6% de diferença); a Phoenix 50 2018 está em R$ 4.073. Comparada com a 2025 (R$ 7.032), a moto de 2017 custa 45% a menos: em média, perdeu 7,2% de valor a cada ano.
Entre as 13 motos ciclomotor ano 2017 com preço na FIPE, 4 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A Phoenix 50 e o jeito ciclomotor de andar
Quem escolhe um ciclomotor quer o básico: um veículo pequeno, de manutenção barata e consumo muito baixo, para rodar perto de casa todos os dias. Ele não foi feito para estrada nem para vias rápidas, e o desempenho reflete isso. Em troca, é fácil de estacionar, leve para manobrar e simples de pilotar.
As regras para ciclomotores mudaram nos últimos anos, e hoje registro, placa e habilitação são exigidos. Antes de comprar um usado, pergunte ao Detran se ele está regularizado ou o que falta para isso, e só então olhe a mecânica.
Peças e medidas da Phoenix 50 2017
Medidas de manutenção da Phoenix 50 2017, com link para a página de cada peça:
- Bateria: 12V 5Ah (selada)
- Vela de ignição: NGK CR7HSA
- Pneu dianteiro: 2.50-17
- Pneu traseiro: 2.75-17
- Óleo do motor: SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca
- Calibragem dos pneus (a frio): só piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi
O que conferir antes de comprar uma Phoenix 50 2017 usada
Uma moto 2017 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, nunca só da corrente.
- Parte elétrica e luzes do painel. Um a um, acione os comandos: luzes, setas, buzina e luz de freio pelo manete e pelo pedal. Veja se o painel acende por completo e se os alertas se apagam com a moto funcionando. Sob o banco e atrás das tampas, procure fios descascados, emendas torcidas e alarme ou rastreador mal instalado, causas comuns de defeito intermitente.
O que a idade pede na Shineray Phoenix 50 2017
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Fluido de freio. Fluido escuro no reservatório do manete mostra que a troca passou da hora. Mesmo sem mudar de cor, ele envelhece porque puxa umidade, e o freio pode perder eficiência numa frenagem longa. Siga o prazo em tempo do manual e, sem histórico, troque logo após a compra, em oficina, com sangria bem feita.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Ciclomotor também tem documento. Ciclomotores precisam de registro, placa e licenciamento, e quem pilota precisa de habilitação na categoria A ou da autorização para conduzir ciclomotor (ACC). As regras foram atualizadas nos últimos anos, e muitos ciclomotores rodavam sem registro. Antes de comprar, pergunte ao Detran se a moto está registrada ou o que falta para regularizá-la.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
Outras motos ciclomotor 2017 na mesma faixa de preço
Quem procura uma Phoenix 50 2017 costuma comparar com outras motos ciclomotor do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Wuyang WY 48Q-2 Phoenix+ 50 2017 · R$ 3.900 · 50 cc
- Shineray Super Smart 50 2017 · R$ 3.839 · 50 cc
- Shineray XY 50-Q Cross 2017 · R$ 3.810 · 50 cc
- Dafra Super 50 2017 · R$ 3.686 · 50 cc
- Shineray Jet 50 / Retro / Bike 2017 · R$ 4.137 · 50 cc
- Shineray Retro EX 50 2017 · R$ 4.305 · 50 cc
- Wuyang Jet+ 50 2017 · R$ 4.496 · 50 cc
- Wuyang Mind X50Q 2017 · R$ 4.556 · 50 cc
Todos os anos da Phoenix 50
A Phoenix 50 foi vendida em 15 anos-modelo, de 2011 a 2025. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da Phoenix 50 2017
| Cilindrada | 48 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI) conferido |
| Torque | 0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI) conferido |
| Peso | 93 kg (peso líquido, conforme manual) conferido |
| Tanque | 3,5 litros (ficha técnica; o texto do manual cita 3 L de volume interno incluindo a reserva) conferido |
| Altura do banco | 760 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | só piloto: dianteiro 26 psi, traseiro 28 psi; com garupa: dianteiro 28 psi, traseiro 32 psi conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (selada) |
| Vela de ignição | NGK CR7HSA |
| Pneu dianteiro | 2.50-17 |
| Pneu traseiro | 2.75-17 |
| Óleo do motor | SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Phoenix 50 2017
As peças desta moto são as da geração 2011–2025. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da Phoenix 50 2017?
Na referência de outubro de 2026, a Shineray Phoenix 50 2017 vale R$ 3.877 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a Phoenix 50 2017?
Dianteiro 2.50-17 e traseiro 2.75-17.
Quanto pesa a Phoenix 50 2017?
O peso informado pelo fabricante é 93 kg (peso líquido, conforme manual).
Qual o óleo da Phoenix 50 2017?
A referência para o motor é SAE 15W-50 API SL/JASO MA/MA2 semissintético (Petronas Sprinta F500) | 0,8 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a cilindrada da Phoenix 50 2017?
A Phoenix 50 2017 tem 48 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a potência da Phoenix 50 2017?
Pela ficha do fabricante, 5,6 cv a 8.500 rpm (Phoenix S, carburada) / 6,8 cv a 8.000 rpm (Phoenix EFI), com torque de 0,67 kgf.m (6,6 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix S) / 0,68 kgf.m (6,7 N.m) a 6.000 rpm (Phoenix EFI).
Moto carburada ainda vale a pena?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita dá conta de boa parte dos problemas.
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.