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Honda Biz 100 KS 2012–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 63 peças com página própria para a Biz 100 KS fabricada de 2012 a 2015. 2ª geração (Biz 100 com visual da 125).

  • Cub
  • 97 cc
  • Gasolina
  • Carburador
Honda Biz 100 KS
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 60/100-17 M/C 33L referência
Pneu traseiro 80/100-14 M/C 49L referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Honda Biz 100 KS

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Peças da Biz 100 KS 2012–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por corrente, carburador, freio traseiro a tambor. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Biz 100 KS 2012–2015: visão geral

Entre 2012 e 2015, a Biz 100 KS manteve a mesma base técnica: uma motoneta (cub) de 97 cc. No catálogo, a Biz 100 KS tem 2 gerações; esta é a 2ª, a mais recente. 2ª geração (Biz 100 com visual da 125).

Pela FIPE (outubro de 2026), uma Biz 100 KS desta geração custa entre R$ 9.198 e R$ 10.802, conforme o ano.

Como ler a ficha técnica da Biz 100 KS

  • Potência: 6,43 cv a 7.000 rpm
  • Torque: 0,71 kgf.m a 5.500 rpm
  • Peso: 98 kg (seco)
  • Tanque: 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L)
  • Altura do banco: 753 mm
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: tambor
  • Freio traseiro: tambor
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores
  • Relação peso/potência: cerca de 15,2 kg/cv

Entender a ficha da Honda Biz 100 KS ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Transmissão por corrente. Corrente, coroa e pinhão formam o kit de transmissão, o jeito mais comum de levar a força até a roda. Funciona muito bem e custa pouco, desde que receba cuidado regular. Limpeza e lubrificação fazem a corrente durar; folga certa evita trancos e barulho. Em chuva e terra, o desgaste é mais rápido.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai errada.
  • Freio a tambor. O tambor usa lonas que se abrem por dentro de uma peça redonda presa à roda. É simples, barato de manter e dura bastante, por isso é comum no freio traseiro das motos de entrada e, em algumas, também na frente. Em troca, freia com menos força, esquenta mais em descida longa e perde eficiência por um tempo depois de passar por alagamento.
  • Tanque e autonomia. A capacidade do tanque, junto com o consumo que você mede na sua rotina, dá a autonomia: quantos quilômetros cabem entre um abastecimento e outro. Para descobrir o seu número, encha o tanque, zere o hodômetro parcial e anote quanto rodou até a próxima parada. Tanque pequeno não é defeito na cidade, mas faz diferença em viagem e em estrada com poucos postos.
  • Partida elétrica e a pedal. Botão ou pedal? Partida elétrica é praticidade, e hoje está em quase todas as motos. Ter também o pedal ajuda quem deixa a moto parada por semanas ou roda em lugar sem socorro por perto. Se a moto só tem botão, não ignore partida lenta ou painel piscando: é a bateria pedindo atenção antes de deixar você na mão.

Como a Biz 100 KS se comporta no uso

Quem roda de cub costuma valorizar três coisas: economia, simplicidade e praticidade. O anda e para do centro, as entregas de porta em porta e o trajeto diário para o trabalho são o terreno dela. A posição de pilotagem é ereta e descansada, e as trocas de marcha sem embreagem deixam a pilotagem quase automática.

Na estrada, a cub não foi feita para ritmo forte: o motor pequeno chega ao limite cedo e o conforto em viagem longa é modesto. Com garupa, rende em percursos urbanos. Em piso ruim, as rodas maiores ajudam, mas a suspensão simples transmite as pancadas. Respeitado esse limite, ela trabalha anos sem reclamar.

Medidas das peças da Biz 100 KS 2012–2015

Na hora de comprar peça para a Biz 100 KS desses anos, estas são as referências da ficha:

Manutenção da Biz 100 KS: o que cada sistema pede

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Biz 100 KS 2012–2015, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Filtro de ar. O filtro de ar impede que poeira entre no motor. Entupido, deixa a mistura rica, o motor perde força e o consumo sobe. A troca ou limpeza segue o intervalo do manual, que costuma ser menor para quem roda em terra e poeira. Alguns filtros são de papel e só se trocam; outros, de espuma, podem ser lavados e lubrificados.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha deve ser trocado, mesmo com sulco.
  • Rolamentos de roda e de direção. Direção que puxa, guidão que trava no centro ou ronco que aumenta com a velocidade apontam para rolamentos. Na revisão, a oficina confere folgas e lubrificação da caixa de direção. Evite jato de alta pressão direto nos cubos, que empurra água para dentro. Rolamento gasto compromete a estabilidade e os freios.
  • Cabos e lubrificação geral. Cabos de acelerador, embreagem e freio, articulações de pedais, cavalete e manetes precisam de lubrificação periódica. O manual indica onde e com qual produto. Cabo seco endurece, desfia e pode travar; articulação sem graxa range e se desgasta. Confira também se o acelerador volta sozinho quando você solta, em qualquer posição do guidão.
  • Aletas e ventilação do motor. Sem líquido, a temperatura depende do ar circulando pelas aletas. Mantenha essa área limpa, principalmente depois de rodar em terra e lama, e evite acessórios que tampem a frente do motor. Óleo no nível e na especificação certos também ajudam a controlar o calor. Se houver radiador de óleo, cuide para não amassar a colmeia.
  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Óleo do motor e do câmbio. Entre uma troca e outra, o óleo perde as propriedades e acumula resíduos, mesmo sem baixar de nível. Siga o intervalo do manual, que costuma ter prazo por quilometragem e por tempo, valendo o que vier primeiro. Use a especificação certa para motos, já que a embreagem banhada a óleo não aceita qualquer produto. No dois tempos, isso vale para o óleo da caixa.

Preço FIPE de cada ano da geração

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 15%.

A Biz 100 KS 2012–2015 e as outras gerações

Em relação à geração anterior, Biz 100 KS 1998–2011, mudou:

  • Potência: 7,6 cv a 8.000 rpm → 6,43 cv a 7.000 rpm
  • Tanque: 4,0 litros (sem posição de reserva) → 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L)
  • Peso: 90,8 kg (seco, sem partida elétrica) → 98 kg (seco)
  • Calibragem: dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) → dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Mudança de geração costuma mudar peça. Por isso, na loja, informe o ano-modelo do documento, e não só o nome da moto.

O que vigiar na Biz 100 KS no dia a dia

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Biz 100 KS.

  • Freios: manete e pedal. Freio não dá para deixar para depois. Teste o acionamento antes de rodar e, nos primeiros metros, faça uma frenagem leve para sentir a resposta. Ruído de metal raspando, vibração no manete ou freio que demora a agarrar são avisos de pastilha, lona ou disco no limite, ou de ar no sistema.
  • Vazamentos e manchas no chão. Uma mancha nova no chão da garagem é o jeito mais fácil de pegar um vazamento no começo. A cor ajuda: óleo do motor é escuro, fluido de freio é claro e oleoso, líquido de arrefecimento costuma ser colorido e adocicado e combustível evapora deixando cheiro. Procure de onde vem antes que o nível chegue ao mínimo.
  • Parafusos, espelhos e peças soltas. A vibração afrouxa parafusos aos poucos. Confira de vez em quando retrovisores, suporte de placa, carenagens, escapamento e bagageiro. Um ruído de chocalho em determinada rotação quase sempre é algo solto. Peça caída na estrada é perigo para você e para quem vem atrás, e parafuso perdido costuma levar junto a peça que prendia.
  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa antes de seguir.

O que vale instalar na Honda Biz 100 KS

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Biz 100 KS, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Capacete adequado. Antes de pensar em qualquer peça para a moto, pense na sua cabeça. Um capacete certificado, do tamanho exato e com a cinta sempre afivelada é obrigatório e é o que mais protege num acidente. Troque a viseira riscada, que atrapalha a visão à noite, e substitua o capacete depois de uma queda séria.
  • Tomada USB. Carregar o celular rodando é prático, mas a tomada precisa de instalação bem feita: fusível, fio na bitola certa e ligação pós-chave. Tomada sem tampa junta água e oxida; ligação direta na bateria pode drená-la. Uma instalação limpa evita panes elétricas difíceis de achar depois.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Baú e bagageiro. Um bagageiro firme e um baú bem fixado transformam a Biz 100 KS em moto de carga: capacete, compras, mochila de trabalho e ferramentas viajam protegidos da chuva. Respeite o peso máximo indicado para o bagageiro e não exagere no tamanho do baú, que pega vento e muda o equilíbrio da moto. Com garupa, confira se o baú não empurra as costas dele.

Perguntas frequentes

Quantos litros tem o tanque da Biz 100 KS 2012–2015?

O tanque da Biz 100 KS desses anos comporta 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L).

Qual a altura do banco da Biz 100 KS 2012–2015?

A altura do banco é de 753 mm. Se for a primeira moto, vale sentar antes de comprar.

Qual o peso da Biz 100 KS 2012–2015?

A ficha do fabricante informa 98 kg (seco).

Qual a potência da Biz 100 KS 2012–2015?

Segundo o fabricante, 6,43 cv a 7.000 rpm.

O que é mais importante na ficha para quem vai trabalhar com a moto?

Quem vai rodar o dia todo deve priorizar o que pesa no custo e no conforto: torque útil na cidade, peso baixo para manobras, autonomia, tipo de transmissão e freios. Somam-se a isso suspensão que aguente carga e um banco confortável. Potência máxima importa menos do que força em giro baixo.

Por que a ficha não traz velocidade máxima?

Muitos fabricantes não divulgam velocidade máxima, e os números que circulam variam com peso do piloto, vento, combustível e estado da moto. O painel também costuma marcar um pouco a mais. Para o dia a dia, potência, torque e relação peso/potência dizem mais sobre como a moto anda do que a velocidade final.

A Biz 100 KS serve para quem é baixo?

Compare a altura do banco da ficha com a medida da sua perna, mas faça o teste sentado, porque banco largo exige mais altura. Quem alcança o chão com a ponta dos pés geralmente se adapta. Para ganhar confiança, existem bancos mais baixos e botas de sola grossa, e a técnica de apoiar um pé de cada vez faz diferença.

Ficha técnica

Características
Cilindrada97 cc
CombustívelGasolina
Potência6,43 cv a 7.000 rpm conferido
Torque0,71 kgf.m a 5.500 rpm conferido
Peso98 kg (seco) conferido
Tanque5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L) conferido
Altura do banco753 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

Preço FIPE da Biz 100 KS por ano

Ano-modeloPreço médio
Biz 100 KS 2015R$ 10.802
Biz 100 KS 2014R$ 9.769
Biz 100 KS 2013R$ 9.198

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811003-4. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.

Outros anos da Biz 100 KS