Honda Biz 100 KS 2015
Preço FIPE do ano-modelo 2015, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 100 KS usada.
- Cub
- 97 cc
- Gasolina
- 6,4 cv
FIPE 2015
R$ 10.802
- Moto
- Honda Biz 100 KS
- Ano-modelo
- 2015
- Geração
- 2012–2015
- Calibragem
- dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811003-4. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaBiz 100 KS 2015: o essencial
A Honda Biz 100 KS 2015 é uma motoneta (cub) de 97 cc. Ela pertence à geração 2012–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é no pedal. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a tambor.
Na ficha do fabricante, a potência é de 6,43 cv a 7.000 rpm; o torque, 0,71 kgf.m a 5.500 rpm; o peso, 98 kg (seco); o tanque leva 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L); o banco fica a 753 mm do chão. Isso dá cerca de 15,2 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
A Biz 100 KS 2015 na tabela FIPE
O preço médio da Biz 100 KS 2015 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 10.802. A Biz 100 KS 2014 fica em R$ 9.769 (+10,6% de diferença).
Entre as 10 motos cub ano 2015 com preço na FIPE, 6 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
O que esperar de uma cub
Quem procura uma cub quer praticidade: subir sem passar a perna por cima do tanque, ter onde apoiar uma bolsa e rodar muito com pouco combustível. As marchas continuam lá, mas a embreagem trabalha sozinha, e a pilotagem fica entre a de uma moto comum e a de uma scooter.
Por ser leve e barata de manter, a motoneta é muito usada como moto de trabalho e como primeiro veículo. Há usadas de todas as idades, e o estado varia muito. Carenagens, banco e assoalho contam a história de como ela foi tratada.
O que muda entre as Biz 100 2015
Em 2015, a família Biz 100 tinha 2 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.
- Biz 100 ES 2015 (R$ 11.217): partida elétrica e pedal (nesta: pedal).
Medidas de manutenção da Biz 100 KS 2015
Estas são as medidas que mais se procura para a Biz 100 KS 2015. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 60/100-17 M/C 33L
- Pneu traseiro: 80/100-14 M/C 49L
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Biz 100 KS 2015 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2015 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Cor da fumaça. Um pouco de vapor branco na partida a frio, que some em instantes, é condensação e é normal. Fumaça azulada que continua com o motor quente indica óleo sendo queimado, por desgaste de anéis, cilindro ou retentores de válvula. Fumaça escura aponta mistura rica, com carburação ou injeção fora do ponto.
- Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
- Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, inclua o custo na negociação.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Ruídos do motor. Motor quatro tempos saudável funciona redondo, sem estalos. Tique-tique no cabeçote costuma ser regulagem de válvulas; chiado do lado do comando pode ser corrente ou tensor; batida grave ao acelerar merece avaliação de oficina. Nenhum desses ruídos se resolve com troca de óleo, por mais que o vendedor diga o contrário.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
Cuidados que acompanham uma moto 2015
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2015 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível parado na cuba.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do estado onde a moto vai ser registrada.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
Motos parecidas com a Biz 100 KS 2015
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos cub são as alternativas mais diretas à Biz 100 KS:
- Honda Biz 125 ES 2015 · R$ 11.688 · 124 cc
- Yamaha T115 Crypton ED 2015 · R$ 8.721 · 114 cc
Todos os anos da Biz 100 KS
Anos-modelo da Biz 100 KS no catálogo, de 2015 a 1998, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Biz 100 KS 2015
| Cilindrada | 97 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 6,43 cv a 7.000 rpm conferido |
| Torque | 0,71 kgf.m a 5.500 rpm conferido |
| Peso | 98 kg (seco) conferido |
| Tanque | 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L) conferido |
| Altura do banco | 753 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido |
| Pneu dianteiro | 60/100-17 M/C 33L |
| Pneu traseiro | 80/100-14 M/C 49L |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Biz 100 KS 2015
As peças desta moto são as da geração 2012–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Biz 100 KS 2015 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 100 KS 2015 vale R$ 10.802 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a Biz 100 KS 2015?
O peso informado pelo fabricante é 98 kg (seco).
Qual pneu usa a Biz 100 KS 2015?
Dianteiro 60/100-17 M/C 33L e traseiro 80/100-14 M/C 49L.
Qual a calibragem do pneu da Biz 100 KS 2015?
Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Qual a capacidade do tanque da Biz 100 KS 2015?
O tanque da Biz 100 KS 2015 leva 5,5 litros (reserva de cerca de 1,5 L).
Quantas cilindradas tem a Biz 100 KS 2015?
A Biz 100 KS 2015 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Como saber se o hodômetro foi adulterado?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Devo evitar moto que foi usada em aplicativo?
Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço tem de refletir o uso.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
Quilometragem alta é problema?
Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.