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Honda Biz 100 KS 2003

Preço FIPE do ano-modelo 2003, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 100 KS usada.

  • Cub
  • 97 cc
  • Gasolina
  • 7,6 cv
Honda Biz 100 KS 2003
Imagem ilustrativa.

FIPE 2003

R$ 6.171

Moto
Honda Biz 100 KS
Ano-modelo
2003
Geração
1998–2011
Calibragem
dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811003-4. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda Biz 100 KS

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Biz 100 KS 2003: o essencial

A Honda Biz 100 KS 2003 é uma motoneta (cub) de 97 cc. Ela pertence à geração 1998–2011, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.

Pelos números do fabricante, a potência é de 7,6 cv a 8.000 rpm; o torque, 0,8 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 90,8 kg (seco, sem partida elétrica); o tanque leva 4,0 litros (sem posição de reserva); o banco fica a 755 mm do chão. Isso dá cerca de 11,9 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Preço FIPE da Biz 100 KS 2003

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda Biz 100 KS 2003 vale R$ 6.171. A do ano 2002 sai por R$ 6.020 (+2,5% de diferença); a de 2004 custa R$ 6.326. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 10.802), a 2003 vale 43% menos, uma média de 4,6% por ano.

Na comparação com as 6 motos cub 2003 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 3 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto cub

Cub, ou motoneta, é a moto de quadro aberto, sem tanque entre as pernas, com rodas maiores que as de uma scooter e câmbio de marchas sem manete de embreagem: a embreagem é automática e as trocas são feitas só com o pé. É fácil de subir, de pilotar e de manter, e agrada quem nunca andou de moto, quem faz trajetos curtos e quem trabalha com entregas leves.

O consumo está entre os mais baixos do mercado. Na usada, olhe com atenção embreagem, câmbio e transmissão, que trabalham muito no anda e para da cidade.

Outras versões da Biz 100 em 2003

A Biz 100 KS não era a única Biz 100 de 2003: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • Biz 100 ES 2003 (R$ 6.436): partida elétrica e pedal (nesta: pedal).
  • C 100 Biz+ 2003 (R$ 6.498): partida elétrica e pedal (nesta: pedal); freio dianteiro disco (nesta: tambor).

Medidas de manutenção da Biz 100 KS 2003

Para a manutenção da Biz 100 KS 2003, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Comprando uma Honda Biz 100 KS 2003 usada: o que olhar

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
  • Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, fique com o pé atrás e, se puder, marque outro dia.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.

Cuidados que acompanham uma moto 2003

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 23 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 23 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e veja as exigências atuais no Detran.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.

Todos os anos da Biz 100 KS

Anos-modelo da Biz 100 KS no catálogo, de 2015 a 1998, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Biz 100 KS 2003

Medidas e especificações
Cilindrada97 cc
CombustívelGasolina
Potência7,6 cv a 8.000 rpm conferido
Torque0,8 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso90,8 kg (seco, sem partida elétrica) conferido
Tanque4,0 litros (sem posição de reserva) conferido
Altura do banco755 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 3Ah conferido
Vela de igniçãoNGK C6HSA conferido
Pneu dianteiro60/100-17 M/C 33L conferido
Pneu traseiro80/100-14 M/C 49L conferido
Relação (kit)coroa 35 | pinhão 15 conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido
Filtro de arespuma conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Biz 100 KS 2003

As peças desta moto são as da geração 1998–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Biz 100 KS 2003?

Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 100 KS 2003 vale R$ 6.171 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a calibragem do pneu da Biz 100 KS 2003?

Com os pneus frios: dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a capacidade do tanque da Biz 100 KS 2003?

O tanque da Biz 100 KS 2003 leva 4,0 litros (sem posição de reserva).

Que óleo usar na Biz 100 KS 2003?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Qual a cilindrada da Biz 100 KS 2003?

A Biz 100 KS 2003 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quantos cavalos tem a Biz 100 KS 2003?

Pela ficha do fabricante, 7,6 cv a 8.000 rpm, com torque de 0,8 kgf.m a 6.000 rpm.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Manter uma moto 2003 custa caro?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.

Devo pagar o valor da FIPE?

Não necessariamente. A tabela mostra uma média de preços pesquisados e serve para orientar compradores, vendedores e seguradoras. Uma moto acima da média de conservação pode valer mais; uma com reparos pendentes, menos. Pagar o valor da tabela por uma unidade que precisa de pneus, freios e transmissão sai caro.