Honda Biz 100 KS 2000
Preço FIPE do ano-modelo 2000, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 100 KS usada.
- Cub
- 97 cc
- Gasolina
- 7,6 cv
FIPE 2000
R$ 4.987
- Moto
- Honda Biz 100 KS
- Ano-modelo
- 2000
- Geração
- 1998–2011
- Calibragem
- dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811003-4. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda Biz 100 KS
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Anunciar nesta páginaA Honda Biz 100 KS 2000 em resumo
A Biz 100 KS 2000, da Honda, é uma motoneta (cub) de 97 cc. Ela pertence à geração 1998–2011, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A Biz 100 KS pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a tambor, com lonas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 7,6 cv a 8.000 rpm; o torque, 0,8 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 90,8 kg (seco, sem partida elétrica); o tanque leva 4,0 litros (sem posição de reserva); o banco fica a 755 mm do chão. Isso dá cerca de 11,9 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.
Quanto vale a Biz 100 KS 2000
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda Biz 100 KS 2000 vale R$ 4.987. A Biz 100 KS 1999 fica em R$ 4.246 (+17,5% de diferença); a Biz 100 KS 2001 está em R$ 5.624. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2015, R$ 10.802), a 2000 vale 54% menos, uma média de 5,0% por ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A Biz 100 KS e o jeito cub de andar
Cub, ou motoneta, é a moto de quadro aberto, sem tanque entre as pernas, com rodas maiores que as de uma scooter e câmbio de marchas sem manete de embreagem: a embreagem é automática e as trocas são feitas só com o pé. É fácil de subir, de pilotar e de manter, e agrada quem nunca andou de moto, quem faz trajetos curtos e quem trabalha com entregas leves.
O consumo está entre os mais baixos do mercado. Na usada, olhe com atenção embreagem, câmbio e transmissão, que trabalham muito no anda e para da cidade.
O que muda entre as Biz 100 2000
A Biz 100 KS não era a única Biz 100 de 2000: havia mais 1 versão. Compare o que muda antes de escolher.
- Biz 100 ES 2000 (R$ 5.444): partida elétrica e pedal (nesta: pedal).
Medidas de manutenção da Biz 100 KS 2000
Estas são as medidas que mais se procura para a Biz 100 KS 2000. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Bateria: 12V 3Ah (conferida)
- Vela de ignição: NGK C6HSA (conferida)
- Pneu dianteiro: 60/100-17 M/C 33L (conferida)
- Pneu traseiro: 80/100-14 M/C 49L (conferida)
- Relação (kit): coroa 35 | pinhão 15 (conferida)
- Óleo do motor: SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca (conferida)
- Filtro de ar: espuma (conferida)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)
Biz 100 KS 2000 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Biz 100 KS, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Sinais de moto de trabalho. Se a moto trabalhou com entrega, rodou muito e no ritmo de para e anda, que gasta embreagem, freios, transmissão e suspensão mais rápido. Os sinais são bagageiro reforçado ou furado, marcas de baú, banco gasto e hodômetro baixo demais para o estado geral. Avalie com mais rigor e ajuste o preço.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
O que a idade pede na Honda Biz 100 KS 2000
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a Biz 100 KS 2000.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 26 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
- Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção especial ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
- Chicote e conectores. Uma moto de 26 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Pagamento e recibo. Golpes com venda de moto seguem roteiros conhecidos: anúncio barato demais, falso intermediário, pedido de sinal para segurar a moto. Encontre o vendedor pessoalmente, em local seguro, e pague só na conta do proprietário. Mesmo entre conhecidos, registre por escrito valor, quilometragem, data e hora da entrega e o que foi combinado sobre débitos.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto encerra a negociação.
Outros anos da Biz 100 KS
Anos-modelo da Biz 100 KS no catálogo, de 2015 a 1998, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da Biz 100 KS 2000
| Cilindrada | 97 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 7,6 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 0,8 kgf.m a 6.000 rpm conferido |
| Peso | 90,8 kg (seco, sem partida elétrica) conferido |
| Tanque | 4,0 litros (sem posição de reserva) conferido |
| Altura do banco | 755 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido |
| Bateria | 12V 3Ah conferido |
| Vela de ignição | NGK C6HSA conferido |
| Pneu dianteiro | 60/100-17 M/C 33L conferido |
| Pneu traseiro | 80/100-14 M/C 49L conferido |
| Relação (kit) | coroa 35 | pinhão 15 conferido |
| Óleo do motor | SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido |
| Filtro de ar | espuma conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Automática (centrífuga) |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Tambor |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Dois amortecedores |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Piscas | Lâmpada |
| Velocímetro | Por cabo |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da Biz 100 KS 2000
As peças desta moto são as da geração 1998–2011. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a Biz 100 KS 2000 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 100 KS 2000 vale R$ 4.987 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Que óleo usar na Biz 100 KS 2000?
A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a Biz 100 KS 2000?
A Biz 100 KS 2000 tem 97 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a potência da Biz 100 KS 2000?
Pela ficha do fabricante, 7,6 cv a 8.000 rpm, com torque de 0,8 kgf.m a 6.000 rpm.
Quanto pesa a Biz 100 KS 2000?
O peso informado pelo fabricante é 90,8 kg (seco, sem partida elétrica).
Qual a medida do pneu da Biz 100 KS 2000?
Dianteiro 60/100-17 M/C 33L e traseiro 80/100-14 M/C 49L.
Vale a pena fazer seguro da moto?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Para quem quer mecânica simples, sim. O carburador dispensa sensores e central eletrônica, e o conserto costuma ser barato. Os pontos fracos são a sensibilidade a combustível velho, a partida a frio com afogador e a necessidade de regulagens periódicas. Uma limpeza bem feita resolve boa parte dos problemas.
Qual a primeira manutenção depois da compra?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.
A Honda Biz 100 KS 2000 ainda vale a pena?
Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2000 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.