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Honda C 100 Biz+ 2003

Preço FIPE do ano-modelo 2003, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma C 100 Biz+ usada.

  • Cub
  • 97 cc
  • Gasolina
  • 7,6 cv
Honda C 100 Biz+ 2003
Imagem ilustrativa.

FIPE 2003

R$ 6.498

Moto
Honda C 100 Biz+
Ano-modelo
2003
Geração
2002–2005
Calibragem
dianteiro 33 psi (225 kPa); traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811065-4. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a C 100 Biz+ 2003

A C 100 Biz+ 2003, da Honda, é uma motoneta (cub) de 97 cc. O ano-modelo 2003 faz parte da geração vendida de 2002 a 2005. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. Há partida elétrica e pedal de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Em números, a potência é de 7,6 cv a 8.000 rpm; o torque, 0,8 kgf.m a 6.000 rpm; o peso, 93,0 kg (seco, com partida elétrica; 90,8 kg sem partida elétrica); o tanque leva 4,0 litros (sem posição de reserva); o banco fica a 755 mm do chão. Isso dá cerca de 12,2 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Preço FIPE da C 100 Biz+ 2003

O preço médio da C 100 Biz+ 2003 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 6.498. A do ano 2002 sai por R$ 6.058 (+7,3% de diferença); a C 100 Biz+ 2004 está em R$ 7.425. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2005, R$ 7.760), a 2003 vale 16% menos, uma média de 8,5% por ano.

Entre as 6 motos cub ano 2003 com preço na FIPE, 5 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais caras do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

A C 100 Biz+ e o jeito cub de andar

A motoneta fica no meio do caminho entre a moto e a scooter. Tem o quadro baixo e aberto, que facilita a vida de quem anda de roupa social ou leva sacola no assoalho, mas mantém rodas de aro maior e câmbio de marchas, o que ajuda em rua esburacada e em subida. Sem manete de embreagem, o aprendizado é rápido.

É uma moto pensada para durar e gastar pouco. Usada, costuma ser compra tranquila, desde que o básico tenha sido feito: óleo trocado no prazo, transmissão ajustada e freios em dia.

Outras versões da Biz 100 em 2003

Em 2003, a família Biz 100 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Biz 100 ES 2003 (R$ 6.436): freio dianteiro tambor (nesta: disco).
  • Biz 100 KS 2003 (R$ 6.171): partida pedal (nesta: elétrica e pedal); freio dianteiro tambor (nesta: disco).

Peças e medidas da C 100 Biz+ 2003

Para a manutenção da C 100 Biz+ 2003, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

C 100 Biz+ 2003 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.

  • Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.

Cuidados que acompanham uma moto 2003

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a C 100 Biz+ 2003.

  • Originalidade e placa de coleção. Em moto antiga, originalidade vale dinheiro. Peças de fábrica, pintura correta e documentação em ordem aumentam o valor e abrem caminho para o registro como veículo de coleção, possível para veículos com mais de três décadas e alto grau de preservação, mediante certificação. Evite adaptações e veja as exigências atuais no Detran.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e vale a pena antes de gastar com qualquer acessório.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.
  • Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.
  • Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
  • IPVA varia por estado. Valor do IPVA, descontos, calendário e isenções são definidos por cada estado, e alguns dispensam o imposto para veículos a partir de certa idade, com cortes diferentes de um lugar para outro. Mesmo com isenção, o licenciamento anual continua obrigatório. Consulte a Secretaria da Fazenda e o Detran do seu estado para saber como fica a C 100 Biz+ 2003.

Todos os anos da C 100 Biz+

A C 100 Biz+ foi vendida em 4 anos-modelo, de 2002 a 2005. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2005 · R$ 7.760
  • 2004 · R$ 7.425
  • 2003 · R$ 6.498
  • 2002 · R$ 6.058

Ficha técnica da C 100 Biz+ 2003

Medidas e especificações
Cilindrada97 cc
CombustívelGasolina
Potência7,6 cv a 8.000 rpm conferido
Torque0,8 kgf.m a 6.000 rpm conferido
Peso93,0 kg (seco, com partida elétrica; 90,8 kg sem partida elétrica) conferido
Tanque4,0 litros (sem posição de reserva) conferido
Altura do banco755 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi (225 kPa); traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Vela de igniçãoNGK C6HSA conferido
Pneu dianteiro60/100-17 M/C 33L conferido
Pneu traseiro80/100-14 M/C 49L conferido
Relação (kit)coroa 35 | pinhão 15 conferido
Óleo do motorSAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido
Filtro de arespuma conferido
Fluido de freioDOT 4 conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaElétrica e pedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da C 100 Biz+ 2003

As peças desta moto são as da geração 2002–2005. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a C 100 Biz+ 2003 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda C 100 Biz+ 2003 vale R$ 6.498 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a potência da C 100 Biz+ 2003?

Pela ficha do fabricante, 7,6 cv a 8.000 rpm, com torque de 0,8 kgf.m a 6.000 rpm.

Qual a medida do pneu da C 100 Biz+ 2003?

Dianteiro 60/100-17 M/C 33L e traseiro 80/100-14 M/C 49L.

Quanto pesa a C 100 Biz+ 2003?

O peso informado pelo fabricante é 93,0 kg (seco, com partida elétrica; 90,8 kg sem partida elétrica).

Qual a capacidade do tanque da C 100 Biz+ 2003?

O tanque da C 100 Biz+ 2003 leva 4,0 litros (sem posição de reserva).

Que óleo usar na C 100 Biz+ 2003?

A referência para o motor é SAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca. Confira no manual o prazo de troca.

Moto que trabalhou com entrega é má compra?

Não necessariamente. Muitas motos de trabalho recebem manutenção frequente, porque moto parada significa prejuízo para o dono. O que muda é o desgaste: elas rodam muito e em ritmo pesado. Avalie com mais rigor embreagem, transmissão, freios e suspensão, peça as notas de serviço e ajuste o preço ao estado real.

Como saber se o hodômetro foi adulterado?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.