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Honda Biz 125 KS 2007

Preço FIPE do ano-modelo 2007, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Biz 125 KS usada.

  • Cub
  • 125 cc
  • Flex
  • 9,1 cv

FIPE 2007

R$ 7.620

Moto
Honda Biz 125 KS
Ano-modelo
2007
Geração
2006–2008
Calibragem
dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811079-4. Preço médio de anúncio no país.

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Como é a Biz 125 KS 2007

A Biz 125 KS 2007, da Honda, é uma motoneta (cub) de 125 cc, flex (gasolina e etanol). Ela pertence à geração 2006–2008, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A Biz 125 KS pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. O freio dianteiro é a tambor.

Pelos números do fabricante, a potência é de 9,1 cv a 7.000 rpm; o torque, 1,06 kgf.m a 4.000 rpm; o peso, 98,7 kg (seco); o tanque leva 4,0 litros (sem reserva; cerca de 0,8 L ao indicar a marca vermelha); o banco fica a 755 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 10,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

A Biz 125 KS 2007 na tabela FIPE

O preço médio da Biz 125 KS 2007 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 7.620. A do ano 2006 sai por R$ 6.410 (+18,9% de diferença); a de 2008 custa R$ 7.965. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2012, R$ 9.899), a 2007 vale 23% menos, uma média de 5,1% por ano.

Na comparação com as 23 motos cub 2007 da tabela, ela fica na faixa mais cara: 20 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

O que esperar de uma cub

Quem procura uma cub quer praticidade: subir sem passar a perna por cima do tanque, ter onde apoiar uma bolsa e rodar muito com pouco combustível. As marchas continuam lá, mas a embreagem trabalha sozinha, e a pilotagem fica entre a de uma moto comum e a de uma scooter.

Por ser leve e barata de manter, a motoneta é muito usada como moto de trabalho e como primeiro veículo. Há usadas de todas as idades, e o estado varia muito. Carenagens, banco e assoalho contam a história de como ela foi tratada.

As versões da Biz 125 em 2007

Em 2007, a família Biz 125 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Biz 125 ES 2007 (R$ 7.746): partida elétrica e pedal (nesta: pedal); 124 cc (nesta: 125 cc).
  • Biz 125+ 2007 (R$ 7.751): partida elétrica e pedal (nesta: pedal); freio dianteiro disco (nesta: tambor).

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da Biz 125 KS 2007

Medidas de manutenção da Biz 125 KS 2007, com link para a página de cada peça:

Biz 125 KS 2007 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Biz 125 KS, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Sinais de moto de trabalho. Motos de baixa cilindrada são muito usadas em entregas e aplicativos, e isso não é defeito: muitas têm manutenção em dia justamente porque são a fonte de renda do dono. Furos de suporte de baú, banco afundado, manoplas gastas e pedaleiras lisas mostram quanto ela rodou, às vezes mais do que o hodômetro admite.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.

Cuidados que acompanham uma moto 2007

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Chicote e conectores. Uma moto de 19 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 19 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 19 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.

A Biz 125 KS 2007 é flex

A Biz 125 KS 2007 é flex: aceita gasolina, etanol ou qualquer mistura dos dois no mesmo tanque, sem ajuste nenhum. A injeção reconhece o combustível e corrige a mistura sozinha depois de alguns quilômetros rodados. Com etanol o consumo sobe, então a conta na bomba é preço por quilômetro, não por litro. A referência dos 70% é a mais conhecida, mas o mais preciso é medir o consumo da sua moto com cada combustível. Em dias frios, a partida com etanol pode pedir um pouco mais de paciência.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
  • Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para suspender a conversa até tudo ser explicado.

Outros anos da Biz 125 KS

Anos-modelo da Biz 125 KS no catálogo, de 2012 a 2006, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Biz 125 KS 2007

Medidas e especificações
Cilindrada125 cc
CombustívelFlex
Potência9,1 cv a 7.000 rpm conferido
Torque1,06 kgf.m a 4.000 rpm conferido
Peso98,7 kg (seco) conferido
Tanque4,0 litros (sem reserva; cerca de 0,8 L ao indicar a marca vermelha) conferido
Altura do banco755 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa) conferido
Bateria12V 4Ah conferido
Vela de igniçãoNGK CPR6EA-9 conferido
Pneu dianteiro60/100-17 M/C 33L conferido
Pneu traseiro80/100-14 M/C 49L conferido
Relação (kit)passo 428 | coroa 34 | pinhão 14 | 106 elos
Óleo do motorSAE 20W-50 API SF | 0,7 L na troca conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemAutomática (centrífuga)
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroTambor
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroPor cabo
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Biz 125 KS 2007

As peças desta moto são as da geração 2006–2008. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a Biz 125 KS 2007 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda Biz 125 KS 2007 vale R$ 7.620 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantos cavalos tem a Biz 125 KS 2007?

Pela ficha do fabricante, 9,1 cv a 7.000 rpm, com torque de 1,06 kgf.m a 4.000 rpm.

Qual a capacidade do tanque da Biz 125 KS 2007?

O tanque da Biz 125 KS 2007 leva 4,0 litros (sem reserva; cerca de 0,8 L ao indicar a marca vermelha).

Quantas cilindradas tem a Biz 125 KS 2007?

A Biz 125 KS 2007 tem 125 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Quanto pesa a Biz 125 KS 2007?

O peso informado pelo fabricante é 98,7 kg (seco).

Quantas libras vai no pneu da Biz 125 KS 2007?

Com os pneus frios: dianteiro 25 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 41 psi (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Moto que trabalhou com entrega é má compra?

Não é motivo automático para desistir. A moto de trabalho roda muito, e isso aparece no desgaste, mas o dono que depende dela costuma manter a manutenção em dia. Avalie as peças de desgaste, o histórico de revisões e a coerência da quilometragem. O preço precisa refletir o uso.

O preço da tabela FIPE é o preço da moto?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.