Pneu traseiro da Honda C 100 Dream 1993–1998
O que define a pneu traseiro certa para a C 100 Dream desses anos, e onde encontrar.
Pneu traseiro que serve
Medida em conferência
- Moto
- Honda C 100 Dream
- Anos
- 1993 a 1998
- Rodas
- Raiadas
- Pneus com câmara
- Sim
Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.
Lojas com pneu traseiro para a Honda C 100 Dream
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pneu traseiro para a Honda C 100 Dream 1993–1998. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual pneu traseiro comprar para a C 100 Dream 1993–1998
Ainda estamos conferindo a medida do pneu traseiro da Honda C 100 Dream 1993–1998 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.
Sem a medida conferida, leve à loja uma foto nítida da lateral do pneu de trás e o manual da moto. Se o pneu atual não for o original, o manual é quem dá a palavra final.
Para que serve o pneu traseiro da C 100 Dream
Pense no pneu de trás como a ligação entre o motor e o chão. A corrente, a correia ou o cardã levam a força até a roda, mas quem transforma essa força em movimento é o pneu, pela aderência da banda de rodagem. Se a aderência cai, a roda patina na saída, a moto escorrega na chuva e a frenagem fica mais longa.
Além da tração, o traseiro sustenta a maior parte da carga e absorve parte das irregularidades do piso junto com a suspensão. É uma peça de desgaste e de segurança ao mesmo tempo: não existe "dar mais um tempo" quando ele chega ao limite.
O pneu traseiro na C 100 Dream: o que a ficha diz
A C 100 Dream 1993–1998 é uma motoneta (cub) de 97 cc. As rodas são raiadas. Os pneus são montados com câmara. Na frente, o freio é a tambor, com lonas. O freio traseiro é a tambor.
O freio traseiro da C 100 Dream é a tambor. Na troca do pneu, a vareta do freio (ou o cabo, nas scooters) é solta e depois regulada de novo. Aproveite que a roda está fora para olhar as lonas e o tambor.
A C 100 Dream usa pneus com câmara. Na troca do traseiro, a câmara deve ser nova e da medida compatível, e a fita que protege a câmara das pontas dos raios precisa estar inteira. Calibragem baixa faz o pneu girar no aro e pode arrancar a válvula da câmara.
Como saber se o pneu traseiro está no fim
Estes são os sinais que um borracheiro experiente procura no pneu de trás. Se a sua moto mostra mais de um, a troca não deve esperar.
- Roda patinando ou traseira escorregando. A roda de trás patina na saída do semáforo, a traseira "dança" em faixa pintada ou escorrega na chuva com mais facilidade do que antes. Mesmo que o desgaste pareça aceitável a olho, a borracha pode ter perdido aderência por idade ou por ter ficado dura.
- Vibração ou traseira rebolando. Vibração que aumenta com a velocidade ou a traseira "rebolando" em reta podem vir de pneu deformado, mal assentado no aro ou sem balanceamento. Também podem vir da roda ou da suspensão, por isso vale avaliar o conjunto.
- Bolha ou calombo na lateral. Calombo no pneu é sinal de lona interna rompida. O ar empurra a borracha para fora no ponto fraco. Pare de usar a moto até trocar o pneu e peça para verificar se o aro também não amassou na mesma pancada.
- Indicador de desgaste aparecendo. Procure a marca TWI ou o pequeno triângulo na lateral e siga a linha até a banda: ali, no fundo do sulco, existe um "degrau" de borracha. Se a superfície do pneu já encosta nele, os sulcos não escoam mais a água como deveriam.
- Fios ou lona aparecendo. Banda com tecido ou arame aparente quer dizer que o pneu passou muito do limite. Nesse ponto, qualquer pedra ou buraco pode furar ou romper a carcaça.
Como escolher o pneu traseiro certo para a C 100 Dream
Antes de comparar marcas e preços, acerte o básico: medida, índices, tipo de montagem e o uso que você faz da moto.
- Largura, perfil e aro. Os três primeiros números da medida precisam ser os mesmos do original. O aro não tem margem nenhuma; largura e perfil diferentes mudam o diâmetro do pneu, o espaço na balança e o jeito da moto fazer curva.
- Leia a lateral do pneu atual. Fotografe a lateral do pneu traseiro com a medida bem legível. Com essa foto e o manual do proprietário, a loja acha o pneu certo sem chute.
- Desenho para o seu uso. Pneu de uso urbano tem sulcos pensados para asfalto e chuva; pneu misto aceita terra, mas costuma fazer mais barulho e gastar mais no asfalto; pneu de trilha só funciona bem fora de estrada. Escolha pelo piso que você mais roda, não pela aparência.
- Data de fabricação e selo do Inmetro. Pneu novo também tem idade. Procure o código de data na lateral: os dois primeiros números são a semana e os dois últimos, o ano. Pneu muito antigo de estoque já começa a vida com a borracha mais dura.
- Construção radial ou diagonal. Radial e diagonal não são só detalhe de fábrica: cada construção tem rigidez diferente. Trocar uma pela outra sem indicação do fabricante pode deixar a moto instável. Mantenha a original.
O que acontece na troca do pneu de trás
A troca do pneu traseiro mexe em freio, eixo e transmissão, e a montagem do pneu no aro pede ferramenta própria. O normal é deixar o serviço com a borracharia ou a oficina, mas vale saber o que precisa ser feito para cobrar cada etapa.
- Moto firme e roda no ar. O serviço começa com a moto bem apoiada e a roda de trás suspensa. Sem cavalete central, use cavalete de oficina próprio para a sua moto.
- Solte o freio e a transmissão. Conforme a moto, solte a porca da vareta do freio a tambor ou afaste a pinça do freio a disco. Na transmissão por corrente, afrouxe o eixo e os esticadores para tirar a corrente da coroa. Anote ou fotografe a posição de tudo.
- Tire o eixo e guarde os espaçadores. Retire a trava ou o contrapino, solte a porca e puxe o eixo. Os espaçadores (buchas) de cada lado da roda têm posição certa: deixe-os separados, lado esquerdo e lado direito, para não inverter.
- Desmonte o pneu velho e examine a roda. Na borracharia, o pneu sai com máquina ou espátulas apropriadas, sem riscar o aro. É a hora de olhar o aro por dentro, a fita protetora (nas rodas com câmara), os rolamentos e as borrachas do cubo.
- Monte o pneu novo no sentido certo. Sentido de rotação conferido, o pneu é montado com pasta ou lubrificante de montagem. A linha fina perto do talão deve ficar à mesma distância do aro em toda a volta: é o sinal de que o pneu assentou.
- Calibre, teste e balanceie. Com o pneu cheio, vem o teste de vazamento na válvula e no talão e, de preferência, o balanceamento. A pressão final é a do manual ou da etiqueta da moto, com o pneu frio.
- Recoloque a roda e alinhe. A roda volta com os espaçadores nos lugares certos. Na corrente, os esticadores dos dois lados precisam ficar na mesma marca, para a roda ficar alinhada, e a folga da corrente deve ficar como o manual pede. A porca do eixo leva o aperto indicado e trava nova.
- Regule e teste o freio. Antes de rodar, acione o freio traseiro várias vezes. No tambor, regule a folga do comando pela porca da vareta ou pelo regulador do cabo; no disco, bombeie o pedal (ou o manete, nas scooters) até ele ficar firme. Gire a roda e veja se ela não fica raspando.
O pneu velho não vai para o lixo comum nem para terreno baldio: deixe na loja ou num ponto de coleta de pneus da sua cidade. Se a moto vibrar ou puxar para um lado depois da troca, volte à borracharia para verificar montagem e alinhamento.
Erros que encurtam a vida do pneu traseiro
Alguns desses erros parecem economia, outros parecem só detalhe. Na prática, todos pesam no bolso e na segurança.
- Calibrar com o pneu quente. Depois de rodar, o ar dentro do pneu se expande e a pressão sobe. Se você esvazia até o valor do manual com o pneu quente, ele fica baixo quando esfria.
- Montar pneu mais largo "para ficar bonito". Trocar a medida por estética é um erro comum. A moto foi acertada para a medida original; pneu gordo demais pode ficar apertado no aro e encostar em peças.
- Inverter o sentido de rotação. Pneu montado contra a seta escoa pior a água e pode desgastar de forma estranha. Peça para conferir a seta antes de encher o pneu, porque depois dá trabalho desmontar.
- Comprar pneu velho de estoque ou usado. Pneu usado tem histórico desconhecido: pode ter sido rodado com pressão baixa ou ter levado pancada. Pneu novo muito antigo de prateleira já vem com borracha endurecida. Olhe a data e a procedência.
Cuidados que aumentam a vida do pneu de trás
Boa parte do desgaste precoce vem de calibragem errada e de pequenos defeitos na moto. Corrigir isso custa pouco e rende muito.
- Olhe a banda de vez em quando. Uma inspeção rápida com a moto no cavalete, girando a roda, mostra pregos, cortes, pedras presas e desgaste fora do normal. Pegar o problema cedo evita o pneu furado no meio do caminho.
- Calibre com frequência e a frio. Meça a pressão com o pneu frio, antes de rodar ou depois de a moto ficar parada um tempo, usando o valor do manual ou da etiqueta da moto. Pneu quente marca pressão mais alta e engana a leitura.
- Mantenha a suspensão em ordem. Amortecedor traseiro cansado deixa a roda "quicar" e o pneu perde contato com o chão por instantes. O resultado é desgaste irregular, em manchas ou degraus. Revisar a suspensão protege o pneu.
- Nada de produto brilhante na banda. Lave o pneu com água e sabão neutro. Silicone e "pretinho" na banda reduzem a aderência e não fazem bem para a borracha a longo prazo.
A C 100 Dream na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda C 100 Dream dos anos 1993–1998 vai de R$ 3.213 (1993) a R$ 7.588 (1998). Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 1998 | R$ 7.588 |
| 1997 | R$ 7.330 |
| 1996 | R$ 6.284 |
| 1995 | R$ 4.937 |
| 1994 | R$ 3.709 |
| 1993 | R$ 3.213 |
Outras peças da C 100 Dream 1993–1998
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quantas libras coloco no pneu de trás?
A pressão certa é a do manual do proprietário ou da etiqueta da moto, que em muitos modelos fica na balança ou embaixo do banco. Em geral o manual traz um valor para piloto sozinho e outro para piloto com garupa. Calibre sempre com o pneu frio.
Pneu traseiro furado tem conserto?
Muitas vezes, sim. O borracheiro avalia o tamanho e o local do furo. Furo na área central da banda costuma ser reparável; na lateral, ou quando o pneu rodou murcho e danificou a estrutura, o caminho é a troca.
Posso trocar só o pneu traseiro?
Não é obrigatório. Como o traseiro costuma gastar antes, é comum trocar só ele. O cuidado é manter os dois pneus compatíveis: mesma construção e, de preferência, desenho parecido. Aproveite para avaliar o dianteiro.
O que quer dizer o número e a letra depois da medida?
O número é o índice de carga, que indica quanto peso o pneu aguenta, e a letra é o símbolo de velocidade, que indica a velocidade máxima para a qual ele foi feito. O pneu novo pode ter índices iguais ou maiores que os do original, nunca menores.