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Bobina de pulso (sensor) da Yamaha T115 Crypton ED Penélope 2014

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a T115 Crypton ED Penélope desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

T115 Crypton ED Penélope 2014

Moto
Yamaha T115 Crypton ED Penélope
Anos
2014
Cilindrada
114 cc
Alimentação
Carburador
Partida
Elétrica e pedal

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Yamaha T115 Crypton ED Penélope

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A bobina de pulso certa para a T115 Crypton ED Penélope 2014

Para a bobina de pulso, o que vale é a aplicação: a peça é feita para a T115 Crypton ED Penélope e pode mudar de uma geração para outra, mesmo quando o visual é parecido. Por isso, a busca começa pelo modelo e pelo ano (2014), e termina na comparação com a peça antiga.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a T115 Crypton ED Penélope 2014; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

O trabalho da bobina de pulso na T115 Crypton ED Penélope

Pense na bobina de pulso como o relógio da ignição. Ela não gera a faísca nem alimenta a moto: só avisa, com precisão, o instante em que o motor passa por determinado ponto da volta. A partir desse aviso, o módulo calcula o momento da faísca e, nas injetadas, do combustível.

Fica geralmente atrás de uma tampa lateral do motor, junto ao rotor, muitas vezes montada na mesma base do estator e, em muitas motos, banhada em óleo. Calor, vibração e fio danificado são os inimigos dela. Quando falha, o sintoma mais típico é a moto que apaga quente e só volta a pegar depois de esfriar.

O que muda na bobina de pulso da T115 Crypton ED Penélope

A T115 Crypton ED Penélope 2014 é uma motoneta (cub) de 114 cc. A alimentação é por carburador. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há partida elétrica e pedal de partida.

Em motos carburadas, a bobina de pulso e o CDI trabalham em dupla. Na T115 Crypton ED Penélope, se o CDI já foi trocado e a moto continua apagando quente, a bobina de pulso é a próxima suspeita.

Na T115 Crypton ED Penélope, o acesso ao sensor passa por carenagens e tampas. Fotografe a passagem do chicote antes de soltar: o fio precisa voltar exatamente ao mesmo caminho.

Na T115 Crypton ED Penélope, giro de partida arrastado pode gerar pulso insuficiente para o módulo. Bateria em ordem é o primeiro passo antes de medir o sensor.

Sinais de que a bobina de pulso da T115 Crypton ED Penélope está com defeito

A bobina de pulso divide a maior parte dos sintomas com o CDI, a bobina de ignição e a fiação. Os sinais abaixo ajudam a levantar a suspeita, mas a confirmação vem com medição.

  • Fio ressecado ou rompido. O fio da bobina de pulso passa perto do motor e pode ressecar com o calor, rachar ou ser cortado por raspagem. Fio danificado deixa o sinal falhar ou entrar em curto com a massa.
  • Motor gira e não pega. O motor gira normalmente, tem combustível, mas não há faísca na vela. Sem o pulso, o módulo não dispara a ignição. Antes de culpar a bobina de pulso, confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor e conectores.
  • Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
  • Moto que apaga quente e volta fria. O motor funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só pega de novo quando esfria. É o sintoma mais típico de bobina de pulso com o enrolamento ou o isolamento no fim, que deixa de gerar sinal quando esquenta.

O que conferir antes de comprar a bobina de pulso

A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.

  • Formato e fixação. Compare o corpo do sensor, a posição dos furos e a altura da ponta com a peça velha. A distância entre o sensor e o ressalto do rotor depende disso.
  • Fio, borracha e conector. O chicote precisa ter o mesmo comprimento e o mesmo conector do original. Emendas no fio do sensor são ponto fraco: o sinal é fraco e sensível a mau contato.
  • Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
  • Aplicação da moto. Compre pelo modelo e pelo ano. A bobina de pulso de outra moto pode até encaixar e não gerar o sinal que o seu módulo reconhece.

Como é feita a troca da bobina de pulso da T115 Crypton ED Penélope

A peça é pequena, mas o acesso exige abrir o motor em muitas motos. A sequência abaixo mostra o que deve ser feito, com os detalhes do manual de serviço.

  1. Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
  2. Desligue a bateria. Bateria desligada e conector solto antes de mexer no motor. Isso evita curto e protege o módulo de ignição ou a central.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
  4. Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
  5. Limpe rotor e região. Rotor sujo de partículas metálicas atrapalha o sinal do sensor novo. Limpe bem e observe se há sinal de atrito, que indica folga em rolamento.
  6. Instale na posição e na folga certas. Posicione a bobina de pulso como a original e, quando houver especificação, ajuste a folga até o rotor. Folga grande demais enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar.
  7. Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
  8. Teste com o motor quente. Religue tudo, dê a partida e deixe o motor aquecer bem. Faça uma volta e confira se a falha que aparecia quente desapareceu. Verifique também vazamentos na tampa.

Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.

O que protege a bobina de pulso

Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.

  • Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.
  • Investigue falhas cedo. Moto que começa a apagar quente de vez em quando tende a piorar. Medir a bobina de pulso logo no começo evita ficar parado no trânsito.
  • Óleo certo e no nível. Em muitas motos, a bobina de pulso fica banhada no óleo, que também ajuda a controlar a temperatura. Óleo no nível e trocado no prazo do manual protege o sensor e o motor.

O que não fazer com a bobina de pulso

A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.

  • Trocar sem medir. Apagar quente pode vir de bobina de pulso, CDI, bobina de ignição ou fiação. Abrir o motor para trocar o sensor sem medir é arriscar o serviço à toa.
  • Montar fora da posição. Em algumas motos, a posição do sensor ou da base define o ponto de ignição. Montar fora da marca deixa o motor adiantado ou atrasado, com perda de força e risco de dano.
  • Emendar o fio do sensor. Emenda malfeita no fio do sensor é falha garantida no futuro. Prefira a peça com o chicote original inteiro, sem emendas.

A Crypton T115 ao longo dos anos

No catálogo, a Crypton T115 aparece em 3 gerações, somando 3 versões entre 2010 e 2016. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas a bobina de pulso pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão T115 Crypton ED 2010–2016, T115 Crypton K 2010–2016.

A T115 Crypton ED Penélope na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Yamaha T115 Crypton ED Penélope ano 2014 vale R$ 8.917. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da Crypton T115

VersãoAnos
T115 Crypton ED Penélope (esta página) 2014
T115 Crypton ED 2010–2016
T115 Crypton K 2010–2016

Outras peças da T115 Crypton ED Penélope 2014

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Yamaha T115 Crypton ED Penélope 2014

Perguntas frequentes

Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na T115 Crypton ED Penélope?

Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Precisa abrir o motor para trocar a bobina de pulso?

Depende da moto, mas em geral é preciso abrir a tampa do rotor. Para quem não tem experiência, é serviço de oficina, porque exige junta nova, posição correta e, às vezes, ajuste de folga.

É perigoso andar com a moto apagando sozinha?

É perigoso, sim. O motor pode apagar numa ultrapassagem ou num cruzamento. Enquanto o problema não for resolvido, o melhor é não usar a moto e levá-la à oficina para diagnóstico.

A moto está sem faísca. Pode ser a bobina de pulso?

Pode. Mas antes confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e conectores. Depois, meça bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do módulo. O diagnóstico vai do mais simples para o mais trabalhoso.

O que é o sensor CKP da moto?

Na prática, cumprem a mesma função: informar a posição e a rotação do virabrequim. Nas motos carburadas, o nome mais usado é bobina de pulso; nas injetadas, é comum chamar de sensor de posição do virabrequim, ou CKP.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos