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BMW R 1200 C Avantgarde 2002

Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma R 1200 C Avantgarde usada.

  • Custom
  • 1.170 cc
  • Gasolina
BMW R 1200 C Avantgarde 2002
Imagem ilustrativa.

FIPE 2002

R$ 33.758

Moto
BMW R 1200 C Avantgarde
Ano-modelo
2002
Geração
1999–2004

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 803013-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a BMW R 1200 C Avantgarde

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R 1200 C Avantgarde 2002: o essencial

A BMW R 1200 C Avantgarde 2002 é uma custom de 1.170 cc. O ano-modelo 2002 faz parte da geração vendida de 1999 a 2004. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O motor usa ar e óleo para controlar a temperatura, por isso o nível e a qualidade do óleo pesam ainda mais. Com injeção eletrônica, a R 1200 C Avantgarde depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Não há corrente: a força vai à roda por eixo cardã. Na frente, o freio é a disco.

Quanto vale a R 1200 C Avantgarde 2002

O preço médio da R 1200 C Avantgarde 2002 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 33.758. A do ano 2001 sai por R$ 32.642 (+3,4% de diferença); a R 1200 C Avantgarde 2003 está em R$ 35.733. Comparada com a 2004 (R$ 36.695), a moto de 2002 custa 8% a menos: em média, perdeu 4,1% de valor a cada ano.

Na comparação com as 26 motos custom 2002 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 14 modelos custam menos.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

O que muda entre as R 1200 C 2002

A R 1200 C Avantgarde não era a única R 1200 C de 2002: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • R 1200 C Classic 2002 (R$ 48.742): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • R 1200 C Independent 2002 (R$ 48.794): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da R 1200 C Avantgarde 2002

Medidas de manutenção da R 1200 C Avantgarde 2002, com link para a página de cada peça:

O que conferir antes de comprar uma R 1200 C Avantgarde 2002 usada

Uma moto 2002 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Acessórios de viagem e personalização. Custom e touring costumam vir cheias de acessórios: malas, encosto, defletores, faróis auxiliares, tomadas e som. Veja se estão bem fixados, se a instalação elétrica tem relé e fusível e se a bateria dá conta do consumo. Por serem motos pesadas, tombos parados são comuns: olhe protetores, malas e pedaleiras.
  • Chegue com a moto fria. Combine com o vendedor que a moto não seja ligada antes de você chegar. Com o motor frio aparecem partida difícil, marcha lenta instável e ruídos que somem quando o óleo esquenta. Se o motor já estiver quente sem explicação, desconfie e, se puder, marque outro dia.
  • Freios. Com a moto parada, aperte o manete e o pedal: o curso deve ser firme, sem chegar ao fim. Rodando, freie com força moderada numa reta segura. Pulsação no manete costuma indicar disco empenado; chiado alto, pastilha no fim. Em freio a tambor, alavanca de curso muito longo mostra lona gasta ou desregulada.
  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.

A manutenção que uma R 1200 C Avantgarde 2002 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 24 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 24 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 24 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Na dúvida, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.

Motos parecidas com a R 1200 C Avantgarde 2002

Para comparar: motos custom 2002 com valor FIPE perto do da R 1200 C Avantgarde.

Outros anos da R 1200 C Avantgarde

A R 1200 C Avantgarde foi vendida em 6 anos-modelo, de 1999 a 2004. Valores da FIPE de cada ano:

  • 2004 · R$ 36.695
  • 2003 · R$ 35.733
  • 2002 · R$ 33.758
  • 2001 · R$ 32.642
  • 2000 · R$ 30.770
  • 1999 · R$ 29.810

Ficha técnica da R 1200 C Avantgarde 2002

Medidas e especificações
Cilindrada1.170 cc
CombustívelGasolina
Vela de igniçãoNGK BKR7EKC
Pneu dianteiro100/90-18
Pneu traseiro170/80-15
Óleo do motorSAE 20W-50 | 3,75 L na troca com filtro
Filtro de arpapel seco
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar e óleo
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da R 1200 C Avantgarde 2002

As peças desta moto são as da geração 1999–2004. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da R 1200 C Avantgarde 2002?

Na referência de outubro de 2026, a BMW R 1200 C Avantgarde 2002 vale R$ 33.758 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da R 1200 C Avantgarde 2002?

A R 1200 C Avantgarde 2002 tem 1.170 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a medida do pneu da R 1200 C Avantgarde 2002?

Dianteiro 100/90-18 e traseiro 170/80-15.

Que óleo usar na R 1200 C Avantgarde 2002?

A referência para o motor é SAE 20W-50 | 3,75 L na troca com filtro. Confira no manual o prazo de troca.

Como saber se a R 1200 C Avantgarde 2002 tem recall pendente?

Basta o número do chassi. Com ele, a concessionária ou o site do fabricante informam se há campanha pendente para a moto. O serviço de recall é gratuito e não depende de garantia nem de quem é o dono. Se houver pendência, marque o serviço o quanto antes.

Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?

Não existe um limite que sirva para todas. Uma moto com muitos quilômetros e manutenção em dia pode estar melhor que outra com pouco uso e muito descuido. O que importa é a coerência: o desgaste de pneus, manoplas, pedaleiras, banco e transmissão precisa combinar com o hodômetro e com as notas de revisão.

Uma moto 2002 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.