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Honda VTX 1800 2002

Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma VTX 1800 usada.

  • Custom
  • 1.795 cc
  • Gasolina
  • 96,5 cv
Honda VTX 1800 2002
Imagem ilustrativa.

FIPE 2002

R$ 27.274

Moto
Honda VTX 1800
Ano-modelo
2002
Geração
2002–2007
Calibragem
dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa), a frio (manual: 225 / 225 / 250 kPa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811063-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda VTX 1800

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A Honda VTX 1800 2002 em resumo

A Honda VTX 1800 2002 é uma custom de 1.795 cc. O ano-modelo 2002 faz parte da geração vendida de 2002 a 2007. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. Com injeção eletrônica, a VTX 1800 depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por cardã, com eixo e engrenagens em banho de óleo. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 96,5 cv a 5.000 rpm (manual VTX 1800C 2006); o torque, 15,9 kgf.m a 3.000 rpm; o peso, 321 kg (seco); o tanque leva 18 litros; o banco fica a 700 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 3,3 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da VTX 1800 2002

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda VTX 1800 2002 vale R$ 27.274. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2007, R$ 50.697), a 2002 vale 46% menos, uma média de 11,7% por ano.

Entre as 26 motos custom ano 2002 com preço na FIPE, 11 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.

A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.

O que esperar de uma custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

Bateria, pneus, óleo e outras medidas da VTX 1800 2002

Estas são as medidas que mais se procura para a VTX 1800 2002. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.

Comprando uma Honda VTX 1800 2002 usada: o que olhar

Uma moto 2002 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.

  • Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
  • Embreagem e câmbio. O manete deve ter curso leve, e a embreagem precisa pegar sem trancos. Patinação aparece na hora quando você acelera forte numa marcha alta e o motor sobe de giro sem a moto ganhar força. Marchas que saltam ou entram arranhando podem esconder garfos e engrenagens gastos, reparo bem mais caro do que trocar discos.
  • Pneus. Pneu fala bastante sobre a moto. Desgaste em degraus ou mais forte de um lado pode indicar suspensão ou alinhamento ruins. Rachaduras finas na lateral denunciam borracha velha, e a idade aparece no código DOT: os quatro últimos dígitos são semana e ano de fabricação. Se a troca for necessária, ponha o custo na negociação.
  • Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Parte elétrica e luzes do painel. Ligue a chave e teste tudo: farol alto e baixo, lanterna, luz de freio pelos dois comandos, piscas, buzina e painel. As luzes de alerta devem acender ao ligar a chave e apagar depois que a moto liga; algumas, como a do ABS, só apagam quando ela anda.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.

Cuidados que acompanham uma moto 2002

Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a VTX 1800 2002.

  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
  • Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso dura pouco do mesmo jeito.
  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
  • Retentores, coxins e borrachas. Peças de borracha envelhecem com o tempo e com o sol: retentores de bengala, coxins, manoplas, borrachas de pedaleira, guarda-pós e mangueiras. Numa moto de 24 anos, é normal que algumas peçam troca. São reparos simples, mas, ignorados, acabam afetando peças mais caras.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 24 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
  • Peças de reposição. Numa moto com mais de vinte anos, achar peça pode ser o maior desafio. Itens de desgaste comuns costumam ter versões paralelas, mas plásticos, acabamentos e componentes específicos podem estar fora de linha. Antes de comprar, pesquise a disponibilidade. Peça usada, só de desmanche credenciado pelo Detran, com identificação de origem.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência fica travada.
  • Manual, notas e chave reserva. Peça o manual do proprietário, o manual de garantia com os registros de revisão, as notas de serviços e peças e a chave reserva. Essa papelada mostra como a moto foi cuidada e ajuda a planejar a manutenção. A chave reserva faz falta: em motos com imobilizador, fazer uma nova costuma ser mais caro e demorado.

Outras motos custom 2002 na mesma faixa de preço

Para comparar: motos custom 2002 com valor FIPE perto do da VTX 1800.

A VTX 1800 em outros anos

A VTX 1800 foi vendida em 6 anos-modelo, de 2002 a 2007. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da VTX 1800 2002

Medidas e especificações
Cilindrada1.795 cc
CombustívelGasolina
Potência96,5 cv a 5.000 rpm (manual VTX 1800C 2006) conferido
Torque15,9 kgf.m a 3.000 rpm conferido
Peso321 kg (seco) conferido
Tanque18 litros conferido
Altura do banco700 mm conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa), a frio (manual: 225 / 225 / 250 kPa) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemHidráulica
Transmissão finalCardã
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Sim
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da VTX 1800 2002

As peças desta moto são as da geração 2002–2007. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da VTX 1800 2002?

Na referência de outubro de 2026, a Honda VTX 1800 2002 vale R$ 27.274 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Quantas libras vai no pneu da VTX 1800 2002?

Com os pneus frios: dianteiro 33 psi; traseiro 33 psi (só piloto) / 36 psi (com garupa), a frio (manual: 225 / 225 / 250 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quantos litros cabem no tanque da VTX 1800 2002?

O tanque da VTX 1800 2002 leva 18 litros.

Quantas cilindradas tem a VTX 1800 2002?

A VTX 1800 2002 tem 1.795 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quantos cavalos tem a VTX 1800 2002?

Pela ficha do fabricante, 96,5 cv a 5.000 rpm (manual VTX 1800C 2006), com torque de 15,9 kgf.m a 3.000 rpm.

Quanto pesa a VTX 1800 2002?

O peso informado pelo fabricante é 321 kg (seco).

A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?

Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.

Qual a primeira manutenção depois da compra?

Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.