Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Ducati Diavel V4 2024–2026
A medida que serve na Diavel V4 desses anos, de onde ela vem e onde encontrar.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve
coroa 43 | pinhão 16 | 126 elos (DID)
- Moto
- Ducati Diavel V4
- Anos
- 2024 a 2026
- Cilindrada
- 1.158 cc
- Transmissão final
- Corrente
- Câmbio
- Manual
- Embreagem
- Hidráulica
Medida conferida em manualslib.com. Mesmo assim, confira no manual da sua moto.
Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Ducati Diavel V4
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Ducati Diavel V4 2024–2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaO kit relação certo para a Diavel V4 2024–2026
Para a Ducati Diavel V4 dos anos 2024–2026, a referência do kit relação é coroa 43 | pinhão 16 | 126 elos (DID). Esse dado foi conferido em manualslib.com. Mesmo assim, o manual da sua moto é a palavra final, porque pode haver mudança dentro do mesmo ano.
Em partes: a coroa tem 43 dentes; o pinhão tem 16 dentes; a corrente tem 126 elos.
Isso dá uma redução de 2,69:1 entre o pinhão e a coroa. Mexer no número de dentes muda o comportamento: mais dentes na coroa dá mais força e menos velocidade final; menos dentes faz o inverso. Fora da original, o velocímetro também pode marcar diferente.
Como o kit relação trabalha na Diavel V4
Toda a potência que o motor produz passa pela corrente antes de chegar ao chão. Ela trabalha sob tração forte nas arrancadas, recebe tranco a cada troca de marcha e fica exposta a poeira, chuva e areia. A coroa e o pinhão, por sua vez, se desgastam junto com ela, dente por dente.
É por isso que se fala em kit: corrente, coroa e pinhão envelhecem juntos e se acostumam uns aos outros. Peça nova trabalhando com peça gasta não assenta direito, faz barulho e dura pouco. Quando chega a hora, a troca certa é do conjunto inteiro.
Como o kit relação trabalha na Diavel V4
A Diavel V4 2024–2026 é uma custom de 1.158 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. O acionamento da embreagem é hidráulico, com fluido próprio. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão.
Na Diavel V4, o freio traseiro é a disco e o suporte da pinça acompanha o eixo. Na troca do kit, cuide para o suporte voltar ao encaixe certo na balança e para as buchas espaçadoras ficarem do lado correto. Teste o freio antes de rodar.
Motos de maior cilindrada exigem kit à altura. Corrente mais fraca que a original, emenda de clipe onde o fabricante pede rebite ou aperto sem torquímetro são riscos reais. Siga a especificação da Diavel V4.
Na Diavel V4, a balança trabalha com monoamortecedor e, como em toda balança, a distância entre pinhão e coroa muda conforme a suspensão comprime. É por isso que a folga da corrente precisa ser medida do jeito que o manual manda: posição da moto e ponto de medição fazem diferença.
Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão
O kit relação dá vários avisos antes de chegar ao fim. Alguns você percebe pilotando; outros só aparecem olhando de perto, com a moto parada e a roda girando na mão.
- Corrente que solta da coroa. Com a corrente regulada, segure um elo na parte de trás da coroa e puxe para trás. Se a corrente descola do dente a ponto de mostrar boa parte dele, ela está alongada e não assenta mais no lugar certo.
- Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
- Barulho e tranco em baixa. Corrente gasta faz um chiado ou um batido que aumenta com a velocidade, e a moto dá trancos ao acelerar e desacelerar em marcha baixa. Antes de culpar o motor, confira a folga e o estado do kit.
- Ferrugem e retentores ressecados. Ferrugem nos roletes e nas placas mostra que a corrente ficou sem proteção. Na corrente com retentor, anéis de borracha ressecados, rachados ou faltando deixam sair a graxa interna, e o desgaste acelera.
- Regulagem que não segura. Você regula a folga e, pouco tempo depois, a corrente está frouxa de novo. Quando isso vira rotina, os pinos e as buchas da corrente já gastaram, e ela continua esticando a cada saída mais forte.
Kit relação certo: o que olhar no balcão
Com as informações certas, comprar o kit é rápido e sem erro. Vale levar à loja o modelo e o ano da moto e, se possível, conferir as peças que estão nela.
- Tipo de emenda. Pergunte como a corrente fecha. Emenda de clipe é prática e comum nas motos pequenas. Emenda de rebite é mais segura em correntes que recebem muita força, mas só deve ser montada com rebitador próprio.
- Kit completo, da mesma linha. O kit montado pelo fabricante evita surpresas de largura e de quantidade de elos. Se for comprar avulso, confira cada peça separadamente e guarde as notas, porque a garantia é individual.
- Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.
- Passo da corrente. O passo é o tamanho do elo, indicado por números como 420, 428, 520, 525 ou 530. Corrente, coroa e pinhão precisam ter o mesmo passo. Peças de passos diferentes não engrenam, mesmo que pareçam parecidas a olho.
- Corrente com ou sem retentor. A corrente sem retentor é mais simples e depende da lubrificação externa. A com retentor (anéis de vedação entre as placas) guarda graxa dentro das articulações e costuma durar mais, mas é mais cara e pede lubrificante compatível com borracha.
O kit relação da Diavel V4 em outras motos
Esta referência (coroa 43 | pinhão 16 | 126 elos (DID)) é praticamente exclusiva da Diavel V4 no catálogo. Para achar alternativas, o caminho é a tabela de equivalência do fabricante da peça, consultada pela loja.
Como é feita a troca do kit relação da Diavel V4
A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.
- Confira as peças novas. Com a caixa na mão, confira se a aplicação bate com a moto e se os números de dentes são os mesmos da peça antiga. Conte também os elos, ou peça para a loja confirmar.
- Solte o pinhão com a corrente ainda montada. O pinhão é mais fácil de soltar antes de tirar a corrente. Com a marcha engatada e alguém segurando o freio traseiro, a porca ou os parafusos de fixação cedem sem o eixo girar.
- Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
- Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque indicado no manual. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
- Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
- Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
- Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
- Aperte o eixo e revise o freio. Aperte a porca do eixo no torque indicado no manual e coloque contrapino ou trava nova, se houver. Depois, confira o freio traseiro: o pedal precisa ter a folga certa e a roda deve girar livre.
- Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.
Depois da troca, a primeira regulagem de folga vem cedo, porque o kit novo assenta. Se você não tem ferramentas para isso, combine o retorno com a oficina e aproveite para conferir o aperto do eixo e o freio traseiro.
Manutenção da corrente no dia a dia
A forma de pilotar e a manutenção pesam mais na vida da relação do que a marca do kit. Estes cuidados valem para qualquer moto com corrente.
- Pilote sem trancos. Arrancadas fortes, empinadas e trocas de marcha bruscas dão pancadas no kit relação. Sair com suavidade e evitar acelerar e frear em sequência ajuda a corrente a esticar menos.
- Lubrifique com frequência. O lubrificante deve chegar entre as placas e os roletes, no lado interno da corrente. Aplique devagar, girando a roda, espere alguns minutos e passe um pano para tirar o que sobrou.
- Proteja do pó e da areia. Terra, areia e maresia encurtam a vida do kit. Nesses casos, a limpeza precisa ser mais frequente e o lubrificante deve ser adequado ao uso, sem excesso que vire lama.
- Mantenha a roda alinhada. Sempre que regular a corrente, deixe os dois esticadores na mesma marca. Roda desalinhada faz a corrente trabalhar torta, gastando a lateral dos dentes e as placas.
O que não fazer com a corrente da moto
Alguns tropeços com a relação parecem economia, mas custam um kit novo antes da hora, ou coisa pior, se a corrente soltar.
- Deixar a corrente esticada demais. Apertar além da conta não deixa a corrente "mais firme": faz ela gastar mais rápido e castiga rolamentos. A folga certa existe por causa do movimento da balança.
- Rodar com a corrente frouxa. Folga demais não é só barulho. A corrente pode pular dos dentes, enroscar e travar a roda, além de bater e danificar a carcaça do motor e a balança.
- Trocar só a corrente. Economizar a coroa e o pinhão quase sempre sai caro: os dentes gastos destroem a corrente nova. Corrente, coroa e pinhão se trocam juntos.
- Tirar elo para ganhar regulagem. Encurtar corrente gasta é gambiarra. O fim do curso do esticador é exatamente o aviso de que o kit acabou.
A Diavel V4 na tabela FIPE
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Diavel V4 nesta geração ficam entre R$ 122.575 e R$ 129.926. É uma referência útil para decidir o tipo de reparo: em moto de valor mais baixo, peça de reposição de boa procedência ou usada revisada pode fazer mais sentido; em moto mais valorizada, peça original preserva o valor de revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2026 | R$ 129.926 |
| 2025 | R$ 125.863 |
| 2024 | R$ 122.575 |
Outras peças da Diavel V4 2024–2026
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual kit relação serve na Ducati Diavel V4 2024–2026?
Para a Diavel V4 2024–2026, a ficha indica coroa 43 | pinhão 16 | 126 elos (DID). Leve essa informação à loja junto com o ano da moto.
É normal o kit novo afrouxar logo?
Nos primeiros dias, um pouco de acomodação é normal, e por isso a primeira regulagem vem cedo. Se continua esticando rápido, desconfie de coroa ou pinhão reaproveitados, desalinhamento, falta de lubrificação ou corrente de qualidade abaixo da original.
Com que frequência devo lubrificar a corrente?
Siga o manual, mas use o bom senso: sempre que a corrente parecer seca, depois de chuva e depois de lavar a moto. Quem roda em terra ou areia precisa lubrificar com mais frequência. Corrente nunca deve ficar seca ou enferrujada.
Qual a vida útil da corrente da moto?
Varia bastante. Um kit com corrente lubrificada e regulada dura muito mais que um rodando seco e frouxo. Uso em terra, areia e chuva encurta a vida. O momento da troca é dado pelos sinais de desgaste, não por um número fixo.
Preciso trocar coroa e pinhão junto com a corrente?
Não é recomendado. Coroa e pinhão desgastam junto com a corrente e mudam de formato. Corrente nova em dentes gastos não assenta e estica rapidamente. A troca do kit completo é a que realmente resolve.
Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos