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Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014

Ficha técnica, preço FIPE e as 66 peças com página própria para a Dyna Super Glide Custom FXDC fabricada de 2008 a 2014. 3ª geração (quadro 2006, 6 marchas, Twin Cam 96).

  • Custom
  • 1.584 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Bateria 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS) conferido
Vela de ignição Harley-Davidson 6R12 (equiv. NGK DCPR7EIX) conferido
Pneu dianteiro 100/90B19 57H conferido
Pneu traseiro 160/70B17 73V conferido
Óleo do motor SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3) conferido
Filtro de ar papel seco conferido
Lâmpada do farol H4 60/55W (halógeno) conferido
Fluido de freio DOT 4 conferido

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC

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Peças da Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Que moto é a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014

A Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC nos anos-modelo de 2008 a 2014 é uma custom de 1.584 cc. Os dados abaixo valem para todo esse período. 3ª geração (quadro 2006, 6 marchas, Twin Cam 96).

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 40.740 (2008) a R$ 51.000 (2014).

Como ler a ficha técnica da Dyna Super Glide Custom FXDC

  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: dois amortecedores

Entender a ficha da Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC ajuda a saber o que esperar dela antes mesmo de dar a partida. Potência, peso, freios, câmbio e transmissão contam como a moto anda, quanto trabalho ela dá e para que tipo de uso ela foi pensada. A seguir, cada item explicado sem complicação.

  • Torque. Se a potência diz até onde a moto vai, o torque diz com que disposição ela sai do lugar. Na ficha, ele aparece em kgfm ou Nm, quase sempre acompanhado da rotação. Quanto mais cedo ele chega, menos você troca de marcha na cidade e mais fácil fica carregar peso, seja bagagem, seja um garupa.
  • Peso seco e em ordem de marcha. Fique atento a qual peso a ficha mostra. O seco deixa a moto mais leve no papel, porque desconta tanque cheio e fluidos; o em ordem de marcha é o peso real com que você manobra e estaciona. Ao comparar duas motos, compare o mesmo tipo de número, ou a conclusão sai torta.
  • Relação peso/potência. Divida o peso da moto pela potência e você tem quantos quilos cada cv precisa carregar. Quanto menor esse número, mais esperta ela é na arrancada e na retomada. Lembre que você e o garupa entram na conta: uma moto leve e pouco potente sente bem mais a diferença de peso do que uma moto grande com motor folgado.
  • Câmbio manual. Câmbio manual dá a você o controle de qual marcha usar, com embreagem no manete esquerdo e trocas no pé. O número de marchas na ficha diz muito: mais marchas permitem andar mais descansado na estrada, com o motor em giro baixo. Na cidade, saber reduzir antes da ultrapassagem ou da subida faz a moto render mais.
  • Suspensão traseira bichoque. Bichoque são os dois amortecedores traseiros, um de cada lado da roda. É uma solução simples, robusta e barata de manter, muito usada em motos de entrada, cubs e custom. Costuma ter curso menor que a monoamortecida e ser mais firme em buraco, mas aguenta bem peso. Muitos modelos oferecem regulagem de mola em posições, boa para quando vai carregado.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Dyna Super Glide Custom FXDC tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
  • Rodas e pneus: liga ou raiada, com ou sem câmara. Liga ou raiada, com ou sem câmara: dois dados que mudam o que acontece num furo. Sem câmara, o pneu perde ar aos poucos e um reparo com macarrão resolve até a borracharia. Com câmara, o esvaziamento é rápido e o conserto pede desmontar a roda. Raios aguentam melhor o piso ruim, mas pedem conferência de tensão de vez em quando.

A Dyna Super Glide Custom FXDC no dia a dia

A custom troca a agilidade pelo prazer de rodar. Na estrada, o torque em baixa rotação faz a moto avançar com pouco giro, e o vento, mesmo sem carenagem, incomoda menos na posição recostada. O banco baixo é amigo de quem tem perna curta, e a estabilidade em linha reta é grande.

Ela sofre em três situações: em piso esburacado, porque a suspensão traseira tem curso curto; em curvas sinuosas, porque a pedaleira encosta no chão; e no trânsito parado, porque o peso e o calor do motor cansam. Com garupa, a viagem é agradável quando o banco traseiro é generoso. Como moto de trabalho, não é a melhor escolha.

Bateria, pneus, vela e óleo da Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014

As medidas que a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014 usa nas peças de troca mais comuns. Cada link abre a página da peça, com as lojas e o guia de troca.

O que revisar na Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014 e quando pensar em cada item

Uma moto bem mantida anda melhor, gasta menos e deixa menos gente na mão. Para a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014, a lista a seguir organiza a manutenção por sistema. Os intervalos de troca e inspeção são os do manual; o seu uso diz se você deve seguir o prazo normal ou o de uso severo.

  • Folga de válvulas. Regular válvulas é um daqueles serviços que muita gente adia porque a moto parece normal. Mas a folga fora do padrão vai roubando desempenho, deixa a partida difícil e pode estragar sede e válvula. Siga o intervalo do manual e não ignore um chiado metálico no alto do motor, que costuma ser o primeiro aviso.
  • Vela de ignição. A vela produz a faísca que queima a mistura. Com o tempo, o eletrodo se desgasta e a faísca enfraquece, deixando partida difícil, falhas e consumo maior. Troque no intervalo do manual, usando o modelo e o grau térmico indicados. A cor da ponta da vela antiga diz bastante sobre a carburação e o estado do motor.
  • Óleo da suspensão dianteira. Dentro dos garfos dianteiros há óleo que controla a velocidade com que a suspensão afunda e volta. Com o tempo, ele perde as propriedades e a frente fica pulando e afundando demais na frenagem. A troca tem intervalo no manual, e os retentores merecem atenção: óleo escorrendo pelo tubo indica que estão vencidos. Limpe os tubos depois de rodar na terra.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Cabos e lubrificação geral. Pequenos pontos de atrito fazem diferença no conforto e na segurança. Na revisão, peça a lubrificação dos cabos e das articulações e verifique se nenhum cabo está esticado ao virar o guidão de um lado ao outro. Pivôs do pedal de freio, do câmbio e do cavalete agradecem uma gota de óleo e graxa nos pontos certos.
  • Filtro de óleo. O filtro segura as partículas que o óleo recolhe dentro do motor. Quando satura, ou deixa passar sujeira ou abre uma válvula que faz o óleo circular sem filtragem. Troque junto com o óleo, conforme o intervalo do manual, que às vezes pede o filtro a cada duas trocas. Use a peça com a medida certa e confira o anel de vedação na montagem.
  • Embreagem por cabo. A embreagem por cabo precisa de uma pequena folga no manete, regulada pelo esticador no punho ou no motor. Sem folga, a embreagem patina; com folga demais, as marchas arranham e a moto anda com o manete apertado. Lubrifique o cabo no intervalo do manual e troque se estiver desfiado ou pesado demais.

Os anos da Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 20%.

O que vigiar na Dyna Super Glide Custom FXDC no dia a dia

Entre uma revisão e outra, quem acompanha a moto é você. Uma checagem rápida antes de sair e um pouco de atenção aos sinais durante o uso mantêm a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014 segura e confiável. Veja o que observar e o que cada sinal costuma indicar.

  • Partida lenta e bateria. Se o motor de partida gira mais devagar que o normal, se o painel apaga ao apertar o botão ou se a moto só pega na segunda tentativa, a bateria pode estar no fim ou com os terminais frouxos. Não insista no botão por muito tempo: dê pausas entre as tentativas. Em moto com pedal, ele ajuda a chegar em casa, mas o problema continua.
  • Fumaça no escapamento. Num motor quatro tempos em bom estado, o escapamento quase não solta fumaça depois de aquecido. Fumaça azulada indica óleo sendo queimado, por anéis, guias de válvula ou excesso de óleo. Fumaça preta sugere mistura rica, filtro de ar entupido ou problema de alimentação. Vapor branco que some ao esquentar é só umidade, e é normal.
  • Nível do fluido de freio. Dê uma olhada no visor do reservatório quando conferir os pneus. Nível próximo do mínimo pode ser pastilha gasta, e completar sem trocar a pastilha só esconde o problema. Se o fluido estiver escuro ou o manete esponjoso, a hora da troca chegou. Manchas na pinça ou na mangueira indicam vazamento.
  • Cheiro de combustível. Cheiro de gasolina perto da moto parada indica vazamento em mangueira, conexão, torneira ou tampa do tanque. Na moto carburada, a cuba pode estar transbordando. Além do desperdício, há risco de incêndio perto do motor quente. Procure gotas ou manchas e não use a moto até resolver. Cheiro forte no escapamento indica mistura com excesso de combustível.

O que vale instalar na Harley-Davidson Dyna Super Glide Custom FXDC

Alguns acessórios melhoram segurança e conforto; outros só pesam e atrapalham. Para a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014, vale priorizar o que protege você e a moto e o que deixa o uso mais prático. Prefira peças feitas para o modelo, com fixação nos pontos originais, e evite adaptações improvisadas.

  • Faróis auxiliares. Para quem viaja ou roda em estrada sem iluminação, auxiliares fazem diferença. Eles abrem o facho e aumentam a visibilidade da moto. O cuidado é elétrico: consumo acima do que o alternador entrega descarrega a bateria. Prefira modelos de LED, que gastam menos, e uma instalação com relé e fusível.
  • Suporte de celular. O suporte deixa o GPS à vista e evita olhar para baixo. O cuidado está na vibração: em muitas motos, ela danifica o estabilizador de imagem e o foco da câmera do celular com o tempo. Prefira suportes com amortecedor de vibração, fixados no guidão ou na mesa, e configure a rota antes de sair.
  • Trava de disco. A trava de disco é um cadeado que passa por um furo do disco de freio e impede a roda de girar. É pequena, leve e cabe no bolso da jaqueta. Para não esquecer e sair com ela, use um cabo lembrete ligado ao manete. Partir com a trava instalada pode danificar o disco, a pinça e o garfo.
  • Calibrador e kit de reparo. Calibrar só no posto significa calibrar com pneu quente e com calibrador de precisão duvidosa. Um calibrador próprio resolve isso. Somado a um kit de reparo de pneu, ele transforma um furo no meio da estrada num atraso de minutos. Confira de tempos em tempos se o kit está completo e dentro da validade.

Perguntas frequentes

Que óleo de motor usar na Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014?

A referência é SAE 20W-50 (H-D 360 ou Screamin' Eagle SYN3). O intervalo de troca está no manual.

Que bateria usa a Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014?

A bateria indicada é 12V 19Ah AGM selada (H-D 65989-90; equiv. Yuasa YTX20HL-BS).

Quanto custa uma Dyna Super Glide Custom FXDC 2008–2014?

Na referência de outubro de 2026, a FIPE vai até R$ 51.000, com os anos mais antigos valendo menos. Veja o valor de cada ano nesta página.

A velocidade máxima da ficha é real?

Velocidade máxima depende de muitas coisas: peso de quem pilota, posição, vento, temperatura e regulagem. Por isso o número, quando aparece, é só referência, e o velocímetro costuma marcar acima do real. Para entender o desempenho da moto, olhe torque, potência e peso, que são medidos com mais rigor.

Todas as Dyna Super Glide Custom FXDC de 2008–2014 são iguais?

O período 2008–2014 reúne motos da mesma geração, com a mesma base mecânica, mas não necessariamente idênticas. Versões, freios, painel e pequenos ajustes de motor podem variar ao longo dos anos. Para comprar peças ou comparar desempenho, use a ficha do ano e da versão exatos da sua moto.

Quanto peso a Dyna Super Glide Custom FXDC pode levar?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Ficha técnica

Características
Cilindrada1.584 cc
CombustívelGasolina
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraDois amortecedores
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Dyna Super Glide Custom FXDC por ano

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 810047-0. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.