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Kawasaki Vulcan 900 Custom 2010–2015

Ficha técnica, preço FIPE e as 67 peças com página própria para a Vulcan 900 Custom fabricada de 2010 a 2015.

  • Custom
  • 903 cc
  • Gasolina
  • Injeção eletrônica
Kawasaki Vulcan 900 Custom
Imagem ilustrativa.

As medidas que mais se procura

PeçaMedida nesta motoConferência
Pneu dianteiro 80/90-21 referência
Pneu traseiro 180/70-15 referência
Óleo do motor SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 referência
Fluido de freio DOT 4 referência

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. “Referência” é a medida usada para este modelo, ainda sem essa checagem: confira no manual ou na peça antiga antes de comprar.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Custom

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Peças da Vulcan 900 Custom 2010–2015

A lista já leva em conta como esta moto é feita: transmissão por correia, injeção eletrônica, freio traseiro a disco. Peça que não existe nela não aparece.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

A Kawasaki Vulcan 900 Custom 2010–2015

Entre 2010 e 2015, a Vulcan 900 Custom manteve a mesma base técnica: uma custom de 903 cc.

Na tabela FIPE de outubro de 2026, os anos desta geração vão de R$ 30.087 (2010) a R$ 37.681 (2015).

O que cada número da ficha da Kawasaki Vulcan 900 Custom 2010–2015 quer dizer

  • Potência: 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm
  • Torque: 7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm
  • Peso: 278 kg (em ordem de marcha)
  • Tanque: 20 litros
  • Calibragem dos pneus: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)
  • Câmbio: manual
  • Freio dianteiro: disco
  • Freio traseiro: disco
  • ABS: não
  • Suspensão traseira: monoamortecida
  • Relação peso/potência: cerca de 5,8 kg/cv

Ficha técnica é uma lista de números e siglas que, sozinha, diz pouco. Cada linha, porém, tem consequência no seu dia a dia: no esforço para subir uma ladeira, no tamanho da parada para abastecer, no pé que alcança ou não o chão. Estes são os dados da Vulcan 900 Custom e o que cada um muda quando você está em cima dela.

  • Transmissão por correia ou cardã. Se a Vulcan 900 Custom não usa corrente, a força chega à roda por correia ou por eixo cardã. Na prática, isso significa menos sujeira, menos ajustes e mais tempo entre intervenções. A correia não gosta de pedras e cortes; o cardã é robusto, mas acrescenta peso e pode causar uma leve reação na suspensão ao acelerar e desacelerar.
  • Freio dianteiro a disco. Freio a disco na frente significa frenagem mais forte e mais fácil de dosar, principalmente com a moto carregada ou em descida longa. Ele também esquenta menos a ponto de perder eficiência e funciona melhor depois de passar por água. Na ficha, o diâmetro do disco e o número de pistões da pinça dão uma ideia da força que ele tem.
  • Carburador ou injeção. A ficha mostra como o combustível chega ao motor. O carburador mistura ar e combustível de forma mecânica: é simples, mas sente mais a altitude, o frio e o combustível parado. A injeção eletrônica dosa a mistura por sensores, dá partida mais fácil, marcha lenta estável e costuma gastar menos. Se a Vulcan 900 Custom tem injeção, uma luz no painel avisa quando algo sai do padrão.
  • Partida elétrica e a pedal. A ficha diz se a partida é elétrica, a pedal ou as duas. A elétrica é mais cômoda e permite religar a moto parada no trânsito sem esforço. O pedal é um seguro: se a bateria fraquejar, você ainda consegue ligar a moto. Quando há só partida elétrica, a bateria passa a ser item de atenção constante.
  • Refrigeração líquida. O radiador na frente do motor é a marca da refrigeração líquida. Ela mantém a temperatura constante, o que ajuda o motor a durar e a render igual no trânsito e em viagem. Quando a moto para no congestionamento, a ventoinha liga sozinha. Fique de olho no marcador ou na luz de temperatura e no nível do reservatório.
  • Altura do banco. A altura do banco diz quanto de perna você precisa para apoiar os pés no chão. Mas não é só o número: banco largo afasta as pernas e exige mais altura, enquanto banco estreito na frente ajuda. Quem tem perna curta costuma se sentir seguro apoiando a ponta dos dois pés. Muitas motos aceitam banco mais baixo ou mais alto como opção.
  • Relação peso/potência. Dois motores iguais em moto de pesos diferentes andam de jeitos diferentes. A relação peso/potência resume isso num número só: quilos por cv. Ela explica por que uma moto pequena e leve pode parecer viva no trânsito e por que uma pesada precisa de muito motor para não ficar lenta. Some o seu peso para ter a conta real.

Cidade, estrada e garupa com a Vulcan 900 Custom

No uso real, a custom é a moto do passeio de domingo e da viagem sem relógio. A Vulcan 900 Custom viaja bem em velocidade constante, com o motor trabalhando baixo e o piloto sentado como numa poltrona. Com malas laterais e encosto para o garupa, vira uma boa moto de estrada para dois.

Os limites são de ciclística. Curva fechada e rápida faz a pedaleira raspar cedo, e a distância livre do solo pede atenção em lombada alta e valeta. No trânsito apertado, a largura e o peso cansam. Em terra, só em trecho curto e firme. Ela não quer pressa: quer estrada aberta e tempo para aproveitar.

Peças de troca: as medidas da Vulcan 900 Custom

Na hora de comprar peça para a Vulcan 900 Custom desses anos, estas são as referências da ficha:

Plano de manutenção da Vulcan 900 Custom, sistema por sistema

Manter a Vulcan 900 Custom em dia é mais simples quando você pensa por sistema: motor, transmissão, freios, rodas, suspensão e parte elétrica. Cada um tem itens de troca e de inspeção, e os prazos estão no manual do proprietário. A seguir, o que cada parte pede e os sinais de que a hora chegou antes do previsto.

  • Óleo do motor e do câmbio. O óleo lubrifica, resfria e limpa o motor por dentro, e na maioria das motos quatro tempos também cuida do câmbio e da embreagem. Troque no intervalo do manual, usando a viscosidade e a especificação indicadas. Nos motores dois tempos, esse óleo fica só na caixa de marchas, e a troca segue o mesmo princípio. Uso no trânsito pesado e no calor costuma pedir o prazo de uso severo.
  • Rolamentos de roda e de direção. Rolamentos de roda e da caixa de direção trabalham escondidos e sofrem com buraco, água e lavagem com jato forte. Com a moto suspensa, balance as rodas para os lados: não pode haver folga. Gire o guidão de um lado ao outro: ele deve correr liso, sem pontos duros. A inspeção entra nas revisões do manual, e folga ou ruído pedem troca.
  • Líquido de arrefecimento. O líquido de arrefecimento evita superaquecimento, congelamento e corrosão por dentro do motor. Ele perde os aditivos com o tempo, então tem troca prevista no manual mesmo que o nível esteja certo. Complete só com o produto indicado, nunca com água pura. Confira mangueiras, abraçadeiras e a colmeia do radiador, que pode entupir com sujeira.
  • Sistema elétrico e iluminação. A parte elétrica costuma dar sinais antes de falhar: luz que pisca, seta que acelera, buzina fraca. Investigue cedo. Conectores sujos ou úmidos são resolvidos com limpeza e protetor de contato; fios danificados pedem reparo bem feito. Mantenha a regulagem do farol e use lâmpadas com a potência original.
  • Filtro de ar. Poeira é o inimigo silencioso do motor: entra pelo filtro gasto, age como lixa e desgasta cilindro e anéis. Confira o filtro na revisão e antecipe a troca se a moto roda em estrada de chão. Filtro de espuma pede lavagem e óleo próprio. Nunca rode sem filtro ou com ele furado.
  • Óleo da suspensão dianteira. Muita gente esquece que a bengala tem óleo. Ele se degrada, e a suspensão perde controle aos poucos, sem você perceber. Siga o intervalo do manual para a troca e passe um pano nos tubos de vez em quando, removendo poeira que estraga os retentores. Mancha de óleo no tubo ou na pinça é sinal de retentor vazando.
  • Pneus e calibragem. Calibre os pneus a frio, com a pressão indicada no manual ou na etiqueta da moto, que muda com garupa e carga. Pressão baixa esquenta o pneu, pesa a direção e aumenta o consumo; pressão alta reduz a aderência. Confira o desgaste pelos indicadores no sulco e troque antes de chegar a eles. Pneu ressecado ou com bolha sai de cena, mesmo com sulco.

A Vulcan 900 Custom 2010–2015 ano a ano

Cada ano-modelo desta geração tem página própria, com o preço FIPE, as diferenças para as versões do mesmo ano e o que conferir na compra:

Do ano mais novo para o mais antigo da geração, a diferença na FIPE é de 20%.

O que vigiar na Vulcan 900 Custom no dia a dia

A maior parte das panes avisa antes de acontecer. Um ruído novo, um cheiro diferente, uma luz no painel ou uma mancha no chão da garagem são recados da moto. Prestar atenção a eles custa poucos minutos por semana e evita reparos maiores e paradas no meio do caminho com a Vulcan 900 Custom.

  • Partida lenta e bateria. Bateria raramente morre de uma vez: ela vai enfraquecendo. Partida arrastada pela manhã, luzes que oscilam e buzina fraca são os sinais. Confira terminais, verifique se nenhum acessório fica ligado com a moto desligada e meça a carga. Uma bateria fraca também prejudica a injeção e a recarga do sistema.
  • Cheiro de queimado. Cheiro de queimado tem algumas origens comuns: freio arrastando, embreagem patinando, plástico encostado no escapamento ou fio aquecendo. Depois de rodar, toque com cuidado perto das rodas: um lado muito mais quente que o outro sugere freio preso. Cheiro de fio queimado pede desligar a moto e procurar a causa antes de seguir.
  • Ruídos do motor. Ruído é informação. Escute a moto em marcha lenta, ao acelerar e ao reduzir. Batidas, rangidos, assobios e estalos que não existiam antes têm causa, e quanto mais cedo ela for encontrada, menor o conserto. Grave o som com o celular para mostrar ao mecânico, se o barulho for intermitente.
  • Luz de injeção no painel. A luz da injeção acende ao ligar a chave e apaga em seguida: isso é o teste normal. Se ela ficar acesa ou piscar com o motor funcionando, a central registrou uma falha em algum sensor ou atuador. A moto pode até andar normal, mas o problema deve ser lido com scanner o quanto antes, antes que vire algo maior.

O que vale instalar na Kawasaki Vulcan 900 Custom

Acessório bom é o que resolve um problema do seu uso: levar bagagem, proteger a moto num tombo, cansar menos na estrada ou deixar a moto mais segura estacionada. Para a Vulcan 900 Custom, estes são os que mais fazem sentido, com o cuidado de manter a instalação limpa e sem sobrecarregar a parte elétrica.

  • Alforjes e sacolas laterais. Alforjes de couro ou sintético e sacolas laterais aumentam muito a capacidade de bagagem em viagem, mantendo o peso baixo e equilibrado. Use afastadores, para que as sacolas não encostem no escapamento nem na roda. Distribua o peso igual dos dois lados e confira as fixações nas paradas, porque o movimento da estrada afrouxa as cintas.
  • Bolha ou para-brisa. Uma bolha mais alta ou um para-brisa desvia o vento do peito e do capacete. Na estrada, você cansa menos, ouve menos ruído e enfrenta melhor a chuva e o frio. Na cidade, o ganho é menor. Escolha a altura certa para você: bolha baixa demais joga turbulência no capacete; alta demais atrapalha a visão na chuva.
  • Equipamento do piloto. Asfalto rala, e roupa comum não protege. Luvas evitam ferimentos nas mãos, que são as primeiras a tocar o chão; jaqueta e calça com proteções cuidam de articulações; botas protegem pés e tornozelos. Itens refletivos ajudam a ser visto à noite. Para quem passa o dia na moto, o conforto do equipamento conta tanto quanto a proteção.
  • Protetor de motor e de carenagem. Tombo parado acontece com todo mundo, e o protetor faz a diferença entre um susto e uma conta grande. Ele segura o peso da moto no chão e preserva peças caras de substituir. Em motos de estrada, alguns modelos permitem prender faróis auxiliares. Evite peças genéricas que exigem furar ou adaptar o quadro.

Perguntas frequentes

Qual o peso da Vulcan 900 Custom 2010–2015?

A ficha do fabricante informa 278 kg (em ordem de marcha).

Qual a potência da Vulcan 900 Custom 2010–2015?

Segundo o fabricante, 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm.

Que óleo de motor usar na Vulcan 900 Custom 2010–2015?

A referência é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. O intervalo de troca está no manual.

Quantos litros tem o tanque da Vulcan 900 Custom 2010–2015?

O tanque da Vulcan 900 Custom desses anos comporta 20 litros.

Posso usar pneu de medida diferente na Vulcan 900 Custom?

O ideal é seguir as medidas da ficha e do manual. Pneu fora da medida muda a geometria, o velocímetro, o comportamento em curva e pode encostar no paralama ou na balança. Em motos com ABS, ainda pode confundir os sensores. Pneu mais largo nem sempre melhora: muitas vezes deixa a moto mais pesada de esterçar.

Quanto a Vulcan 900 Custom roda com um tanque?

Não há um número único: trânsito pesado, estrada, garupa e mão no acelerador mudam o resultado. Multiplique a capacidade do tanque pelo consumo que você mede na sua rotina e terá a sua autonomia real. Em viagem, planeje as paradas com folga e não conte com a reserva até o fim.

A Vulcan 900 Custom aguenta levar garupa?

O limite de carga vem no manual e inclui todo mundo e tudo o que vai na moto. Respeitado esse número, levar garupa é parte da proposta. Ajuste a calibragem e a suspensão para o peso extra, regule o farol se ele subir e lembre que arrancadas e frenagens ficam mais longas.

Ficha técnica

Características
Cilindrada903 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm conferido
Torque7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm conferido
Peso278 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

Preço FIPE da Vulcan 900 Custom por ano

Ano-modeloPreço médio
Vulcan 900 Custom 2015R$ 37.681
Vulcan 900 Custom 2013R$ 35.988
Vulcan 900 Custom 2012R$ 35.062
Vulcan 900 Custom 2011R$ 32.549
Vulcan 900 Custom 2010R$ 30.087

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817053-3. É o preço médio de anúncio no país, não o valor de uma moto específica. Anos sem preço na tabela ficam de fora.