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Kawasaki Vulcan 900 Custom 2013

Preço FIPE do ano-modelo 2013, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Custom usada.

  • Custom
  • 903 cc
  • Gasolina
  • 48,0 cv
Kawasaki Vulcan 900 Custom 2013
Imagem ilustrativa.

FIPE 2013

R$ 35.988

Moto
Kawasaki Vulcan 900 Custom
Ano-modelo
2013
Geração
2010–2015
Calibragem
dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817053-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Custom

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Como é a Vulcan 900 Custom 2013

A Kawasaki Vulcan 900 Custom 2013 é uma custom de 903 cc. Ela pertence à geração 2010–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. Com injeção eletrônica, a Vulcan 900 Custom depende de sensores e de tensão estável na bateria para funcionar bem. A partida é elétrica, só no botão. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. Em vez de corrente, a Vulcan 900 Custom usa correia dentada até a roda traseira. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm; o torque, 7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm; o peso, 278 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 20 litros. A relação peso/potência fica em torno de 5,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Preço FIPE da Vulcan 900 Custom 2013

O preço médio da Vulcan 900 Custom 2013 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 35.988. A do ano 2012 sai por R$ 35.062 (+2,6% de diferença). Comparada com a 2015 (R$ 37.681), a moto de 2013 custa 4% a menos: em média, perdeu 2,3% de valor a cada ano.

Entre as 38 motos custom ano 2013 com preço na FIPE, 4 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto custom

Custom é a moto de estilo: banco baixo, guidão largo, pedaleiras avançadas e motor de torque forte em baixa rotação. A pilotagem é relaxada, sem pressa, e o visual conta tanto quanto o desempenho. É a escolha de quem gosta de passear, de viajar sem correria e de personalizar a moto do seu jeito.

Muitas usadas vêm com acessórios e alterações de visual. Isso pode valorizar, mas exige olhar a instalação elétrica, o escapamento e saber se as peças originais acompanham a moto. Alteração bem feita soma; adaptação malfeita vira custo.

O que muda entre as Vulcan 900 2013

A Vulcan 900 Custom não era a única Vulcan 900 de 2013: havia mais 2 versões. Compare o que muda antes de escolher.

  • Vulcan 900 Classic 2013 (R$ 40.529): na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.
  • Vulcan 900 Classic LT 2013 (R$ 40.698): sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.

Medidas de manutenção da Vulcan 900 Custom 2013

Medidas de manutenção da Vulcan 900 Custom 2013, com link para a página de cada peça:

Vulcan 900 Custom 2013 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Vulcan 900 Custom, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Luz da injeção. Repare no painel ao girar a chave: a luz da injeção precisa acender e depois apagar. Acesa com o motor funcionando significa defeito registrado, que pode ser simples, como um sensor, ou caro. Moto injetada que demora a pegar ou falha em baixa rotação também pede diagnóstico antes da compra.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.

A manutenção que uma Vulcan 900 Custom 2013 pede

Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.

  • Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
  • Suspensão cansada. Suspensão não pifa de uma vez: piora tão devagar que o dono se acostuma. Por isso muitas motos com mais de dez anos rodam com óleo de bengala vencido e amortecedor no fim. Revisar a suspensão melhora estabilidade, frenagem e conforto, e compensa antes de gastar com qualquer acessório.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 13 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
  • Tanque e linha de combustível. Tanque de moto mais velha pode ter ferrugem por dentro, principalmente se ficou muito tempo vazio ou com pouco combustível. Olhe pela boca do tanque com uma lanterna. Mangueiras ressecadas, filtro saturado e torneira vazando, quando houver, são comuns nessa idade e, além de causar falhas, trazem risco de incêndio.
  • Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.

Documentos e negociação da Vulcan 900 Custom 2013

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.

Alternativas à Vulcan 900 Custom 2013

Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos custom são as alternativas mais diretas à Vulcan 900 Custom:

Todos os anos da Vulcan 900 Custom

Anos-modelo da Vulcan 900 Custom no catálogo, de 2015 a 2010, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Vulcan 900 Custom 2013

Medidas e especificações
Cilindrada903 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm conferido
Torque7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm conferido
Peso278 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido
Pneu dianteiro80/90-21
Pneu traseiro180/70-15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Vulcan 900 Custom 2013

As peças desta moto são as da geração 2010–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual o preço FIPE da Vulcan 900 Custom 2013?

Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki Vulcan 900 Custom 2013 vale R$ 35.988 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da Vulcan 900 Custom 2013?

A Vulcan 900 Custom 2013 tem 903 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Qual a calibragem do pneu da Vulcan 900 Custom 2013?

Com os pneus frios: dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Qual a medida do pneu da Vulcan 900 Custom 2013?

Dianteiro 80/90-21 e traseiro 180/70-15.

Qual a potência da Vulcan 900 Custom 2013?

Pela ficha do fabricante, 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm, com torque de 7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm.

Quanto pesa a Vulcan 900 Custom 2013?

O peso informado pelo fabricante é 278 kg (em ordem de marcha).

Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?

Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.

Moto com 13 anos é isenta de IPVA?

Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.

Quilometragem alta é problema?

A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.