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Kawasaki Vulcan 900 Custom 2014

Preço FIPE do ano-modelo 2014, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma Vulcan 900 Custom usada.

  • Custom
  • 903 cc
  • Gasolina
  • 48,0 cv
Kawasaki Vulcan 900 Custom 2014
Imagem ilustrativa.

FIPE 2014

Sem preço na tabela

Moto
Kawasaki Vulcan 900 Custom
Ano-modelo
2014
Geração
2010–2015
Calibragem
dianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817053-3. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Kawasaki Vulcan 900 Custom

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A Kawasaki Vulcan 900 Custom 2014 em resumo

Do ano-modelo 2014, a Kawasaki Vulcan 900 Custom é uma custom de 903 cc. Ela pertence à geração 2010–2015, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. Não há pedal: a partida é sempre pelo motor de partida. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por correia dentada. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.

Na ficha do fabricante, a potência é de 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm; o torque, 7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm; o peso, 278 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 20 litros. A relação peso/potência fica em torno de 5,8 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.

Para quem é uma moto custom

A custom é mais um jeito de andar de moto do que um tipo técnico. O desenho valoriza cromados, tanque em gota e linhas longas, e a mecânica é pensada para durar e ter força em baixa rotação. Serve a quem quer uma moto para o fim de semana, para viagens tranquilas ou para criar um estilo próprio.

Personalização faz parte da cultura, então muitas usadas são diferentes das de fábrica. Alterações bem feitas e regularizadas são um bônus; adaptações sem critério, principalmente na parte elétrica e no escapamento, são um custo.

As versões da Vulcan 900 em 2014

Em 2014, a família Vulcan 900 tinha 3 versões. A diferença entre elas está nos itens abaixo; o motor e o quadro costumam ser os mesmos.

  • Vulcan 900 Classic 2014: sem diferença nos itens principais da ficha; muda o acabamento ou algum equipamento.
  • Vulcan 900 Classic LT 2014: na ficha que temos, não há diferença nos itens principais; a mudança fica em acabamento, cores ou equipamentos.

Medidas de manutenção da Vulcan 900 Custom 2014

Para a manutenção da Vulcan 900 Custom 2014, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

Vulcan 900 Custom 2014 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma Vulcan 900 Custom, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Sinais de queda. Manetes com a ponta lixada, pedaleiras raspadas, ponteira do guidão ralada, retrovisor novo de um lado só e tampa do motor marcada são sinais clássicos de tombo. Tombo parado deixa marca pequena. Já carenagem em tom diferente e parafusos marcados por chave pedem uma olhada atenta no quadro e na suspensão.
  • Cardã ou correia. Correia e cardã pedem menos cuidado que a corrente, mas não são eternos. Na correia, procure trincas, desfiamento e dentes danificados. No cardã, o óleo da transmissão tem prazo de troca no manual e não pode haver vazamento nem ruído ao rodar. Reparos nesses sistemas costumam ser caros, por isso entram na avaliação.
  • Embreagem e câmbio. Em movimento, numa marcha alta e em rotação baixa, acelere com vontade: se o giro sobe e a velocidade não acompanha, a embreagem está patinando. Passe todas as marchas, subindo e reduzindo. Engates duros, marcha que escapa sozinha ou dificuldade para achar o neutro indicam desgaste ou desregulagem.
  • Arrefecimento. Com o motor frio, veja o nível e a cor do líquido no reservatório: deve estar limpo, sem óleo boiando. Deixe a moto em marcha lenta até a ventoinha ligar, o que mostra que sensor e ventilador funcionam. Colmeia do radiador amassada, mangueiras ressecadas e marcas de líquido seco embaixo do motor são pontos de atenção.
  • Acessórios de viagem e personalização. Muitos donos de custom e touring personalizam a moto, e parte desse investimento vem junto na compra. Isso é bom, desde que a instalação seja benfeita. Acessório elétrico sem fusível, banco trocado que mudou a posição de pilotagem e escapamento alterado merecem atenção. Pergunte se as peças originais retiradas vêm junto.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
  • Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e deve ser descontado no preço.
  • Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali costuma ser caixa de direção ou bengala.

O que a idade pede na Kawasaki Vulcan 900 Custom 2014

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2014 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor nunca é normal.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
  • Chicote e conectores. Uma moto de 12 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas elimina defeitos difíceis de achar.
  • Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 12 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
  • Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 12 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.

Papelada em ordem: como fechar negócio com segurança

Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.

  • Pagamento e recibo. Não pague sinal antes de ver a moto e o documento pessoalmente, e deposite só na conta de quem aparece como proprietário. Faça um recibo ou contrato com valor, forma de pagamento, quilometragem e data e hora da entrega, que definem de quem é cada multa. Pressa e preço baixo demais são sinais de golpe.
  • Manual, notas e chave reserva. Histórico documentado vale tanto quanto peça nova. Notas de revisão, de pneus e de serviços maiores mostram cuidado e permitem acompanhar a quilometragem ao longo dos anos. Pergunte pela segunda chave e pelo manual; se faltarem, não é motivo para desistir, mas vira argumento na negociação.
  • Débitos e licenciamento. Antes de discutir preço, saiba quanto a moto deve. A consulta no Detran do estado de registro mostra IPVA, licenciamento e multas em aberto, normalmente só com placa e Renavam. Débito pendente pode virar desconto, desde que fique claro quem vai quitar e quando. Sem isso resolvido, a transferência não sai.
  • Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, ponha na conta o custo de voltar ao original.
  • Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.

Todos os anos da Vulcan 900 Custom

Anos-modelo da Vulcan 900 Custom no catálogo, de 2015 a 2010, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:

Ficha técnica da Vulcan 900 Custom 2014

Medidas e especificações
Cilindrada903 cc
CombustívelGasolina
Potência48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm conferido
Torque7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm conferido
Peso278 kg (em ordem de marcha) conferido
Tanque20 litros conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 29 psi (200 kPa); traseiro 33 psi (225 kPa) até 97,5 kg de carga / 41 psi (280 kPa) de 97,5 a 180 kg (com garupa) conferido
Pneu dianteiro80/90-21
Pneu traseiro180/70-15
Óleo do motorSAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
Fluido de freioDOT 4
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoLíquida
AlimentaçãoInjeção eletrônica
PartidaElétrica
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorreia
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroDisco
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasLiga leve
Pneus com câmaraNão
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
PiscasLâmpada
VelocímetroDigital (sensor)
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaSim

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da Vulcan 900 Custom 2014

As peças desta moto são as da geração 2010–2015. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Arrefecimento

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Qual a medida do pneu da Vulcan 900 Custom 2014?

Dianteiro 80/90-21 e traseiro 180/70-15.

Quantas cilindradas tem a Vulcan 900 Custom 2014?

A Vulcan 900 Custom 2014 tem 903 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.

Quanto pesa a Vulcan 900 Custom 2014?

O peso informado pelo fabricante é 278 kg (em ordem de marcha).

Qual a potência da Vulcan 900 Custom 2014?

Pela ficha do fabricante, 48 cv (35,0 kW) a 5.700 rpm, com torque de 7,9 kgf.m (77,0 N.m) a 3.700 rpm.

Quantos litros cabem no tanque da Vulcan 900 Custom 2014?

O tanque da Vulcan 900 Custom 2014 leva 20 litros.

Uma moto 2014 ainda paga IPVA?

Depende do estado. Cada estado define suas regras de IPVA, e vários isentam veículos mais antigos, mas a idade a partir da qual a isenção vale muda de lugar para lugar. Consulte a Secretaria da Fazenda do estado onde a moto é ou será registrada. Isenta ou não, ela continua precisando de licenciamento anual.

Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?

Cruze informações. Notas de serviço, registros de revisão em concessionária e etiquetas de troca de óleo mostram a quilometragem em datas passadas; se o número atual for menor ou não fizer sentido, desconfie. Desgaste muito acima do esperado para o hodômetro também é sinal. Se a dúvida persistir, peça a avaliação de um mecânico.

Como fica o seguro de uma Vulcan 900 Custom 2014?

Depende do valor da moto, de onde ela fica guardada e do índice de roubo da região. Faça cotações antes de fechar a compra: alguns modelos e algumas regiões têm seguro bem mais caro. Além do seguro completo, há opções que cobrem só roubo e furto ou só danos a terceiros.

Devo pagar o valor da FIPE?

A FIPE é uma referência do preço médio praticado no mercado, não um preço obrigatório. O valor real muda conforme a região, o estado de conservação, a quilometragem e a época do ano. Use a tabela como ponto de partida e ajuste para cima ou para baixo conforme o que a vistoria mostrar.