Paralama dianteiro da BMW F 800 R 2015–2017
O que define a paralama dianteiro certa para a F 800 R desses anos, e onde encontrar.
Paralama dianteiro que serve
F 800 R 2015–2017
- Moto
- BMW F 800 R
- Anos
- 2015 a 2017
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com paralama dianteiro para a BMW F 800 R
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura paralama dianteiro para a BMW F 800 R 2015–2017. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual paralama dianteiro comprar para a F 800 R 2015–2017
O paralama dianteiro da BMW F 800 R 2015–2017 é peça específica do modelo: não existe uma medida universal que sirva em qualquer moto. A compra é feita pela aplicação, ou seja, pela combinação de modelo, ano e, se possível, número do chassi ou código da peça original.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a F 800 R 2015–2017; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O trabalho do paralama dianteiro na F 800 R
O paralama dianteiro segura a água, a lama e as pedrinhas que o pneu da frente joga para cima e para trás. Sem ele, essa sujeira vai direto para as bengalas, o motor, o radiador (quando a moto tem), as pernas do piloto e até o visor do capacete. Em dia de chuva, a diferença aparece na primeira poça, e quem já rodou com o paralama quebrado sabe disso.
Ele também protege a parte cromada das bengalas, onde a sujeira acumulada acelera o desgaste dos retentores. E, em muitas motos, serve de apoio para guias de mangueira de freio, cabos ou fiação, que ficam presas nele ou nos seus suportes.
O paralama dianteiro na F 800 R: o que a ficha diz
A F 800 R 2015–2017 é uma naked de 798 cc. O farol usa lâmpada halógena. Atrás há um único amortecedor central (monoamortecida).
A F 800 R tem ABS, e o cabo do sensor de roda dianteiro costuma passar pela bengala com presilhas, às vezes perto do paralama. Ao trocar, não puxe nem dobre esse cabo. Se a luz do ABS acender depois do serviço, confira se o sensor e o cabo ficaram no lugar.
Com freio a disco dianteiro, a mangueira e a pinça ficam bem perto do paralama. Se a pinça precisar ser solta para a troca, o serviço vira serviço de freio: siga o manual ou leve à oficina.
Como saber se o paralama dianteiro está com problema
O paralama costuma sofrer em tombos, buracos e lavagens. Fique atento a estes sintomas, principalmente aos que envolvem folga e barulho.
- Bengalas sempre sujas. Sujeira acumulada nas bengalas logo depois de rodar indica proteção insuficiente. Retentor com areia vaza, e o reparo da suspensão é bem mais caro do que o paralama.
- Pedaço faltando ou quebrado. Ponta quebrada ou pedaço arrancado reduzem a proteção e deixam bordas que podem continuar a trincar. A sujeira passa a ir direto para as bengalas e o motor.
- Guias de mangueira ou cabo soltas. Olhe as presilhas que seguram mangueiras e cabos no paralama ou no suporte. Presilha quebrada deixa a mangueira solta, o que não deve acontecer perto da roda.
- Trinca perto dos furos de fixação. Repare nos pontos de fixação: rachaduras finas saindo do furo indicam aperto demais ou peça cansada. Paralama trincado nesses pontos não segura bem e vibra cada vez mais.
- Pintura descascando ou desbotada. Desbotado e com a tinta soltando, o paralama mostra que envelheceu no sol. Se a estrutura está boa, pintar resolve; se também há trincas, a troca costuma compensar.
O que conferir antes de comprar o paralama dianteiro
O paralama dianteiro é feito para a suspensão, a roda e o pneu de cada moto. Um paralama de outro modelo pode até parecer igual, mas os furos e a curvatura raramente batem.
- Adesivos e grafismos. Se o paralama original tem adesivos ou grafismos, eles nem sempre vêm na peça nova. Confira se a loja vende o jogo de adesivos separado ou aceite o paralama liso.
- Original ou de reposição. O original tende a encaixar sem ajuste e com a cor certa. O de reposição pode ser uma boa escolha quando tem aplicação declarada para o modelo e qualidade de material comprovada. Peça nota fiscal nos dois casos.
- Cor e acabamento. O mesmo modelo pode ter cores com nomes parecidos e tons diferentes. Informe o ano exato e, se puder, a cor que aparece no documento da moto.
- Material. Dobre de leve a borda do paralama na loja: ele deve ceder um pouco e voltar. Plástico muito rígido ou com rebarbas grossas costuma trincar na vibração.
- Aplicação para o modelo e o ano. Confirme modelo e ano antes de tudo. Versões com freio, roda ou suspensão diferentes podem usar paralamas com suportes diferentes, mesmo no mesmo ano.
Trocando o paralama dianteiro: o jeito certo
A troca do paralama é um serviço de baixa complexidade, mas acontece colado no pneu e no freio. Trabalhe com calma e confira tudo antes de rodar.
- Apoie a moto com segurança. Coloque a moto no cavalete ou em um apoio de oficina que a mantenha firme. Trabalhar na roda dianteira com a moto instável é arriscado.
- Solte guias de mangueira e cabos. Desprenda com cuidado as guias de mangueiras e fios. A mangueira de freio não deve ser desconectada nem torcida; se ela parecer presa demais, pare e consulte o manual.
- Veja se precisa tirar a roda ou a pinça. Confira se o paralama passa livre. Se a roda ou a pinça estiverem no caminho, o serviço envolve o freio dianteiro, e a montagem precisa seguir os apertos e procedimentos do fabricante.
- Solte os parafusos. Solte as fixações uma a uma e anote a posição de cada bucha. Rosca espanada na bengala ou no suporte vira reparo de oficina.
- Confira os suportes. Aproveite para limpar a região e ver se não há marcas de batida nas bengalas ou nos suportes. Se houver dano na suspensão, peça avaliação.
- Posicione o paralama novo. Encaixe o paralama sem forçar e coloque todos os parafusos à mão, com as buchas e arruelas no lugar, antes de apertar qualquer um.
- Aperte sem exagero. Aperte em cruz, aos poucos, até ficar firme. Plástico não aceita aperto excessivo: trinca na hora ou logo depois. Use o torque do manual, se houver.
- Recoloque guias e teste a folga. Prenda de novo mangueiras, cabos e fios nas guias. Gire a roda com a mão e confira se nada encosta. Se mexeu no freio, aperte o manete várias vezes e teste a frenagem em baixa velocidade antes de sair.
Depois da troca, rode alguns quilômetros e confira de novo o aperto e a folga do pneu. A vibração dos primeiros dias pode acomodar as buchas.
Erros que estragam o paralama dianteiro
Antes de trocar ou mexer no paralama, evite estes erros, que comprometem a fixação e a segurança.
- Deixar mangueira ou fio solto. Esquecer de prender a mangueira de freio ou a fiação nas guias depois da troca deixa esses itens soltos perto da roda. Eles podem encostar no pneu ou enroscar.
- Montar sem as buchas. Sem as buchas de borracha, o plástico recebe a vibração direto e trinca rápido. Se perdeu ou estragou, compre novas antes de montar.
- Rodar sem paralama. Tirar o paralama "para ficar mais bonito" deixa as bengalas, o motor e o piloto expostos à sujeira. Os retentores da suspensão gastam mais rápido e o motor fica coberto de barro em dia de chuva.
- Apertar demais os parafusos. Parafuso de paralama não pede força de parafuso de motor. Apertar até "travar" esmaga a bucha e trinca o plástico, às vezes só dias depois.
Manutenção do paralama dianteiro no dia a dia
Um paralama bem cuidado protege a moto por anos e mantém a aparência. Estes hábitos fazem diferença.
- Cuidado no transporte. Cinta de amarração deve ir em pontos firmes da moto, nunca no paralama. A pressão da cinta trinca o plástico.
- Limpe a parte de dentro. A sujeira que gruda por dentro do paralama endurece e vai se acumulando. Na lavagem, dê atenção a essa região.
- Mantenha as buchas em bom estado. As buchas de borracha absorvem a vibração. Quando ressecam, o plástico passa a receber o tranco direto e trinca. Troque as buchas quando estiverem duras ou rachadas.
- Mantenha o pneu na medida certa. Pneu de medida diferente da indicada pode ficar perto demais do paralama. Use a medida do manual para manter a folga de fábrica.
Serve em outro ano da F 800 R?
No catálogo, a F 800 R aparece em 2 gerações, somando 1 versão entre 2010 e 2017. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas o paralama dianteiro pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão F 800 R 2010–2014.
A F 800 R na tabela FIPE
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a BMW F 800 R dos anos 2015–2017 vai de R$ 31.803 (2015) a R$ 37.912 (2017). Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do paralama dianteiro chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 2017 | R$ 37.912 |
| 2016 | R$ 34.661 |
| 2015 | R$ 31.803 |
Paralama dianteiro nos outros anos e versões da F 800 R
| Versão | Anos |
|---|---|
| F 800 R (esta página) | 2015–2017 |
| F 800 R | 2010–2014 |
Outras peças da F 800 R 2015–2017
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar o paralama dianteiro de outro modelo na F 800 R?
Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a F 800 R 2015–2017. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.
Tirar o paralama da frente faz mal para a moto?
Não é recomendado. Sem ele, água, lama e pedras vão direto para as bengalas, o motor e o piloto. Os retentores da suspensão gastam mais rápido, e a pilotagem na chuva fica bem pior.
O paralama está encostando no pneu. O que pode ser?
As causas mais comuns são parafuso frouxo, bucha faltando, peça torta ou pneu fora da medida indicada. Não deixe para depois: o atrito pode danificar o pneu e travar a roda em casos extremos.
Paralama de reposição vem pintado?
Há os dois tipos no mercado. O pronto na cor economiza tempo; o sem pintura permite acertar o tom exato com um pintor. Se o paralama original da moto é preto, pode não precisar de pintura.
Posso usar paralama de outra versão da moto?
Às vezes serve, mas só se a aplicação confirmar. Versões com freio, roda ou suspensão diferentes podem ter paralamas com suportes diferentes. Compare os pontos de fixação antes de comprar.