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Triumph Bonneville

Naked de 790 cc vendida no Brasil de 2001 a 2010. Escolha o ano para ver a ficha técnica e as peças certas.

  • Naked
  • 790 cc
  • Gasolina
  • 2001–2010
Triumph Bonneville
Imagem ilustrativa.

Escolha o ano da sua Bonneville

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O que muda de um ano para outro

AnosBateriaVelaPneu dianteiroPneu traseiro
2008–2010 12V 10AhNGK DPR8EA-9110/70-17130/80R17
2001–2007 em conferênciaNGK DPR8EA-9em conferênciaem conferência

A Triumph Bonneville em números

São 2 gerações da Bonneville no catálogo, cobrindo os anos-modelo de 2001 a 2010. Todas têm 790 cc, no estilo naked.

Pela tabela FIPE (outubro de 2026), considerando o ano mais recente de cada uma, os valores vão de R$ 18.509 (Bonneville 2001–2007 2007) a R$ 22.521 (Bonneville 2008–2010 2010).

A Bonneville ao longo das gerações

Uma geração é o período em que a moto é fabricada com o mesmo projeto básico: quadro, motor e desenho principal. Quando o fabricante faz uma mudança grande, começa uma nova geração, mesmo que o nome continue igual. Entre uma e outra mudam medidas, fixações e componentes, e é por isso que uma peça da Bonneville de um ano pode não servir na de outro. A lista abaixo mostra cada fase e o que foi alterado.

  • Bonneville 2001–2007. Partida elétrica, alimentação carburador, freio dianteiro disco, câmbio manual.
  • Bonneville 2008–2010. Partida elétrica, alimentação injeção eletrônica, freio dianteiro disco, câmbio manual. Mudou em relação à anterior: alimentação (carburador → injeção eletrônica); rodas (raiadas → liga leve); pneus com câmara (sim → não); óleo (SAE 10W-40 ou 15W-50 semi/sintético API SH+/JASO MA → SAE 10W-40 ou 15W-50 semi/sintético API SH+/JASO MA | 3,8 L na troca com filtro).

Antes de pedir uma peça da Bonneville, tenha à mão o documento da moto. O ano-modelo indica a geração na maioria dos casos, mas motos fabricadas perto da troca de geração podem ter componentes de uma ou de outra. Nessas situações, o número do chassi, gravado no quadro e impresso no documento, é a referência mais segura para o balcão da loja ou para a concessionária.

Bonneville: o que muda de uma versão para outra

Por fora, as versões da Bonneville se parecem muito. Por dentro, cada uma faz escolhas diferentes de equipamento e de custo. Antes de olhar só o preço, vale entender o que está sendo trocado de uma para outra e se essa troca faz sentido para o jeito como você vai usar a moto.

  • Carburador ou injeção eletrônica. Entre carburador e injeção, quem ganha no dia a dia é a injeção: partida fácil, marcha lenta estável e consumo mais controlado, sem afogador. O carburador tem a seu favor a manutenção barata e o conserto em qualquer oficina, sem scanner. Por outro lado, entope com combustível velho e desregula com o tempo. Se você mora longe de oficina com equipamento de diagnóstico, pese isso; no resto dos casos, a versão injetada leva vantagem. Na Bonneville: Injeção eletrônica: Bonneville 2008–2010; Carburador: Bonneville 2001–2007.
  • Roda de liga leve ou raiada. A escolha entre roda raiada e de liga leve tem mais a ver com o caminho do que com o visual. A liga leve é rígida, precisa e quase não pede manutenção, mas uma pancada forte pode empená-la ou trincá-la, e aí o conserto é caro. A raiada pede verificação dos raios de vez em quando, porém perdoa mais o piso ruim e é mais simples de reparar. Para asfalto, liga leve; para terra e trabalho pesado, raiada. Na Bonneville: Rodas liga leve: Bonneville 2008–2010; Rodas raiadas: Bonneville 2001–2007.
  • Pneu com ou sem câmara. Pneu sem câmara perde ar devagar quando fura, o que dá tempo de parar com segurança, e o reparo muitas vezes é feito com macarrão, sem tirar a roda. Pneu com câmara esvazia mais rápido e o conserto exige desmontar a roda, mas é a solução comum em rodas raiadas e tem reposição barata. Para quem roda na cidade e na estrada, a versão sem câmara traz tranquilidade. Em terra e trilha, a câmara ainda é a regra. Na Bonneville: Sem câmara: Bonneville 2008–2010; Com câmara: Bonneville 2001–2007.
  • Orçamento de manutenção. Pense em quanto você está disposto a gastar por ano para manter a moto em dia. A versão de entrada costuma ter peças mais simples e baratas, e qualquer mecânico resolve. A mais completa traz itens que valorizam a pilotagem, mas que, quando dão defeito, custam mais e às vezes pedem oficina especializada. Isso não é motivo para fugir da versão topo de linha; é motivo para escolher sabendo o que vem pela frente.
  • Pense na revenda. Se você pretende ficar pouco tempo com a moto, a revenda pesa tanto quanto o preço de compra. Uma versão muito procurada vende rápido e com menos desconto; uma pouco conhecida pode encalhar. Equipamentos valorizados, como os de segurança, ajudam na negociação, enquanto acessórios muito personalizados raramente são pagos pelo próximo dono. Pesquise quantas unidades de cada versão aparecem à venda e por quanto tempo os anúncios continuam publicados.
  • Equipamento que você vai usar. Toda versão mais cara traz alguma coisa a mais. A pergunta é se você vai usar. Painel completo, farol mais sofisticado, porta-objetos, tomada USB, modos de pilotagem: cada item faz sentido para alguém, mas nem todos fazem para você. Separe o que é segurança, que vale considerar mesmo sem uso frequente, do que é conveniência. Pagar por recursos que vão ficar esquecidos é a forma mais comum de escolher a versão errada.
  • Conforto do banco e da posição. Ficha técnica não mostra como o corpo se sente na moto. A altura do banco define se você alcança o chão com segurança; o formato do assento e a posição do guidão decidem se a volta para casa vai ser tranquila ou dolorida. Entre versões, essas medidas às vezes mudam pouco no papel e muito na prática. Experimente cada uma parado e, se possível, rodando, e leve em conta o garupa se ele for frequente.

Manutenção da Bonneville: as medidas de cada versão

Para a manutenção, estas páginas juntam todas as versões e anos do modelo Bonneville numa tabela só, com a medida de cada um:

A Bonneville a longo prazo

Uma naked de média ou alta cilindrada pede um orçamento de manutenção maior que o de uma street, mas sem os exageros de uma esportiva carenada. Sem carenagem, há menos peças caras para quebrar num tombo, embora radiador, tampas e escapamento fiquem expostos. Parte das revisões exige oficina com scanner ou concessionária, e algumas peças precisam ser encomendadas. O seguro costuma ser alto, porque motos desse perfil são visadas. Na revenda, a Bonneville original e com revisões comprovadas é a que vende melhor; modificações de escapamento e de eletrônica tendem a afastar compradores. Se você trocou alguma peça por acessório, guarde a original para devolver à moto ou entregar junto na venda.

Nova ou usada: qual Bonneville vale mais a pena para você

Entre a Bonneville nova e uma usada há mais do que a diferença de preço. Há garantia ou não, versão atual ou anterior, peças de linha ou de geração antiga, pagamento à vista, financiado ou por consórcio. Pense nesses pontos antes de decidir onde colocar o seu dinheiro.

  • Revisões para manter a garantia. Para manter a garantia, o fabricante exige as revisões no prazo e na quilometragem indicados no manual, feitas na rede autorizada. Pular ou atrasar uma revisão pode fazer você perder a cobertura. Coloque o custo dessas revisões na conta da compra zero: elas fazem parte do preço de ter garantia.
  • Zero de ano-modelo anterior. Quando a linha nova chega, as concessionárias costumam querer desocupar o estoque da anterior. Uma Bonneville 0 km de ano-modelo passado pode sair mais barata e com a mesma garantia. A conta precisa considerar a revenda: alguns anos depois, ela valerá como uma moto daquele ano, e o desconto inicial ajuda a compensar essa diferença.
  • Versão de linha atual ou anterior. Comprar a versão que acabou de sair dá acesso às novidades, mas também ao preço mais alto e, às vezes, a ajustes que o fabricante só faz depois dos primeiros lotes. A versão anterior é conhecida, tem peças e mecânicos acostumados e costuma ser oferecida com desconto. Se as mudanças não fazem diferença para você, a de linha anterior pode ser a escolha mais inteligente.
  • Quanto tempo você vai ficar com ela. Se a ideia é ficar com a Bonneville até ela pedir aposentadoria, comprar zero ajuda: você sabe como foi amaciada, como foi cuidada e por onde rodou. Se a troca vai ser rápida, pagar pela desvalorização inicial raramente compensa, e uma seminova bem escolhida entrega quase a mesma moto. Defina esse horizonte antes de comparar preços.
  • O seguro da nova e da usada. Antes de escolher entre nova e usada, faça cotações de seguro para as duas. A moto zero costuma ter seguro mais alto porque vale mais, mas algumas apólices oferecem condições especiais nos primeiros tempos de uso. Na usada, o prêmio pode ser menor, embora o risco de roubo do modelo e o perfil de quem pilota pesem tanto quanto o ano.
  • Consórcio. Quem não precisa da moto imediatamente pode considerar o consórcio. Não há juros como no financiamento, mas há taxa de administração e outros encargos previstos no contrato, e a contemplação depende de sorteio ou lance. Em alguns grupos, a carta de crédito serve tanto para moto zero quanto para usada. Compare o custo total com as outras formas de pagamento antes de assinar.

Perguntas frequentes

Quantas gerações a Bonneville teve?

No catálogo são 2: Bonneville 2008–2010, Bonneville 2001–2007.

Qual versão da Bonneville custa menos?

Na FIPE de outubro de 2026, pelo ano mais novo de cada uma, a de menor valor é a Bonneville 2001–2007 2007, com R$ 18.509.

Qual o melhor ano da Bonneville para comprar?

Depende do orçamento e do que você valoriza. Gerações mais novas trazem as atualizações mais recentes e peças de linha; as mais antigas custam menos, mas podem ter reposição mais difícil em alguns itens. Veja na linha do tempo desta página o que mudou em cada fase e escolha a que entrega o que você precisa pelo preço que pode pagar.

Qual versão escolher para a primeira moto?

Para quem está começando, contam mais a facilidade de pilotagem e a segurança do que a potência. Partida elétrica, freios combinados ou ABS e um banco que permita apoiar os pés no chão ajudam bastante. Se houver versões com cilindradas diferentes, a menor costuma ser mais amigável no aprendizado.

Dá para instalar na minha Bonneville um item que só existe em outra versão?

Às vezes é possível, mas raramente compensa. Trocar freio, roda ou parte elétrica envolve várias peças além da principal, mão de obra e ajustes. Na maioria das situações, sai mais barato comprar a versão que já vem com o item. Peça um orçamento completo antes de começar.

Vale mais a pena comprar a Bonneville nova ou usada?

Depende do tempo que você pretende ficar com a moto e do orçamento. A nova oferece garantia e histórico conhecido; a seminova evita a maior parte da desvalorização inicial; a usada mais antiga custa menos, mas pode ter menos atualizações. Compare as opções pelo custo total, não só pelo preço.

Preço FIPE da Bonneville

Ano-modeloPreço médio
Bonneville 2010R$ 22.521
Bonneville 2009R$ 19.482
Bonneville 2007R$ 18.509
Bonneville 2006R$ 18.000
Bonneville 2005R$ 15.951
Bonneville 2004R$ 15.177
Bonneville 2002R$ 12.125
Bonneville 2001R$ 11.236

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 826021-4.

Todas as versões da Triumph Bonneville