Pastilha de freio dianteira da Agrale Super City 150 1994–1996
O que define a pastilha de freio dianteira certa para a Super City 150 desses anos, e onde encontrar.
Pastilha de freio dianteira que serve
Super City 150 1994–1996
- Moto
- Agrale Super City 150
- Anos
- 1994 a 1996
- Freio dianteiro
- Disco
- Freio traseiro
- Disco
- ABS
- Não
- Freio combinado (CBS)
- Não
Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.
Lojas com pastilha de freio dianteira para a Agrale Super City 150
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura pastilha de freio dianteira para a Agrale Super City 150 1994–1996. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaQual pastilha de freio dianteira serve na Super City 150 1994–1996
Não há uma "medida" que resolva a pastilha de freio dianteira: ela é desenhada para a Super City 150. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.
Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a Super City 150 1994–1996; a usada exige conferência cuidadosa do estado.
O que a pastilha faz no freio dianteiro da Super City 150
Pense na pastilha como a parte do freio que se sacrifica para o disco durar. Ela é mais macia que o disco e vai perdendo espessura com o uso, enquanto o disco gasta bem mais devagar. Por isso a troca das pastilhas é uma manutenção normal, e não sinal de defeito.
O problema é deixar passar do ponto. Quando o material de atrito acaba, sobra a plaqueta de metal, que risca o disco, faz barulho e freia muito menos. Aí a conta sobe: além das pastilhas, o disco também pode precisar de troca, e às vezes até o pistão da pinça sofre com o calor e com o contato direto do metal.
Como a pastilha de freio dianteira trabalha na Super City 150
A Super City 150 1994–1996 é uma off-road de 150 cc. Na frente, o freio é a disco. O freio traseiro é a disco.
A Super City 150 também tem disco atrás, com pastilhas próprias. As traseiras costumam ter formato diferente das dianteiras e gastar em outro ritmo. Na revisão, olhe os dois jogos.
Na terra, poeira e lama entram na pinça e aceleram o desgaste das pastilhas e do disco. Depois de uso fora de estrada, limpe a pinça e verifique as pastilhas com mais frequência.
Na Super City 150, que costuma encarar uso diário intenso, a pastilha dianteira é uma das peças de desgaste mais frequentes. Ter o jogo certo anotado facilita a compra na hora da troca.
Quando desconfiar da pastilha da frente
Quanto antes você notar estes sinais, menor o risco de estragar o disco junto com a pastilha.
- Nível do fluido baixando. Conforme as pastilhas gastam, os pistões da pinça avançam e o nível do fluido no reservatório desce aos poucos. Nível perto do mínimo, sem vazamento aparente, costuma indicar pastilha gasta.
- Pastilha vitrificada. Se o freio perdeu a mordida e a pastilha está espelhada, ela vitrificou. A troca é o caminho mais seguro, junto com a investigação do motivo do superaquecimento.
- Disco riscado ou azulado. O disco conta a história das pastilhas. Riscos profundos e cor azulada pedem avaliação da espessura do disco e do estado da pinça.
- Barulho de metal raspando. Se o freio passou a "ranger" como ferro contra ferro, a pastilha já foi até o fim. Cada frenagem a mais nessa condição aprofunda os riscos no disco.
O que conferir antes de comprar a pastilha dianteira
Na loja, informe modelo, ano e posição. Com a pastilha antiga na mão, a chance de erro cai quase a zero.
- Aplicação certa. A pastilha é escolhida pelo modelo, ano e posição da moto. Versões diferentes do mesmo modelo podem ter pinças diferentes, e a pastilha muda junto. O código da pastilha original ou o número do chassi ajudam a acertar.
- Jogo completo para a pinça. Nunca troque só uma pastilha. As duas de cada pinça trabalham juntas e precisam ter a mesma espessura e o mesmo material.
- Procedência e estado. Pastilha de procedência duvidosa pode ter material fraco ou mal colado. No freio dianteiro, a economia não vale o risco.
- O seu tipo de uso. Quem roda só na cidade, quem viaja com garupa e quem faz trilha pedem coisas diferentes do freio. Conte ao vendedor como você usa a moto: isso ajuda a escolher o composto mais adequado dentro das opções que servem.
Como é feita a troca da pastilha dianteira da Super City 150
O serviço leva pouco tempo na oficina e pede atenção à limpeza da pinça, ao recuo dos pistões e ao teste final. Estes são os passos de uma troca bem feita.
- Proteja a pintura e veja o reservatório. Antes de tudo, proteja a moto com pano. O nível do fluido no reservatório vai subir quando os pistões forem empurrados para trás, e não pode transbordar.
- Tire as pastilhas velhas. Remova o pino ou as travas e puxe as pastilhas. Em algumas motos é preciso soltar a pinça do garfo. Guarde cada peça pequena na ordem em que saiu.
- Inspecione disco e pinça. É a hora de olhar o que normalmente fica escondido: pistões, coifas, pinos deslizantes e o próprio disco. Pastilha nova em pinça com defeito não resolve.
- Limpe a pinça. Limpe a pinça com produto próprio para freio e escova macia, sem gasolina, querosene ou óleo, que atacam as borrachas. A parte exposta dos pistões precisa estar limpa antes de ser empurrada para dentro.
- Recolha os pistões com cuidado. Empurre os pistões para dentro devagar e de forma uniforme, com ferramenta própria ou com a pastilha velha como apoio. Acompanhe o nível do reservatório e retire o excesso de fluido se ele chegar perto do máximo.
- Monte as pastilhas novas. Monte as pastilhas novas, recoloque mola, pinos e travas e, se a pinça foi retirada, fixe-a no garfo com o aperto do manual. O material de atrito deve ficar virado para o disco, sem dúvida nenhuma.
- Bombeie o manete e corrija o nível. Antes de qualquer outra coisa, acione o manete várias vezes até ele ficar firme. As primeiras bombeadas vão até o fim, porque os pistões precisam encostar as pastilhas no disco. Depois, ajuste o nível do fluido e feche o reservatório.
- Faça o assentamento. Pastilha nova precisa se acomodar no disco. Nos primeiros quilômetros, faça frenagens moderadas e progressivas, sem travar a roda e sem freadas bruscas, até o freio ganhar a mordida normal.
Pastilhas velhas e panos com fluido não vão para o lixo comum de qualquer jeito: deixe com a oficina, que costuma ter descarte apropriado. Nos primeiros dias, freie com antecedência até o assentamento terminar.
O que não fazer na troca da pastilha
Na troca de pastilhas, os erros são pequenos e as consequências são grandes. Estes são os mais vistos nas oficinas.
- Graxa ou óleo no lugar errado. Graxa na face da pastilha ou dedo engordurado no disco tiram o atrito. Graxa só nos pontos indicados, como pinos deslizantes, e com produto próprio para freio.
- Montar a pastilha invertida. Pastilha com a plaqueta de metal virada para o disco não freia e destrói o disco em poucos metros. Parece absurdo, mas acontece. Verifique antes de fechar a pinça.
- Rodar sem bombear o manete. Manete que vai até o fim na primeira vez é normal depois da troca, desde que você bombeie antes de rodar. Esquecer isso é pedir acidente.
Pastilha de freio no dia a dia
O jeito de frear pesa mais na vida da pastilha do que qualquer outra coisa. Alguns cuidados também protegem o disco e a pinça.
- Fluido de freio em dia. O fluido absorve umidade com o tempo e perde eficiência no calor. Fluido velho deixa o freio esponjoso e faz a pastilha trabalhar pior. O prazo de troca está no manual.
- Retentores da bengala sem vazamento. Óleo de bengala que escorre pelo tubo pode chegar à pinça e às pastilhas. Retentor vazando deve ser trocado logo, antes de contaminar o freio.
- Olhe a espessura com frequência. Com uma lanterna, verifique o material de atrito periodicamente. É mais barato trocar pastilha no limite do que trocar pastilha e disco.
A pastilha de freio dianteira nos outros anos da Super City
A família Super City reúne 2 versões e 2 gerações no catálogo, de 1994 a 1996. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas a pastilha de freio dianteira pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão Super City 125 1994.
A Super City 150 na tabela FIPE
Pela FIPE (referência de outubro de 2026), os valores da Super City 150 nesta geração ficam entre R$ 3.592 e R$ 4.108. Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.
| Ano | FIPE |
|---|---|
| 1996 | R$ 4.108 |
| 1995 | R$ 3.876 |
| 1994 | R$ 3.592 |
Pastilha de freio dianteira nos outros anos e versões da Super City
| Versão | Anos |
|---|---|
| Super City 150 (esta página) | 1994–1996 |
| Super City 125 | 1994 |
Outras peças da Super City 150 1994–1996
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Posso usar a pastilha de freio dianteira de outro modelo na Super City 150?
Em geral, não sem conferir. A pastilha de freio dianteira é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.
Posso trocar a pastilha em casa?
Quem tem prática, ferramentas e o manual consegue, mas é serviço de segurança. Pino mal travado, pastilha invertida ou manete sem bombear podem causar acidente. Se você não tem experiência com freio, deixe com a oficina.
Trocar pastilha exige trocar o fluido?
Não é obrigatório. A sangria é necessária quando entra ar no sistema ou quando o fluido está velho. Aproveite a troca para verificar a cor e o prazo do fluido.
Freio chiando depois da troca, é normal?
Um pouco de barulho até a pastilha assentar é comum. Se continuar, verifique a montagem, a limpeza da pinça e o estado do disco. Peça uma revisão na oficina se o barulho não sumir.
De quanto em quanto tempo troco as pastilhas?
Não há prazo fixo: a troca é pela espessura. Quando o material de atrito chega ao limite indicado no manual, ou a ranhura central some, é hora de trocar. Uso urbano intenso, garupa e frenagens fortes encurtam bastante esse intervalo.
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