Honda CRF 230F 2017
Preço FIPE do ano-modelo 2017, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma CRF 230F usada.
- Off-road
- 223 cc
- Gasolina
- 19,3 cv
FIPE 2017
R$ 15.542
- Moto
- Honda CRF 230F
- Ano-modelo
- 2017
- Geração
- 2007–2020
- Calibragem
- dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (manual 2014)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811087-5. Preço médio de anúncio no país.
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Anunciar nesta páginaCRF 230F 2017: o essencial
A Honda CRF 230F 2017 é uma off-road de 223 cc. O ano-modelo 2017 faz parte da geração vendida de 2007 a 2020. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. A alimentação é por carburador. A CRF 230F tem botão de partida e também pedal, útil quando a bateria enfraquece. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. O freio dianteiro é a disco, com pinça e pastilhas.
Pelos números do fabricante, a potência é de 19,3 cv a 8.000 rpm; o torque, 1,92 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 108 kg (seco); o tanque leva 7,0 litros (reserva de cerca de 1,3 L; manual 2014); o banco fica a 878 mm do chão. A relação peso/potência fica em torno de 5,6 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Preço FIPE da CRF 230F 2017
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Honda CRF 230F 2017 vale R$ 15.542. A do ano 2016 sai por R$ 14.566 (+6,7% de diferença); a CRF 230F 2018 está em R$ 15.931. Comparada com a 2020 (R$ 16.849), a moto de 2017 custa 8% a menos: em média, perdeu 2,7% de valor a cada ano.
Entre as 7 motos off-road ano 2017 com preço na FIPE, 2 custam menos que ela, o que a coloca entre as mais baratas do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A CRF 230F e o jeito off-road de andar
Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.
Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da CRF 230F 2017
Para a manutenção da CRF 230F 2017, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Bateria: 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10)
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (manual 2014)
O que conferir antes de comprar uma CRF 230F 2017 usada
Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma CRF 230F, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Carburação. Com o motor quente, a marcha lenta deve ficar estável sem você segurar o acelerador, e a resposta ao abrir deve ser limpa. Falhas, estouros no escapamento e cheiro forte de gasolina indicam carburação desregulada ou vazamento. Fique de olho em carburador de outro modelo e em filtro de ar removido ou adaptado.
Cuidados que acompanham uma moto 2017
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2017 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é questão de segurança, não só sujeira.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 9 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Bateria. Com alguns anos de uso, a bateria vira candidata à troca. Partida arrastada, painel que pisca no arranque, buzina fraca e necessidade de carga frequente são os sinais. Antes de trocar, garanta que regulador e estator estão carregando direito: bateria nova em sistema de carga defeituoso morre do mesmo jeito.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Modificações e regularização. Mudanças em características registradas da moto, como troca de motor ou alterações estruturais, precisam de autorização e inspeção para constar no documento. Escapamento sem homologação e iluminação fora do padrão rendem multa e reprovação em vistoria. Prefira motos originais ou com as alterações regularizadas e anotadas no documento.
- Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a CRF 230F tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
- IPVA varia por estado. Não dá para generalizar o IPVA: alíquota, datas e isenções mudam de estado para estado. O licenciamento, porém, é anual e obrigatório. A informação certa está no site da Secretaria da Fazenda e do Detran do seu estado.
- Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
Motos parecidas com a CRF 230F 2017
Na mesma faixa de preço e no mesmo ano-modelo, estas motos off-road são as alternativas mais diretas à CRF 230F:
- Honda CRF 150F 2017 · R$ 14.865 · 149 cc
- Yamaha TT-R 230 2017 · R$ 12.430 · 223 cc
Todos os anos da CRF 230F
A CRF 230F foi vendida em 14 anos-modelo, de 2007 a 2020. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da CRF 230F 2017
| Cilindrada | 223 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 19,3 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 1,92 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 108 kg (seco) conferido |
| Tanque | 7,0 litros (reserva de cerca de 1,3 L; manual 2014) conferido |
| Altura do banco | 878 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (manual 2014) conferido |
| Bateria | 12V 5Ah (Honda R315AKRMM10) |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Elétrica e pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da CRF 230F 2017
As peças desta moto são as da geração 2007–2020. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a CRF 230F 2017 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda CRF 230F 2017 vale R$ 15.542 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quantas libras vai no pneu da CRF 230F 2017?
Com os pneus frios: dianteiro 15 psi; traseiro 15 psi (manual 2014). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quantos cavalos tem a CRF 230F 2017?
Pela ficha do fabricante, 19,3 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,92 kgf.m a 6.500 rpm.
Qual a capacidade do tanque da CRF 230F 2017?
O tanque da CRF 230F 2017 leva 7,0 litros (reserva de cerca de 1,3 L; manual 2014).
Qual a cilindrada da CRF 230F 2017?
A CRF 230F 2017 tem 223 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Quanto pesa a CRF 230F 2017?
O peso informado pelo fabricante é 108 kg (seco).
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente bate com o que o painel mostra.
A Honda CRF 230F 2017 ainda vale a pena?
Vale quando o conjunto fecha: moto em bom estado, documentação limpa e preço coerente com o mercado. O ano define a idade das peças e a tecnologia; o cuidado do dono anterior define o resto. Some ao preço o custo das trocas que você identificar e compare com outras motos do mesmo tipo antes de bater o martelo.
Comprar moto com carburador é bom negócio?
Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Vá com calma. Substitua o combustível antigo, carregue ou troque a bateria, troque o óleo e veja pneus e freios antes de sair. Moto carburada costuma precisar de limpeza do carburador depois de muito tempo parada. Use os primeiros quilômetros para ficar de olho em vazamentos, ruídos e falhas.