Honda XR 200R 1995
Preço FIPE do ano-modelo 1995, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XR 200R usada.
- Off-road
- 197 cc
- Gasolina
- 17,2 cv
FIPE 1995
R$ 6.006
- Moto
- Honda XR 200R
- Ano-modelo
- 1995
- Geração
- 1994–2003
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811046-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda XR 200R
Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura peças e serviço para a Honda XR 200R 1995. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.
Anunciar nesta páginaComo é a XR 200R 1995
Do ano-modelo 1995, a Honda XR 200R é uma off-road de 197 cc. Ela pertence à geração 1994–2003, que a marca manteve sem mudanças grandes de ficha nesse período. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A XR 200R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, a potência é de 17,2 cv a 8.000 rpm; o torque, 1,72 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 122,4 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L). A relação peso/potência fica em torno de 7,1 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
Preço FIPE da XR 200R 1995
Pela FIPE de outubro de 2026, a XR 200R ano 1995 está cotada em R$ 6.006. A XR 200R 1994 fica em R$ 5.750 (+4,5% de diferença); a XR 200R 1996 está em R$ 6.559. Comparada com a 2003 (R$ 8.237), a moto de 1995 custa 27% a menos: em média, perdeu 3,9% de valor a cada ano.
Entre as 13 motos off-road ano 1995 com preço na FIPE, 7 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
A FIPE é o preço médio de anúncios no país. Quilometragem, estado, revisões e região mudam o valor de uma moto específica.
A XR 200R e o jeito off-road de andar
Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.
A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XR 200R 1995
Estas são as medidas que mais se procura para a XR 200R 1995. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro)
XR 200R 1995 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já respondeu o que você precisava saber.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
- Sinais de uso na terra. Quanto de trilha esta moto viu? A resposta está embaixo dela. Protetor de motor amassado, quadro raspado na parte de baixo, aro torto e pedaleiras gastas falam de terra pesada. Balance a roda traseira de lado para sentir jogo na balança e nos rolamentos.
- Rode antes de fechar. Um bom test ride passa por saída do zero, velocidade constante e frenagem. Repare se a moto anda alinhada e se a direção gira solta, sem pontos de trava. Parado, segure o freio dianteiro e empurre o guidão para a frente e para trás: estalo ou folga ali geralmente é caixa de direção ou bengala.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações anunciam revisão de suspensão pela frente.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
O que a idade pede na Honda XR 200R 1995
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a XR 200R 1995.
- Retentores, coxins e borrachas. Quanto mais anos, mais borracha cansada. Repare nos retentores da suspensão, nos coxins, nas mangueiras e nos guarda-pós: borracha boa é flexível e sem rachaduras. Retentor de bengala vazando pode sujar o freio dianteiro de óleo, e isso é risco, não só sujeira.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.
- O manual é o roteiro. Cada item de manutenção periódica tem prazo no manual do proprietário, quase sempre em quilômetros e em meses, valendo o que vencer primeiro. Se o manual não veio com a moto, concessionárias e o site do fabricante costumam ter a tabela de manutenção. Use-a como roteiro, em vez de confiar em regras genéricas de balcão.
- Chicote e conectores. Uma moto de 31 anos quase sempre já teve acessórios instalados e retirados, e cada instalação deixa marca no chicote. Procure emendas, fios ressecados perto do motor e conectores esverdeados. Mau contato em aterramentos e no regulador também causa problemas de carga. Arrumar o chicote dá trabalho, mas acaba com defeitos difíceis de achar.
Documentos e negociação da XR 200R 1995
Antes de fechar, a moto passa por duas vistorias: a sua, na mecânica, e a dos documentos. Regras de transferência, custos e prazos variam por estado, e o Detran local é sempre a referência final para tirar dúvidas.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
- Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a XR 200R tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
Motos parecidas com a XR 200R 1995
Quem procura uma XR 200R 1995 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- KTM 250 EXC 1995 · R$ 6.411 · 249 cc
- Yamaha WR 200 1995 · R$ 6.495 · 195 cc
- Honda CR 125R 1995 · R$ 5.211 · 124 cc
Outros anos da XR 200R
Anos-modelo da XR 200R no catálogo, de 2003 a 1994, com o valor FIPE quando a tabela traz o ano:
Ficha técnica da XR 200R 1995
| Cilindrada | 197 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 17,2 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 1,72 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 122,4 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,5 litros (reserva de 1,8 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XR 200R 1995
As peças desta moto são as da geração 1994–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da XR 200R 1995?
Na referência de outubro de 2026, a Honda XR 200R 1995 vale R$ 6.006 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a potência da XR 200R 1995?
Pela ficha do fabricante, 17,2 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,72 kgf.m a 6.500 rpm.
Quantos litros cabem no tanque da XR 200R 1995?
O tanque da XR 200R 1995 leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L).
Qual a cilindrada da XR 200R 1995?
A XR 200R 1995 tem 197 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a calibragem do pneu da XR 200R 1995?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a XR 200R 1995?
O peso informado pelo fabricante é 122,4 kg (seco).
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
Até quantos quilômetros vale comprar uma moto usada?
A quilometragem é um dado, não um veredito. Motos grandes e de viagem costumam acumular quilômetros sem sofrer; motos de trabalho rodam muito e em ritmo pesado. Mais do que o número, observe o estado geral, o histórico de revisões e se o desgaste aparente combina com o que o painel mostra.
Moto antiga é barata de manter?
A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.
Onde consultar recall da moto?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.