Honda XR 200R 2000
Preço FIPE do ano-modelo 2000, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XR 200R usada.
- Off-road
- 197 cc
- Gasolina
- 17,2 cv
FIPE 2000
R$ 7.648
- Moto
- Honda XR 200R
- Ano-modelo
- 2000
- Geração
- 1994–2003
- Calibragem
- dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811046-8. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Honda XR 200R
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Anunciar nesta páginaComo é a XR 200R 2000
Do ano-modelo 2000, a Honda XR 200R é uma off-road de 197 cc. O ano-modelo 2000 faz parte da geração vendida de 1994 a 2003. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é a ar, pelas aletas do cilindro, sem radiador. A alimentação é por carburador. A XR 200R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Em números, a potência é de 17,2 cv a 8.000 rpm; o torque, 1,72 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 122,4 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L). A relação peso/potência fica em torno de 7,1 kg/cv: quanto menor, mais ágil a moto tende a ser.
A XR 200R 2000 na tabela FIPE
Pela FIPE de outubro de 2026, a XR 200R ano 2000 está cotada em R$ 7.648. A XR 200R 1999 fica em R$ 7.461 (+2,5% de diferença); a XR 200R 2001 está em R$ 7.840. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2003, R$ 8.237), a 2000 vale 7% menos, uma média de 2,4% por ano.
Na comparação com as 36 motos off-road 2000 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 17 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
A XR 200R e o jeito off-road de andar
Quem procura uma off-road quer diversão fora do asfalto, seja em trilha de fim de semana, seja em competição. Leveza, suspensão longa e motor esperto fazem dela uma moto capaz de subir barranco, passar em lama e saltar, mas cobram em manutenção: filtro de ar, óleo, transmissão e suspensão pedem atenção constante.
Antes de comprar, esclareça se a moto tem documento para rua ou se é só de uso fora de estrada. E examine com cuidado quadro, rodas e rolamentos, que sofrem muito nesse uso, além do estado do motor.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da XR 200R 2000
Para a manutenção da XR 200R 2000, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro)
Comprando uma Honda XR 200R 2000 usada: o que olhar
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Suspensão. Na frente, olhe os tubos das bengalas: anel de óleo ou sujeira úmida acima do retentor indica vazamento, e ferrugem ou risco no cromado vai destruir o retentor novo. Empurre a frente para baixo algumas vezes; ela deve voltar macia, sem bater. Atrás, a moto não pode ficar quicando nem ter o amortecedor molhado de óleo.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Carburação. Moto carburada que precisa do afogador por muito tempo, que morre na marcha lenta ou que engasga ao abrir o acelerador está com a carburação fora. Às vezes é só limpeza e regulagem; às vezes há peças gastas ou adaptações. Veja se o carburador é o original e se não pinga gasolina pela cuba.
- Freios. Olhe a espessura das pastilhas e o disco, que não pode ter sulcos fundos nem borda alta. No teste, a moto deve frear reta, sem pulsar e sem ruído de metal. Manete esponjoso indica ar ou fluido velho no sistema. Qualquer reparo de freio é serviço de oficina e entra como desconto no preço.
A manutenção que uma XR 200R 2000 pede
Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2000 costuma pedir, além do que o uso já exige.
- Pneus também vencem. A borracha envelhece mesmo sem rodar. Com os anos, o pneu endurece, perde aderência e pode rachar, ainda que o sulco pareça bom. A data de fabricação está nos quatro últimos dígitos do código DOT, na lateral. Pneu antigo, ressecado ou com fissuras deve ser trocado.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
- Carburador com anos de uso. Em moto carburada mais velha, boa parte das queixas vem do carburador: giclês entupidos, boia desregulada, vedações ressecadas. Antes de partir para peças de motor, faça limpeza e regulagem com quem conhece o assunto. Se a moto for ficar muito tempo parada, siga o manual sobre como guardá-la, para não deixar combustível estragando ali dentro.
- Tanque e linha de combustível. A linha de combustível envelhece: mangueiras endurecem e racham, o filtro entope e, nas injetadas, a bomba pode perder pressão. No tanque, ferrugem interna solta partículas que vão parar no carburador ou no bico. Cheiro de gasolina perto do motor é sempre sinal de alerta.
- Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, o primeiro passo é trocar o óleo e o filtro, se houver.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Moto que passou por leilão, teve sinistro registrado ou foi recuperada de roubo costuma valer menos na revenda e pode ter dificuldade com seguro. Empresas especializadas fazem consultas de histórico que mostram passagens por leilão. Pergunte diretamente ao vendedor e, se a resposta for sim, peça a documentação e ajuste o preço.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Modificações e regularização. Moto muito modificada pode travar na vistoria. Alterações que mudam o que está registrado, como motor ou estrutura, têm de ser regularizadas no Detran, com inspeção de segurança. Escapamento barulhento sem homologação e farol fora das regras dão multa. Pergunte o que foi mexido e, se não estiver regularizado, desconte o custo de voltar ao original.
Outras motos off-road 2000 na mesma faixa de preço
Quem procura uma XR 200R 2000 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- GasGas EC 300 2000 · R$ 7.574 · 299 cc
- GasGas EC 250 2000 · R$ 7.541 · 249 cc
- KTM 200 EXC 2000 · R$ 7.814 · 193 cc
- Husqvarna TE 410 E 2000 · R$ 7.380 · 410 cc
- KTM 250 SX / 250 SX-F 2000 · R$ 8.082 · 249 cc
- KTM 250 EXC 2000 · R$ 8.108 · 249 cc
- KTM 125 EXC 2000 · R$ 7.169 · 125 cc
- KTM 520 / 540 SXC 2000 · R$ 8.644 · 540 cc
Outros anos da XR 200R
A XR 200R foi vendida em 10 anos-modelo, de 1994 a 2003. Valores da FIPE de cada ano:
Ficha técnica da XR 200R 2000
| Cilindrada | 197 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Potência | 17,2 cv a 8.000 rpm conferido |
| Torque | 1,72 kgf.m a 6.500 rpm conferido |
| Peso | 122,4 kg (seco) conferido |
| Tanque | 8,5 litros (reserva de 1,8 L) conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro) conferido |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | A ar |
| Alimentação | Carburador |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Tambor |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Farol | Halógeno |
| Lanterna | Lâmpada |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Não |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da XR 200R 2000
As peças desta moto são as da geração 1994–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Elétrica
Ignição
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a XR 200R 2000 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Honda XR 200R 2000 vale R$ 7.648 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual a cilindrada da XR 200R 2000?
A XR 200R 2000 tem 197 cc, com motor quatro tempos e carburador.
Qual a calibragem do pneu da XR 200R 2000?
Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Quanto pesa a XR 200R 2000?
O peso informado pelo fabricante é 122,4 kg (seco).
Qual a capacidade do tanque da XR 200R 2000?
O tanque da XR 200R 2000 leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L).
Quantos cavalos tem a XR 200R 2000?
Pela ficha do fabricante, 17,2 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,72 kgf.m a 6.500 rpm.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
Os golpes mais comuns envolvem anúncio barato demais, falso intermediário e pedido de depósito antecipado. Nunca transfira dinheiro sem ver a moto e o documento, e só deposite na conta de quem consta como proprietário. Encontro em local público e movimentado e consulta da placa nos canais oficiais completam a proteção.
Uma moto 2000 ainda paga IPVA?
Não há regra nacional. A isenção por idade existe em vários estados, com cortes diferentes, e em outros não existe. O jeito seguro é consultar a placa no site da Secretaria da Fazenda ou do Detran do estado. O licenciamento anual é obrigatório mesmo para motos isentas IPVA.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.