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Honda XR 200R 2002

Preço FIPE do ano-modelo 2002, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma XR 200R usada.

  • Off-road
  • 197 cc
  • Gasolina
  • 17,2 cv
Honda XR 200R 2002
Imagem ilustrativa.

FIPE 2002

R$ 8.036

Moto
Honda XR 200R
Ano-modelo
2002
Geração
1994–2003
Calibragem
dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro)

Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 811046-8. Preço médio de anúncio no país.

Lojas e oficinas para a Honda XR 200R

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Como é a XR 200R 2002

A Honda XR 200R 2002 é uma off-road de 197 cc. O ano-modelo 2002 faz parte da geração vendida de 1994 a 2003. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. Sem radiador: o motor é resfriado a ar, e o calor sai pelas aletas. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. A XR 200R pega no pedal de partida, sem motor de partida elétrico. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste. Na frente, o freio é a disco.

Na ficha do fabricante, a potência é de 17,2 cv a 8.000 rpm; o torque, 1,72 kgf.m a 6.500 rpm; o peso, 122,4 kg (seco); o tanque leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L). Isso dá cerca de 7,1 kg por cavalo, uma conta simples para comparar o desempenho com outras motos.

Quanto vale a XR 200R 2002

Pela FIPE de outubro de 2026, a XR 200R ano 2002 está cotada em R$ 8.036. A XR 200R 2001 fica em R$ 7.840 (+2,5% de diferença); a XR 200R 2003 está em R$ 8.237. Comparada com a 2003 (R$ 8.237), a moto de 2002 custa 2% a menos: em média, perdeu 2,4% de valor a cada ano.

Na comparação com as 40 motos off-road 2002 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 18 modelos custam menos.

O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.

Para quem é uma moto off-road

Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.

Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.

Medidas de manutenção da XR 200R 2002

Para a manutenção da XR 200R 2002, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:

O que conferir antes de comprar uma XR 200R 2002 usada

Comprar usada é comprar o histórico de outra pessoa. Parte dele está nos documentos; a outra parte está na própria moto, e é ela que estes pontos ajudam a ler. Nenhum item sozinho condena uma XR 200R, mas vários sinais juntos mudam o preço ou a decisão.

  • Corrente, coroa e pinhão. Puxe a corrente para trás, na parte de trás da coroa. Se ela se afasta dos dentes a ponto de mostrar boa parte deles, está esticada. Dentes da coroa pontudos, em forma de gancho, mostram desgaste do conjunto. Veja também o esticador: perto do fim do curso, falta pouco para a troca.
  • Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
  • Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
  • Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Se ficar em dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
  • Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
  • Vazamentos e marcas de óleo. Olhe embaixo do motor, na junta do cabeçote, em volta das tampas laterais e perto do pinhão. Umidade de óleo com poeira grudada mostra vazamento antigo, e manchas no chão onde a moto fica guardada também contam. Motor brilhando de limpo numa moto suja às vezes foi lavado justamente para esconder o vazamento.
  • Chegue com a moto fria. Peça para ver a moto antes da primeira partida do dia. Motor quente esconde muita coisa: dificuldade para pegar, falhas nos primeiros minutos, barulho metálico que some com o óleo circulando. Ponha a mão no cilindro ao chegar; se estiver morno, alguém já ligou a moto para você não ver como ela acorda.

A manutenção que uma XR 200R 2002 pede

Quilometragem não é a única medida de desgaste. Com os anos, fluidos absorvem umidade, borrachas ressecam e conexões oxidam, rode a moto muito ou pouco. Estes são os cuidados que a idade de uma moto 2002 costuma pedir, além do que o uso já exige.

  • Óleo vence também pelo tempo. Óleo velho não avisa. Moto que roda pouco costuma vencer o prazo em tempo muito antes de chegar à quilometragem da troca, e o motor sofre do mesmo jeito. Siga os meses indicados no manual e, numa moto recém-comprada sem histórico confiável, comece trocando o óleo e o filtro, se houver.
  • Peças de reposição. Moto antiga depende de peça, e peça antiga nem sempre existe. Pergunte em lojas, a mecânicos e em clubes do modelo o que se encontra com facilidade. Para usadas, prefira desmanches credenciados, que vendem com rastreabilidade; peça sem origem pode ser fruto de furto. Em freio e suspensão, paralela de baixa qualidade não compensa.
  • O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
  • Moto parada também envelhece. Pouca quilometragem com muitos meses de garagem tem suas armadilhas. Gasolina oxidada, bateria fraca, pneus ressecados e fluido de freio velho são comuns em motos encostadas. Antes do uso diário, vale uma revisão geral, com atenção redobrada ao sistema de combustível, aos freios e à pressão dos pneus.
  • Carburador com anos de uso. Com muitos anos, o carburador acumula resíduo de combustível, e vedações, agulha e boia se desgastam. O resultado é marcha lenta irregular, consumo alto e partida difícil. Uma limpeza completa com troca do kit de reparo costuma devolver o bom funcionamento. Em moto que fica parada, combustível velho no carburador é o vilão mais comum.
  • Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 24 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.

Antes de pagar: documentos e cuidados na compra

Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.

  • Uso fora de estrada e registro. Nem todo off-road ou quadriciclo é feito para rodar na rua. Muitos são vendidos para uso fora de estrada, sem registro e sem os equipamentos exigidos em via pública. Se a XR 200R tem documento, verifique-o como em qualquer moto. Se não tem, só pode ser usada fora das vias públicas, e regularizar depois nem sempre é possível.
  • Numeração de chassi e motor. O número do chassi gravado no quadro e, quando houver, o número do motor precisam bater com o documento, sem sinais de lixa, solda, tinta nova em volta ou dígitos desalinhados. Numeração adulterada é sinal de moto roubada ou montada com peças de origem duvidosa, e a vistoria de transferência vai reprovar.
  • Documento no nome de quem vende. Peça o documento do veículo, o CRLV, que hoje pode ser apresentado no aplicativo Carteira Digital de Trânsito, e compare o nome do proprietário com a identidade de quem está vendendo. Se o vendedor não é o dono, entenda por quê e desconfie de intermediário que não deixa você falar com o proprietário.
  • Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, por isso vale consultar o Detran local.

Motos parecidas com a XR 200R 2002

Quem procura uma XR 200R 2002 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:

A XR 200R em outros anos

A XR 200R foi vendida em 10 anos-modelo, de 1994 a 2003. Valores da FIPE de cada ano:

Ficha técnica da XR 200R 2002

Medidas e especificações
Cilindrada197 cc
CombustívelGasolina
Potência17,2 cv a 8.000 rpm conferido
Torque1,72 kgf.m a 6.500 rpm conferido
Peso122,4 kg (seco) conferido
Tanque8,5 litros (reserva de 1,8 L) conferido
Calibragem dos pneusdianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro) conferido
Características
MotorQuatro tempos
RefrigeraçãoA ar
AlimentaçãoCarburador
PartidaPedal
CâmbioManual
EmbreagemPor cabo
Transmissão finalCorrente
Freio dianteiroDisco
Freio traseiroTambor
ABSNão
Freio combinado (CBS)Não
RodasRaiadas
Pneus com câmaraSim
Suspensão traseiraMonoamortecida
FarolHalógeno
LanternaLâmpada
AceleradorPor cabo
Filtro de óleo de trocaNão

“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.

Peças da XR 200R 2002

As peças desta moto são as da geração 1994–2003. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Perguntas frequentes

Quanto vale a XR 200R 2002 na FIPE?

Na referência de outubro de 2026, a Honda XR 200R 2002 vale R$ 8.036 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.

Qual a cilindrada da XR 200R 2002?

A XR 200R 2002 tem 197 cc, com motor quatro tempos e carburador.

Qual a potência da XR 200R 2002?

Pela ficha do fabricante, 17,2 cv a 8.000 rpm, com torque de 1,72 kgf.m a 6.500 rpm.

Quantos litros cabem no tanque da XR 200R 2002?

O tanque da XR 200R 2002 leva 8,5 litros (reserva de 1,8 L).

Qual a calibragem do pneu da XR 200R 2002?

Com os pneus frios: dianteiro 22 psi; traseiro 22 psi (150 kPa / 1,50 kgf/cm², só piloto ou com passageiro). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.

Quanto pesa a XR 200R 2002?

O peso informado pelo fabricante é 122,4 kg (seco).

Manter uma moto 2002 custa caro?

A mecânica costuma ser simples e muitos serviços são baratos, mas a idade cobra em outro lugar: peças fora de linha, borrachas e parte elétrica para revisar e mais tempo de oficina para achar defeitos. Para uso diário, conte com uma revisão geral logo após a compra. Para coleção, a originalidade vale mais que a economia.

Vale a pena comprar uma XR 200R 2002 hoje?

Depende menos do ano e mais do estado da unidade e do preço pedido. Uma moto 2002 bem cuidada, com revisões e sem sinais de queda séria, pode ser ótima compra; outra do mesmo ano pode pedir muito dinheiro logo depois. Compare o preço com a FIPE e inclua na conta a manutenção que a vistoria apontar.

Comprar moto com carburador é bom negócio?

Pode valer. O carburador é simples, barato de limpar e conhecido por qualquer mecânico. Em troca, pede regulagem de vez em quando, sofre mais com combustível parado e, em geral, gasta um pouco mais do que uma injeção equivalente. Se a moto está bem regulada e o preço reflete a idade, é uma compra sensata.