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Bobina de pulso (sensor) da Kawasaki KLX 110R 2026

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a KLX 110R desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

KLX 110R 2026

Moto
Kawasaki KLX 110R
Anos
2026
Cilindrada
112 cc
Alimentação
Carburador
Partida
Elétrica e pedal

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Kawasaki KLX 110R

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Qual bobina de pulso serve na KLX 110R 2026

Não há uma "medida" que resolva a bobina de pulso: ela é desenhada para a KLX 110R. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Peça original (da marca), peça de reposição de boa procedência e peça usada são os três caminhos possíveis. A original costuma encaixar sem ajuste; a de reposição precisa ter aplicação declarada para a KLX 110R 2026; a usada exige conferência cuidadosa do estado.

O trabalho da bobina de pulso na KLX 110R

Para a faísca acontecer no momento certo, o sistema de ignição precisa saber, a cada volta, onde está o virabrequim. Quem informa isso é a bobina de pulso: um sensor fixo, com uma bobina e um ímã, colocado bem perto do rotor. A passagem de um ressalto do rotor em frente a ele gera um sinal elétrico curto, o pulso.

Nas motos carburadas, esse pulso vai para o CDI ou módulo de ignição. Nas injetadas, vai para a central, que usa o sinal para a ignição e também para a injeção de combustível. Em todos os casos, se o pulso some ou fica fraco, a moto falha ou deixa de pegar.

O que muda na bobina de pulso da KLX 110R

Para entender a bobina de pulso desta moto, vale olhar a ficha: a KLX 110R é uma off-road de 112 cc. O combustível chega ao motor por carburador, sem bomba elétrica nem central de injeção. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há partida elétrica e pedal de partida.

Na KLX 110R, giro de partida arrastado pode gerar pulso insuficiente para o módulo. Bateria em ordem é o primeiro passo antes de medir o sensor.

Na terra, o conector do sensor da KLX 110R recebe lama e água. Falha que aparece depois de travessias costuma ser umidade no plugue, e não sensor queimado.

Em motos carburadas, a bobina de pulso e o CDI trabalham em dupla. Na KLX 110R, se o CDI já foi trocado e a moto continua apagando quente, a bobina de pulso é a próxima suspeita.

Quando desconfiar da bobina de pulso

Estes são os sintomas que mais levam à bobina de pulso. Nenhum deles, sozinho, prova o defeito: vela, cachimbo e conectores devem ser conferidos antes.

  • Falha numa faixa de rotação. Falha que aparece sempre na mesma rotação pode ser sinal irregular do sensor. Mas carburação, injeção e vela também causam esse sintoma, então o diagnóstico precisa ser completo.
  • Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.
  • Falhas intermitentes. A moto corta, falha e volta sem padrão claro, às vezes em buracos. Fio da bobina de pulso danificado, conector oxidado ou sensor solto podem interromper o sinal por instantes.
  • Conta-giros instável. Quando o conta-giros pula ou zera no mesmo instante em que o motor falha, a origem pode estar no sinal de rotação. A bobina de pulso e a fiação dela entram na lista.
  • Partida difícil. Se a moto custa a pegar na partida, mas anda bem depois, a bobina de pulso pode estar gerando um sinal no limite. A medição de tensão de pico durante a partida mostra isso.

Como escolher a bobina de pulso certa para a KLX 110R

A bobina de pulso é peça do modelo. Formato, fixação, comprimento do fio, conector e característica elétrica mudam de moto para moto. Confirme o diagnóstico e compre pela aplicação.

  • Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
  • Diagnóstico confirmado. A bobina de pulso se mede com multímetro e, de forma mais precisa, com adaptador de tensão de pico. Os valores de referência estão no manual de serviço da moto.
  • Aplicação da moto. Compre pelo modelo e pelo ano. A bobina de pulso de outra moto pode até encaixar e não gerar o sinal que o seu módulo reconhece.
  • Formato e fixação. O sensor precisa ficar na mesma posição e à mesma distância do rotor que o original. Peça com furação ou altura diferente muda essa folga e atrapalha o sinal.
  • Fio, borracha e conector. Confira o comprimento do fio, a borracha de passagem pela tampa e o conector. Em muitas motos, o fio da bobina de pulso sai junto com o do estator, pela mesma borracha.

Trocando a bobina de pulso: o que a oficina faz

Na maioria das motos, a bobina de pulso fica atrás de uma tampa lateral do motor, junto ao rotor. A troca envolve óleo, junta e às vezes ajuste de folga, e por isso é serviço de oficina para quem não tem experiência.

  1. Confirme a medição. O primeiro passo é o teste: resistência e, se possível, tensão de pico na partida. Fio e conector entram na verificação, porque podem ser o verdadeiro problema.
  2. Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Se a tampa fica abaixo do nível do óleo, drene ou posicione a moto como o manual indica. Solte os parafusos em cruz e retire a tampa reta; o ímã do rotor pode segurar com força.
  4. Marque e retire o sensor. Antes de soltar, marque a posição do sensor, principalmente se a base for regulável. Solte os parafusos, retire a borracha de passagem do fio e tire a bobina de pulso.
  5. Limpe rotor e região. Limpe a limalha do rotor e do local do sensor. Confira o ressalto do rotor: ele precisa estar inteiro e sem marcas de batida.
  6. Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
  7. Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
  8. Teste com o motor quente. Religue tudo, dê a partida e deixe o motor aquecer bem. Faça uma volta e confira se a falha que aparecia quente desapareceu. Verifique também vazamentos na tampa.

Quando o acesso exige tirar o rotor ou quando a posição do sensor define o ponto de ignição, o serviço deve ser feito na oficina, com o manual de serviço e as ferramentas certas.

Erros que fazem trocar peça à toa

A bobina de pulso é fácil de confundir com outras peças da ignição. Estes são os erros mais comuns no diagnóstico e na troca.

  • Emendar o fio do sensor. Emenda malfeita no fio do sensor é falha garantida no futuro. Prefira a peça com o chicote original inteiro, sem emendas.
  • Montar fora da posição. Não marcar a posição antes de tirar o sensor é pedir para errar o ponto. Faça a referência sempre, com tinta ou risco fino.
  • Trocar sem medir. Apagar quente pode ser bobina de pulso, CDI, bobina de ignição ou fiação. Abrir o motor para trocar o sensor sem medir é arriscar o serviço à toa.
  • Ignorar a folga. Instalar a bobina de pulso sem conferir a folga indicada pode deixar a moto falhando ou danificar o sensor novo.

O que protege a bobina de pulso

A bobina de pulso trabalha num lugar quente e com vibração. Alguns cuidados com o motor e a fiação ajudam a evitar falhas.

  • Evite superaquecimento. Motor que trabalha quente demais, por falta de óleo, mistura pobre ou problema de arrefecimento, acelera o envelhecimento da bobina de pulso. Resolver o superaquecimento protege a ignição toda.
  • Óleo certo e no nível. Óleo vencido ou baixo aumenta a temperatura do motor e castiga o isolamento das bobinas. Siga tipo e prazo de troca do manual.
  • Investigue falhas cedo. Moto que começa a apagar quente de vez em quando tende a piorar. Medir a bobina de pulso logo no começo evita ficar parado no trânsito.
  • Cuidado na lavagem. Lavadora de alta pressão perto do chicote leva água para os conectores. Lave com cuidado e deixe secar antes de rodar.

Serve em outro ano da KLX 110?

A família KLX 110 reúne 3 versões e 5 gerações no catálogo, de 2009 a 2026. Algumas peças passam de uma geração para outra sem mudança, outras não. Antes de aproveitar a bobina de pulso de uma KLX 110 2010–2025, KLX 110 2009, KLX 110 Monster Energy 2010–2011, compare o código ou a peça física.

A KLX 110R na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a KLX 110R vale R$ 17.635. Para uma peça de manutenção como esta, o valor da moto pesa pouco na decisão: o que importa é a medida certa e a procedência.

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da KLX 110

VersãoAnos
KLX 110R (esta página) 2026
KLX 110 2010–2025
KLX 110 2009
KLX 110 Monster Energy 2010–2011
KLX 110 Monster Energy 2009

Outras peças da KLX 110R 2026

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Kawasaki KLX 110R 2026

Perguntas frequentes

Posso usar a bobina de pulso de outro modelo na KLX 110R?

Só se a aplicação declarada pelo fabricante da peça incluir a KLX 110R 2026. Peça de outro modelo pode até parecer igual, mas mudanças de fixação, medida ou conector são comuns. Compare com a peça antiga antes de instalar.

É perigoso andar com a moto apagando sozinha?

É perigoso, sim. O motor pode apagar numa ultrapassagem ou num cruzamento. Enquanto o problema não for resolvido, o melhor é não usar a moto e levá-la à oficina para diagnóstico.

Bobina de pulso e sensor de rotação são a mesma coisa?

Na prática, cumprem a mesma função: informar a posição e a rotação do virabrequim. Nas motos carburadas, o nome mais usado é bobina de pulso; nas injetadas, é comum chamar de sensor de posição do virabrequim, ou CKP.

Preciso trocar o estator junto com a bobina de pulso?

Em muitas motos, a bobina de pulso fica na mesma base do estator, e algumas peças de reposição vêm em conjunto. Mas se só o sensor falhou, a troca avulsa costuma resolver. A medição de cada parte define o que trocar.

Sem faísca na vela: o que testar?

É uma das possibilidades. Siga a ordem: vela e cachimbo, interruptores, conectores, bobina de ignição, bobina de pulso e, por fim, o módulo. A medição de cada parte evita trocas desnecessárias.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos