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Kit relação (corrente, coroa e pinhão) da Kawasaki KLX 110R 2026

O que define a kit relação (corrente, coroa e pinhão) certa para a KLX 110R desses anos, e onde encontrar.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) que serve

Medida em conferência

Moto
Kawasaki KLX 110R
Anos
2026
Cilindrada
112 cc
Transmissão final
Corrente
Câmbio
Manual
Embreagem
Automática (centrífuga)

Ainda estamos conferindo esta medida no manual. Enquanto isso, leve a peça antiga ou o manual à loja.

Lojas com kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Kawasaki KLX 110R

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura kit relação (corrente, coroa e pinhão) para a Kawasaki KLX 110R 2026. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

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Qual kit relação comprar para a KLX 110R 2026

Ainda estamos conferindo a medida do kit relação da Kawasaki KLX 110R 2026 em fonte técnica. Enquanto ela não entra na ficha, o caminho mais seguro é comprar pela peça antiga ou pelo manual do proprietário.

Ainda não temos a relação conferida para esta geração. Enquanto isso, leia os números gravados na coroa e no pinhão, veja o passo marcado nas placas da corrente e conte os elos. Com esses dados, qualquer loja acha o kit.

Corrente, coroa e pinhão: o que o kit relação faz na KLX 110R

O kit relação é o conjunto que leva a força do motor até a roda traseira. O pinhão, a engrenagem pequena, fica preso no eixo de saída do câmbio, do lado de fora do motor. A coroa, a engrenagem grande, fica presa no cubo da roda traseira. A corrente liga as duas e transforma o giro do câmbio em giro da roda.

A diferença de tamanho entre pinhão e coroa é o que dá o nome à peça: essa proporção, a relação, define quanto a moto tem de força na saída e quanto ela gira o motor em velocidade de estrada. Por isso as três peças são vendidas juntas e trabalham como um conjunto.

O kit relação na KLX 110R: o que a ficha diz

A KLX 110R 2026 é uma off-road de 112 cc. O câmbio é manual, com embreagem acionada no manete. A embreagem é automática (centrífuga): engata sozinha com a rotação. A força chega à roda traseira por corrente, que precisa de lubrificação e ajuste.

Em motos pequenas usadas para trabalho e entrega, como muitas KLX 110R, o kit relação roda muito, em trânsito pesado e com saídas seguidas. A lubrificação frequente e a conferência da folga em toda parada para revisão fazem o kit durar bem mais.

Com freio traseiro a tambor, regular a corrente mexe também no freio. Toda vez que os esticadores forem ajustados, a folga do pedal precisa ser conferida, e a roda deve girar livre, sem o freio arrastando.

Uso fora de estrada encurta a vida da relação. Lama seca na corrente é lixa. Na KLX 110R, vale conferir também o patim ou guia da corrente na balança, que gasta com o atrito e protege a balança.

Quando desconfiar da corrente, da coroa e do pinhão

Corrente gasta não arrebenta do nada: antes ela faz barulho, perde a regulagem e marca os dentes. Vale conhecer os sinais para trocar no tempo certo, sem esperar a pane.

  • Corrente que solta da coroa. Com a corrente regulada, segure um elo na parte de trás da coroa e puxe para trás. Se a corrente descola do dente a ponto de mostrar boa parte dele, ela está alongada e não assenta mais no lugar certo.
  • Barulho e tranco em baixa. Corrente gasta faz um chiado ou um batido que aumenta com a velocidade, e a moto dá trancos ao acelerar e desacelerar em marcha baixa. Antes de culpar o motor, confira a folga e o estado do kit.
  • Folga desigual ao girar a roda. Gire a roda devagar e meça a folga em vários pontos. Se em um trecho a corrente fica bamba e em outro fica esticada, há elos travados, desgaste irregular ou coroa empenada. Corrente assim trabalha aos trancos.
  • Elos duros ou travados. Elo travado aparece como um ponto em que a corrente não endireita ao passar pelo pinhão ou pela coroa. Às vezes a limpeza e a lubrificação soltam; se o elo continua duro, a corrente está condenada.
  • Pinhão com dentes afinados. Como cada dente do pinhão trabalha muito mais vezes que um dente da coroa, ele é um bom indicador de desgaste. Dentes com a ponta afiada ou com marcas laterais pedem a troca do conjunto.

Kit relação certo: o que olhar no balcão

A medida da relação é o ponto de partida, mas um bom balconista confere mais coisas antes de entregar a caixa. Estes são os detalhes que fazem diferença.

  • Kit completo, da mesma linha. Prefira comprar corrente, coroa e pinhão juntos, como kit, e da mesma aplicação. Montar peças novas de linhas diferentes até funciona, mas o kit já vem casado em passo, largura e número de elos.
  • Tipo de emenda. A corrente pode fechar com emenda de presilha (clipe) ou com emenda rebitada. A de clipe se monta com alicate; a rebitada pede ferramenta específica. Em motos maiores, a rebitada costuma ser a indicada pelo fabricante.
  • Número de elos. A corrente precisa ter a quantidade de elos certa para a relação e para o curso dos esticadores. Corrente curta não fecha; corrente longa deixa o eixo no começo da regulagem, sem margem. Muitas vêm mais longas para serem cortadas na medida.
  • Furação e encaixe da coroa. Duas coroas com o mesmo número de dentes podem ter furação, diâmetro central ou espessura diferentes. A coroa precisa encaixar no cubo da roda da sua moto. Compare com a peça velha ou compre pela aplicação.
  • Estriado do pinhão. Confira se o pinhão é da aplicação certa: estrias, largura do cubo e sistema de fixação mudam entre motos. Pinhão que entra com folga no eixo bate, gasta as estrias e pode danificar o eixo de saída.

Como é feita a troca do kit relação da KLX 110R

A sequência abaixo mostra como o serviço é feito, para você saber o que esperar da oficina ou se organizar se tiver experiência. A parte crítica é o aperto final: eixo, coroa e pinhão precisam do torque indicado no manual.

  1. Confira as peças novas. Antes de desmontar, compare o kit novo com o que está na moto: passo, dentes da coroa, dentes do pinhão, furação e número de elos. Descobrir o erro com a moto aberta atrasa o serviço.
  2. Solte o pinhão com a corrente ainda montada. Tire a tampa do pinhão e, com a corrente ainda no lugar, solte a fixação do pinhão: porca central com arruela trava ou placa com parafusos, conforme a moto. A corrente e o freio traseiro ajudam a segurar o eixo.
  3. Tire a corrente e a roda. Com a moto apoiada e a roda traseira no ar, solte a porca do eixo e folgue os esticadores. Abra a emenda (ou corte a corrente velha) e retire a roda, com cuidado com o freio e as buchas espaçadoras.
  4. Troque a coroa e confira o cubo. Solte os parafusos da coroa e instale a nova com o lado certo para fora. Aperte em cruz, no torque especificado pelo fabricante. Aproveite para olhar as borrachas do cubo da coroa: se estiverem gastas, a roda dá trancos.
  5. Instale o pinhão novo. Coloque o pinhão no eixo limpo, respeitando o lado de montagem. A porca ou os parafusos recebem o aperto final depois que a corrente estiver montada e o freio puder segurar o eixo.
  6. Monte a roda e feche a corrente. Com a roda no lugar, monte a corrente e feche a emenda. A presilha precisa ficar com a ponta fechada apontando para o sentido de giro, senão pode enganchar e abrir. Se for rebite, o serviço é de rebitador.
  7. Regule a folga e alinhe a roda. Regule a folga com os esticadores, girando a roda para achar o ponto mais apertado. Confira as marcas dos dois lados da balança: roda desalinhada gasta o kit novo de lado e deixa a moto puxando.
  8. Aperte o eixo e revise o freio. O aperto do eixo segura a roda e a regulagem. Use torquímetro, recoloque a trava e só então teste o freio traseiro, que pode ter mudado de ponto com o deslocamento da roda.
  9. Lubrifique e teste. Lubrifique a corrente nova, recoloque as tampas e protetores e faça um teste curto em baixa velocidade. Depois dos primeiros passeios, confira de novo a folga: o kit novo assenta e costuma esticar um pouco no começo.

Se a corrente continuar fazendo barulho, saindo da coroa ou gastando de lado depois da troca, leve a moto de volta à oficina. Pode ser alinhamento, coroa mal centralizada ou rolamento da roda com folga. Guarde bem a nota fiscal do kit para a garantia.

O que não fazer com a corrente da moto

Alguns tropeços com a relação parecem economia, mas custam um kit novo antes da hora, ou coisa pior, se a corrente soltar.

  • Mudar a relação sem pensar no conjunto. Alterar a relação "para a moto ficar mais forte" tem preço: ela fica mais curta, gira mais na estrada e pode marcar velocidade errada. Converse com o mecânico antes.
  • Usar óleo queimado ou graxa grossa. Óleo queimado não lubrifica direito, junta terra e espirra no pneu e no freio. Graxa grossa vira uma pasta abrasiva. Use lubrificante próprio para corrente.
  • Rodar com a corrente frouxa. Corrente muito frouxa pode sair do pinhão ou da coroa. Quando isso acontece rodando, ela pode travar a roda traseira ou quebrar a carcaça do motor perto do pinhão.
  • Montar a presilha ao contrário. Presilha virada para o lado errado é um dos motivos de corrente que abre sozinha. A ponta fechada vai na direção do movimento.

Cuidados que aumentam a vida da relação

Boa parte dos kits morre antes do tempo por falta de óleo ou por folga errada. Com hábitos simples, a corrente estica menos e os dentes se conservam.

  • Mantenha a roda alinhada. Alinhamento é parte da regulagem. As marcas dos dois lados da balança precisam bater. Se a coroa mostra desgaste só de um lado, a roda está ou esteve desalinhada.
  • Pilote sem trancos. Arrancadas fortes, empinadas e trocas de marcha bruscas dão pancadas no kit relação. Sair com suavidade e evitar acelerar e frear em sequência ajuda a corrente a esticar menos.
  • Confira a folga regularmente. Meça a folga girando a roda e procurando o ponto mais esticado. Ajuste por ele, nunca pelo mais frouxo. O valor certo está no manual e, em muitas motos, numa etiqueta perto da balança.
  • Nem frouxa, nem esticada. Corrente frouxa bate, dá tranco e pode sair da coroa. Corrente esticada demais força o rolamento do eixo de saída e o da roda e não acompanha o movimento da suspensão. A folga certa protege o conjunto inteiro.

Serve em outro ano da KLX 110?

A família KLX 110 reúne 3 versões e 5 gerações no catálogo, de 2009 a 2026. As medidas do kit relação desta família ainda estão em conferência no catálogo.

A KLX 110R na tabela FIPE

Pela FIPE (referência de outubro de 2026), a KLX 110R vale R$ 17.635. Esse número ajuda a pesar o conserto: quando o orçamento do kit relação chega perto de uma fatia grande do valor da moto, vale pedir mais de um orçamento e comparar original, reposição e usada.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) nos outros anos e versões da KLX 110

VersãoAnosMedida
KLX 110R (esta página) 2026 em conferência
KLX 110 2010–2025 em conferência
KLX 110 2009 em conferência
KLX 110 Monster Energy 2010–2011 em conferência
KLX 110 Monster Energy 2009 em conferência

Medida igual entre versões é sinal de que a peça é a mesma, mas a aplicação final é sempre a do catálogo do fabricante da peça.

Outras peças da KLX 110R 2026

Motor

Alimentação

Admissão

Escapamento

Transmissão

Freios

Suspensão

Direção

Rodas e pneus

Elétrica

Ignição

Iluminação

Carroceria

Comandos

Fluidos

Acessórios do modelo

Ficha técnica completa da Kawasaki KLX 110R 2026

Perguntas frequentes

Com que frequência devo lubrificar a corrente?

Siga o manual, mas use o bom senso: sempre que a corrente parecer seca, depois de chuva e depois de lavar a moto. Quem roda em terra ou areia precisa lubrificar com mais frequência. Corrente nunca deve ficar seca ou enferrujada.

A corrente está fazendo barulho. O que pode ser?

As causas mais comuns são folga errada, corrente seca, kit gasto ou roda desalinhada. Também pode ser a corrente batendo no protetor ou na guia da balança. Comece limpando, lubrificando e regulando; se o ruído continuar, avalie o desgaste do kit.

Qual a vida útil da corrente da moto?

Varia bastante. Um kit com corrente lubrificada e regulada dura muito mais que um rodando seco e frouxo. Uso em terra, areia e chuva encurta a vida. O momento da troca é dado pelos sinais de desgaste, não por um número fixo.

É normal o kit novo afrouxar logo?

Nos primeiros dias, um pouco de acomodação é normal, e por isso a primeira regulagem vem cedo. Se continua esticando rápido, desconfie de coroa ou pinhão reaproveitados, desalinhamento, falta de lubrificação ou corrente de qualidade abaixo da original.

Kit relação (corrente, coroa e pinhão) de moto: guia geral e lista de motos