Kawasaki KX 250 / KX 250F 2012
Preço FIPE do ano-modelo 2012, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KX 250 / KX 250F usada.
- Off-road
- 249 cc
- Gasolina
FIPE 2012
R$ 19.895
- Moto
- Kawasaki KX 250 / KX 250F
- Ano-modelo
- 2012
- Geração
- 2011–2016
- Calibragem
- dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817030-4. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki KX 250 / KX 250F
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Anunciar nesta páginaComo é a KX 250 / KX 250F 2012
Do ano-modelo 2012, a Kawasaki KX 250 / KX 250F é uma off-road de 249 cc. O ano-modelo 2012 faz parte da geração vendida de 2011 a 2016. O motor é quatro tempos, com óleo no cárter e válvulas no cabeçote. Há radiador e líquido de arrefecimento, o que mantém a temperatura do motor mais estável. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Na ficha do fabricante, o peso, 106,2 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 6,1 litros; o banco fica a 945 mm do chão.
Quanto vale a KX 250 / KX 250F 2012
O preço médio da KX 250 / KX 250F 2012 na FIPE (referência de outubro de 2026) é de R$ 19.895. A do ano 2011 sai por R$ 17.989 (+10,6% de diferença); a de 2013 custa R$ 21.501. Em relação ao ano-modelo mais novo da tabela (2026, R$ 59.294), a 2012 vale 66% menos, uma média de 7,5% por ano.
Entre as 18 motos off-road ano 2012 com preço na FIPE, 8 custam menos que ela, o que a coloca no meio da tabela do tipo nesse ano.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma off-road
Off-road é a moto feita para a terra: trilha, enduro e motocross. É leve, alta, tem suspensão de curso muito longo, pneus de cravo e motor que entrega força de forma rápida. Algumas saem de fábrica com equipamento para rodar na rua; outras são de competição e não têm registro para via pública.
A manutenção é mais frequente do que numa moto de rua, e muitas vezes é contada em horas de uso. Na usada, o modo como ela foi tratada nas trilhas e a documentação são as primeiras coisas a esclarecer.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da KX 250 / KX 250F 2012
Para a manutenção da KX 250 / KX 250F 2012, estas medidas resolvem a maior parte das compras no balcão:
- Pneu dianteiro: 80/100-21
- Pneu traseiro: 100/90-19
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa)
KX 250 / KX 250F 2012 usada: a vistoria que você mesmo pode fazer
Uma moto 2012 pode estar impecável ou cansada, e o ano no documento não diz qual das duas. Quem diz é a própria moto: como ela pega, como roda e o que mostra embaixo do banco e atrás das tampas. Estes são os pontos que vale olhar com calma, de preferência com luz do dia.
- Cor da fumaça. Peça para alguém acelerar enquanto você olha a saída do escapamento. Depois de quente, motor bom não solta fumaça. Azul é óleo queimando, e isso costuma anunciar retífica; preto é excesso de combustível; branco que não some pode ser coisa séria, como líquido de arrefecimento entrando na câmara.
- Ruídos do motor. Em marcha lenta, escute com atenção. Chiado metálico ou batido vindo do alto do motor pode ser corrente de comando esticada ou folga de válvulas fora do ponto. Batida grave, que aumenta quando você acelera, é mais séria e pode vir da parte de baixo. Na dúvida, peça a opinião de um mecânico antes de fechar.
- Uma segunda opinião. Se você não tem prática com mecânica, leve um mecânico de confiança ou pague uma avaliação antes de fechar. Em poucos minutos ele identifica ruídos, folgas e reparos que passam despercebidos. Para numeração e histórico, existe a vistoria cautelar, feita por empresas especializadas, que procura sinais de adulteração e de recuperação de sinistro.
- Arrefecimento. Arrefecimento em ordem mantém a temperatura estável e não perde líquido. Olhe o reservatório, procure vazamentos nas mangueiras e na bomba d'água e espere a ventoinha entrar. Óleo do motor com aspecto leitoso, como café com leite, pode indicar mistura com o líquido, um defeito sério. Nunca abra a tampa do radiador com o motor quente.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Sinais de queda. Tombo leve não é motivo para desistir; o que importa é a gravidade. Compare os dois lados: ponteiras, pedaleiras, manetes, retrovisores, tampas e carenagens. Pintura em tom diferente, peças novas de um lado só e soldas no quadro indicam algo maior, e aí uma avaliação em oficina é dinheiro bem gasto.
Cuidados que acompanham uma moto 2012
Moto envelhece por dois relógios: o hodômetro e o calendário. O manual traz os dois prazos para quase tudo, e vale o que vencer primeiro. Mesmo uma moto que rodou pouco tem fluidos, borrachas e bateria que perdem qualidade com o tempo.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 14 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 14 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Fluido de freio. O fluido de freio absorve umidade do ar com o tempo, o que baixa o ponto de fervura e corrói o sistema por dentro. Por isso o manual indica a troca por tempo, não só por quilometragem. Numa moto de 14 anos sem registro da troca, considere o fluido vencido. A troca é serviço de oficina, com sangria correta.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele assim que a moto for sua.
- Chicote e conectores. Com mais de dez anos, a parte elétrica merece revisão própria. Conectores oxidam, o isolamento dos fios resseca e emendas feitas ao longo do tempo viram pontos de falha. Pane intermitente, pisca que falha e luz que acende só às vezes costumam vir daí. Limpar conectores e trocar terminais ruins resolve muita coisa.
Antes de pagar: documentos e cuidados na compra
Moto boa com documento ruim é problema. Antes de qualquer sinal, verifique a situação do veículo nos canais oficiais e combine a negociação de um jeito que proteja você. Boa parte das consultas pode ser feita pela internet, só com placa e Renavam.
- Leilão, sinistro e recuperação de roubo. Histórico de leilão nem sempre salta aos olhos no documento, mas pesa no valor e no seguro. Moto com dano classificado como de grande monta não pode voltar a circular, e as de média monta precisam de inspeção de segurança para isso. Uma consulta de histórico veicular evita descobrir o problema só na hora de vender.
- Débitos e licenciamento. IPVA, licenciamento, multas e outras pendências acompanham a moto, e a transferência depende de tudo quitado. Consulte pela placa e pelo Renavam no site do Detran do estado onde a moto está registrada; multas também aparecem nos canais da Senatran. Combine por escrito quem paga cada débito antes de fechar.
- Transferência e vistoria. A transferência é feita no Detran do estado e, em muitos lugares, começa com a autorização eletrônica emitida pelo vendedor (ATPV-e). Em geral a moto passa por vistoria. O prazo para transferir é curto e conta da data da venda, e perdê-lo gera multa. Etapas, custos e documentos variam por estado: consulte o Detran antes.
- Restrições e financiamento. Gravame é o registro de que a moto está dada em garantia de um financiamento, e enquanto ele existir a transferência não acontece. Se o vendedor ainda deve, o caminho seguro é quitar o contrato com a financeira e só concluir a compra com a baixa confirmada. Restrição judicial ou de furto é motivo para desistir.
Alternativas à KX 250 / KX 250F 2012
Quem procura uma KX 250 / KX 250F 2012 costuma comparar com outras motos off-road do mesmo ano e da mesma faixa de preço. Estas são as mais próximas na tabela FIPE:
- Kawasaki KX 450F 2012 · R$ 21.876 · 449 cc
- GasGas EC 250 2012 · R$ 22.391 · 249 cc
- Suzuki DR-Z400E 2012 · R$ 22.942 · 398 cc
- KTM 85 SX 2012 · R$ 16.375 · 85 cc
- GasGas EC 300 2012 · R$ 23.974 · 299 cc
- KTM 50 SX 2012 · R$ 14.988 · 49 cc
A KX 250 / KX 250F em outros anos
A KX 250 / KX 250F foi vendida em 26 anos-modelo, de 2001 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:
- 2026 · R$ 59.294
- 2025 · R$ 50.174
- 2024 · R$ 46.067
- 2023 · R$ 42.666
- 2022 · R$ 39.851
- 2021 · R$ 36.824
- 2020
- 2019
- 2018
- 2017
- 2016 · R$ 25.532
- 2015 · R$ 24.909
- 2014 · R$ 23.462
- 2013 · R$ 21.501
- 2012 · R$ 19.895
- 2011 · R$ 17.989
- 2010 · R$ 15.788
- 2009 · R$ 15.402
- 2008 · R$ 13.298
- 2007 · R$ 12.290
- 2006 · R$ 11.990
- 2005 · R$ 9.837
- 2004
- 2003
- 2002 · R$ 7.444
- 2001 · R$ 6.187
Ficha técnica da KX 250 / KX 250F 2012
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 106,2 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 6,1 litros conferido |
| Altura do banco | 945 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa) conferido |
| Pneu dianteiro | 80/100-21 |
| Pneu traseiro | 100/90-19 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da KX 250 / KX 250F 2012
As peças desta moto são as da geração 2011–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Qual o preço FIPE da KX 250 / KX 250F 2012?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KX 250 / KX 250F 2012 vale R$ 19.895 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Qual pneu usa a KX 250 / KX 250F 2012?
Dianteiro 80/100-21 e traseiro 100/90-19.
Quantas libras vai no pneu da KX 250 / KX 250F 2012?
Com os pneus frios: dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Que óleo usar na KX 250 / KX 250F 2012?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Quantas cilindradas tem a KX 250 / KX 250F 2012?
A KX 250 / KX 250F 2012 tem 249 cc, com motor quatro tempos e injeção eletrônica.
Quanto pesa a KX 250 / KX 250F 2012?
O peso informado pelo fabricante é 106,2 kg (em ordem de marcha).
Comprei uma moto que estava encostada: por onde começar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Como fica o seguro de uma KX 250 / KX 250F 2012?
Cote antes de comprar. O valor do seguro varia muito com o modelo, o perfil de quem pilota e o endereço, e em motos visadas pode surpreender. Coberturas só de roubo e furto ou de danos a terceiros podem ser alternativas mais em conta. Moto com histórico de leilão pode ter dificuldade para conseguir seguro.
Dá para descobrir se voltaram a quilometragem?
Não há teste definitivo, mas há pistas. Compare a quilometragem com o desgaste de manoplas, pedaleiras, banco, manetes e pneus, e com as notas de revisão e de troca de óleo, que costumam registrar o hodômetro. Em painel analógico, números desalinhados e marcas na carcaça são suspeitos. Adulterar hodômetro é fraude.