Kawasaki KX 250 / KX 250F 2016
Preço FIPE do ano-modelo 2016, ficha técnica, medidas de manutenção e o que conferir antes de comprar uma KX 250 / KX 250F usada.
- Off-road
- 249 cc
- Gasolina
FIPE 2016
R$ 25.532
- Moto
- Kawasaki KX 250 / KX 250F
- Ano-modelo
- 2016
- Geração
- 2011–2016
- Calibragem
- dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa)
Tabela FIPE, referência de outubro de 2026, código 817030-4. Preço médio de anúncio no país.
Lojas e oficinas para a Kawasaki KX 250 / KX 250F
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Anunciar nesta páginaComo é a KX 250 / KX 250F 2016
A Kawasaki KX 250 / KX 250F 2016 é uma off-road de 249 cc. O ano-modelo 2016 faz parte da geração vendida de 2011 a 2016. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter. O arrefecimento é líquido, com radiador, bomba d'água e aditivo. A alimentação é por injeção eletrônica, com bomba de combustível, bico injetor e sensores. A partida é no pedal. É câmbio manual, com embreagem e marchas no pé. A transmissão final é por corrente, coroa e pinhão. Na frente, o freio é a disco.
Pelos números do fabricante, o peso, 106,2 kg (em ordem de marcha); o tanque leva 6,1 litros; o banco fica a 945 mm do chão.
Quanto vale a KX 250 / KX 250F 2016
Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Kawasaki KX 250 / KX 250F 2016 vale R$ 25.532. A do ano 2015 sai por R$ 24.909 (+2,5% de diferença). Comparada com a 2026 (R$ 59.294), a moto de 2016 custa 57% a menos: em média, perdeu 8,1% de valor a cada ano.
Na comparação com as 11 motos off-road 2016 da tabela, ela fica na faixa intermediária: 4 modelos custam menos.
O valor FIPE é uma referência de mercado, não o preço de uma moto em particular: estado, quilometragem e histórico pesam na negociação.
O que esperar de uma off-road
Na off-road, conforto e autonomia ficam em segundo plano: o que conta é leveza, tração e suspensão para piso ruim. O banco é estreito e alto, o tanque é pequeno e o motor, em muitos casos dois tempos, gosta de giro. É uma moto de lazer e de esporte, não de transporte diário.
Usada, ela pode ter sido muito exigida. Pergunte sobre o tipo de uso, peça o histórico de revisões de motor e suspensão e esclareça a situação do registro antes de pensar em rodar na rua com ela.
Bateria, pneus, óleo e outras medidas da KX 250 / KX 250F 2016
Estas são as medidas que mais se procura para a KX 250 / KX 250F 2016. Cada uma leva à página da peça, com o que a medida quer dizer e outras motos que usam a mesma.
- Pneu dianteiro: 80/100-21
- Pneu traseiro: 100/90-19
- Óleo do motor: SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2
- Filtro de ar: espuma
- Fluido de freio: DOT 4
- Calibragem dos pneus (a frio): dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa)
O que conferir antes de comprar uma KX 250 / KX 250F 2016 usada
Antes de falar de preço, olhe a moto. Uma vistoria simples, feita com atenção e sem a pressa do vendedor, separa a boa compra da dor de cabeça. Leve uma lanterna, peça para ver a moto fria e reserve tempo para rodar com ela.
- Vazamentos e marcas de óleo. Com a lanterna, percorra o motor de cima a baixo: cabeçote, tampas, bujão do cárter e retentores. Vazamento pequeno pode ser só uma junta, mas também pode indicar motor aberto e mal montado. Desconfie de lavagem recente só no motor: é o jeito mais fácil de esconder óleo escorrendo.
- Uma segunda opinião. Um mecânico de confiança vê a moto com outros olhos e ainda dá uma ideia do que ela vai pedir nos próximos meses. Para documentos e numeração, um laudo de vistoria cautelar completa a avaliação. Vendedor que não deixa a moto ser avaliada já deu uma resposta.
- Sinais de uso na terra. Trail e off-road foram feitas para a terra, mas o uso pesado cobra. Olhe o protetor de motor (amassados fundos indicam pancadas), os aros e, se as rodas forem raiadas, os raios: batidos de leve com uma chave, os frouxos soam diferente. Filtro de ar com terra e folga nos rolamentos mostram uso intenso.
- Rode antes de fechar. Rode até a moto esquentar, passando por buraco, curva e reta. Em velocidade baixa e num trecho seguro, alivie a pressão das mãos no guidão: a moto deve seguir reta. Guidão torto com a roda reta, vibração estranha ou direção que trava no centro indicam desalinhamento, queda ou caixa de direção gasta.
- Pneus. Veja a profundidade dos sulcos e procure o indicador de desgaste no fundo deles: quando a borracha chega nele, o pneu está no limite. A data de fabricação está nos quatro últimos números do código DOT, na lateral. Pneu ressecado, rachado ou gasto de um lado só pede troca, mesmo com sulco.
- Corrente, coroa e pinhão. O kit de transmissão diz muito sobre o dono anterior. Corrente lubrificada e ajustada é sinal de capricho; corrente seca, com elos travados ou ferrugem, mostra o contrário. Olhe os dentes da coroa e do pinhão (gastos, parecem serrote) e quanto o ajuste ainda permite esticar. Kit no fim pede troca do conjunto, e não só da corrente.
- Suspensão. Suspensão cansada deixa a moto instável e acaba com o conforto. Pressione o guidão para baixo e solte: o retorno deve ser controlado, sem rangido. Faça o mesmo sentado no banco para testar a traseira. Óleo escorrendo, cromado picado e moto que balança como barco nas ondulações indicam revisão de suspensão pela frente.
O que a idade pede na Kawasaki KX 250 / KX 250F 2016
Cada fase da vida de uma moto pede um tipo de atenção. Quase nova, o foco é garantia e revisões; com alguns anos, entram fluidos, pneus e bateria; mais velha, borrachas, parte elétrica e peças de reposição. O que segue vale para a KX 250 / KX 250F 2016.
- Óleo vence também pelo tempo. Quem roda pouco também precisa trocar o óleo. Ele perde propriedades com o tempo, absorve umidade e acumula resíduos, e por isso o manual traz um prazo em meses além da quilometragem. Sem saber quando foi a última troca, faça óleo e filtro, quando houver filtro de troca, logo depois da compra.
- Suspensão cansada. O óleo das bengalas perde viscosidade e se contamina com o tempo, e o amortecedor traseiro perde eficiência. A moto fica mole, afunda demais nas frenagens e quica nas ondulações. Numa moto de 10 anos sem registro de revisão de suspensão, conte com troca de óleo e retentores das bengalas e com uma avaliação do amortecedor.
- Líquido de arrefecimento e mangueiras. Com os anos, o sistema de arrefecimento acumula depósitos e as mangueiras ressecam. Use sempre o líquido indicado pelo fabricante, nunca só água, e respeite o prazo de troca do manual. Vazamento pequeno na bomba d'água ou nas conexões tende a piorar; trate cedo para não pôr o motor em risco.
- O manual é o roteiro. Não existe intervalo que sirva para todas as motos. O roteiro certo é o plano do fabricante, que diz o que trocar, verificar e ajustar em cada etapa, por tempo e por quilometragem. Se o dono anterior seguiu esse plano, ótimo; se não, recomece por ele logo que a moto for sua.
- Pneus também vencem. Sulco bom não é sinônimo de pneu bom. Numa moto de 10 anos, os pneus podem até ser os originais e estar duros, com pouca aderência, principalmente no molhado. O código DOT na lateral mostra semana e ano de fabricação, e rachaduras finas entre os sulcos e na lateral mostram que a borracha passou do ponto.
- Moto parada também envelhece. Moto que passou muito tempo parada pede cuidado antes de voltar à rua. Combustível velho deixa resíduo no tanque e no carburador ou na bomba, a bateria descarrega, pneus perdem pressão e podem deformar, e vedações ressecam. Hodômetro baixo é ótimo, mas não significa que a moto esteja pronta para rodar sem revisão.
Documentos e negociação da KX 250 / KX 250F 2016
A parte burocrática parece chata, mas é nela que moram os maiores prejuízos: restrição, débito escondido, numeração adulterada e golpe no pagamento. Os pontos abaixo valem para compra entre particulares e em loja, em qualquer estado.
- Transferência e vistoria. Combine com o vendedor como e quando a transferência será feita. O comprador tem prazo legal curto para registrar a moto no próprio nome, e o vendedor deve comunicar a venda ao Detran para não responder por multas futuras. Vistoria, taxas e exigências mudam de estado para estado, então consulte o Detran local.
- Restrições e financiamento. A consulta também mostra restrições: alienação fiduciária, quando a moto ainda está financiada, bloqueio judicial, restrição administrativa ou registro de furto e roubo. Moto financiada só pode ser transferida depois da quitação e da baixa do gravame pela financeira. Nunca pague o valor total esperando que o vendedor resolva isso depois.
- Documento no nome de quem vende. Quem vende precisa ser o proprietário que aparece no documento, ou ter autorização clara para negociar. Com o CRLV em mãos, impresso ou no aplicativo oficial, compare placa, chassi, modelo, cor e ano com a moto à sua frente. Diferença entre documento e moto é motivo para parar a negociação até tudo ser explicado.
- Numeração de chassi e motor. Localize o chassi gravado no quadro, em geral na coluna de direção, e a numeração do motor na carcaça. Compare com o documento, dígito por dígito. Marcas de lima, superfície irregular e números com espaçamento estranho são alerta máximo. Se algo parecer estranho, uma vistoria cautelar antes do pagamento esclarece.
A KX 250 / KX 250F em outros anos
A KX 250 / KX 250F foi vendida em 26 anos-modelo, de 2001 a 2026. Valores da FIPE de cada ano:
- 2026 · R$ 59.294
- 2025 · R$ 50.174
- 2024 · R$ 46.067
- 2023 · R$ 42.666
- 2022 · R$ 39.851
- 2021 · R$ 36.824
- 2020
- 2019
- 2018
- 2017
- 2016 · R$ 25.532
- 2015 · R$ 24.909
- 2014 · R$ 23.462
- 2013 · R$ 21.501
- 2012 · R$ 19.895
- 2011 · R$ 17.989
- 2010 · R$ 15.788
- 2009 · R$ 15.402
- 2008 · R$ 13.298
- 2007 · R$ 12.290
- 2006 · R$ 11.990
- 2005 · R$ 9.837
- 2004
- 2003
- 2002 · R$ 7.444
- 2001 · R$ 6.187
Ficha técnica da KX 250 / KX 250F 2016
| Cilindrada | 249 cc |
|---|---|
| Combustível | Gasolina |
| Peso | 106,2 kg (em ordem de marcha) conferido |
| Tanque | 6,1 litros conferido |
| Altura do banco | 945 mm conferido |
| Calibragem dos pneus | dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa) conferido |
| Pneu dianteiro | 80/100-21 |
| Pneu traseiro | 100/90-19 |
| Óleo do motor | SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2 |
| Filtro de ar | espuma |
| Fluido de freio | DOT 4 |
| Motor | Quatro tempos |
|---|---|
| Refrigeração | Líquida |
| Alimentação | Injeção eletrônica |
| Partida | Pedal |
| Câmbio | Manual |
| Embreagem | Por cabo |
| Transmissão final | Corrente |
| Freio dianteiro | Disco |
| Freio traseiro | Disco |
| ABS | Não |
| Freio combinado (CBS) | Não |
| Rodas | Raiadas |
| Pneus com câmara | Sim |
| Suspensão traseira | Monoamortecida |
| Acelerador | Por cabo |
| Filtro de óleo de troca | Sim |
“Conferido” quer dizer que a medida foi checada no manual do proprietário, na ficha do fabricante ou no catálogo de aplicação. As demais são de referência: confira no manual da sua moto antes de comprar.
Peças da KX 250 / KX 250F 2016
As peças desta moto são as da geração 2011–2016. Cada uma tem a medida, as lojas e o guia de troca.
Motor
Arrefecimento
Alimentação
Admissão
Escapamento
Transmissão
Freios
Suspensão
Direção
Rodas e pneus
Ignição
Elétrica
Iluminação
Carroceria
Comandos
Fluidos
Acessórios do modelo
Perguntas frequentes
Quanto vale a KX 250 / KX 250F 2016 na FIPE?
Na referência de outubro de 2026, a Kawasaki KX 250 / KX 250F 2016 vale R$ 25.532 na tabela FIPE. É o preço médio de anúncio; o estado da moto muda o valor.
Quanto pesa a KX 250 / KX 250F 2016?
O peso informado pelo fabricante é 106,2 kg (em ordem de marcha).
Qual a medida do pneu da KX 250 / KX 250F 2016?
Dianteiro 80/100-21 e traseiro 100/90-19.
Qual o óleo da KX 250 / KX 250F 2016?
A referência para o motor é SAE 10W-40 API SG/SH/SJ/SL/SM + JASO MA/MA1/MA2. Confira no manual o prazo de troca.
Qual a capacidade do tanque da KX 250 / KX 250F 2016?
O tanque da KX 250 / KX 250F 2016 leva 6,1 litros.
Quantas libras vai no pneu da KX 250 / KX 250F 2016?
Com os pneus frios: dianteiro 14 psi (100 kPa); traseiro 14 psi (100 kPa). Calibre sempre a frio e siga o manual se a moto rodar carregada.
Como saber se a KX 250 / KX 250F 2016 tem recall pendente?
O fabricante oferece consulta de recall pelo número do chassi, no site da marca ou nas concessionárias, e as campanhas também são divulgadas pelos órgãos de defesa do consumidor. O reparo de recall é gratuito e vale para qualquer dono, inclusive quem comprou usada e fora da garantia.
A moto ficou muito tempo parada. O que fazer antes de rodar?
Antes da partida, troque o combustível velho, verifique a bateria, o óleo e a pressão dos pneus e veja se os freios estão livres. Moto parada por muito tempo pode ter combustível degradado no sistema, vedações ressecadas e fluido de freio vencido. Uma revisão geral é o caminho mais seguro antes de voltar ao uso.
Como evitar golpe na compra de moto usada?
É, desde que a negociação termine pessoalmente. Veja a moto, compare o documento com o vendedor que aparece como dono e consulte débitos e restrições no Detran antes de pagar qualquer valor. Desconfie de preço muito abaixo do mercado, de pedido de sinal para reservar e de intermediários. Pague só na conta do proprietário.
O que fazer logo depois de comprar a moto usada?
Se o histórico não é confiável, comece do zero: troque o óleo e o filtro, quando houver, e verifique o fluido de freio, a pressão e a idade dos pneus, a transmissão e a bateria. Consulte recall pelo chassi. A partir daí, siga o plano de manutenção do manual, contando da data e da quilometragem da compra.