tudo de moto

Bobina de pulso (sensor) da Sundown STX 200 Motard 2007–2008

O que define a bobina de pulso (sensor) certa para a STX 200 Motard desses anos, e onde encontrar.

Bobina de pulso (sensor) que serve

STX 200 Motard 2007–2008

Moto
Sundown STX 200 Motard
Anos
2007 a 2008
Cilindrada
200 cc
Alimentação
Carburador

Peça específica do modelo: na loja, informe a moto, o ano e, se possível, o número do chassi.

Lojas com bobina de pulso (sensor) para a Sundown STX 200 Motard

Tem loja de peças ou oficina? Apareça aqui para quem procura bobina de pulso (sensor) para a Sundown STX 200 Motard 2007–2008. R$ 29,90 por ano, com botão para o seu WhatsApp ou site.

Anunciar nesta página

Qual bobina de pulso comprar para a STX 200 Motard 2007–2008

Não há uma "medida" que resolva a bobina de pulso: ela é desenhada para a STX 200 Motard. Na loja, informe modelo e ano; com o código da peça original ou o número do chassi, a chance de erro cai quase a zero.

Na hora de comparar opções, olhe a aplicação declarada pelo fabricante da peça (que precisa citar a STX 200 Motard e os anos 2007–2008), a procedência e a garantia. Encaixe "com adaptação" quase sempre sai mais caro no fim.

Bobina de pulso: o sensor que marca o tempo da ignição

A bobina de pulso, também chamada de pick-up, sensor de pulso ou sensor de posição do virabrequim, é um pequeno sensor montado perto do rotor do magneto. O rotor tem um ou mais ressaltos metálicos, e cada vez que um deles passa em frente ao sensor, a bobina gera um pulso elétrico. É esse pulso que avisa o módulo de ignição de que o pistão está chegando à posição de faísca.

Sem esse sinal, o módulo não sabe quando disparar a vela, e o motor não pega, mesmo com tudo o resto funcionando. Por isso, uma peça pequena e barata pode parar a moto inteira.

A bobina de pulso na STX 200 Motard: o que a ficha diz

Na ficha, a STX 200 Motard 2007–2008 aparece como uma off-road de 200 cc. A alimentação é por carburador. É um motor quatro tempos, lubrificado pelo óleo do cárter.

Em motos carburadas, a bobina de pulso e o CDI trabalham em dupla. Na STX 200 Motard, se o CDI já foi trocado e a moto continua apagando quente, a bobina de pulso é a próxima suspeita.

Na terra, o conector do sensor da STX 200 Motard recebe lama e água. Falha que aparece depois de travessias costuma ser umidade no plugue, e não sensor queimado.

Quando desconfiar da bobina de pulso

Quando a bobina de pulso começa a falhar, a moto costuma dar avisos bem característicos, principalmente com o motor quente. Veja os mais comuns.

  • Falha numa faixa de rotação. O motor engasga ou corta sempre na mesma faixa de giro. Folga errada entre o sensor e o rotor, sensor danificado ou limalha grudada na ponta podem distorcer o sinal.
  • Limalha grudada no sensor. O sensor tem ímã e atrai partículas metálicas do óleo ou do motor. Limalha acumulada na ponta pode atrapalhar o sinal. Muita limalha também indica desgaste interno que merece atenção.
  • Moto que apaga quente e volta fria. O motor funciona bem frio, apaga depois de rodar um tempo e só pega de novo quando esfria. É o sintoma mais típico de bobina de pulso com o enrolamento ou o isolamento no fim, que deixa de gerar sinal quando esquenta.
  • Motor gira e não pega. Partida sem nenhuma faísca pode ser a bobina de pulso sem sinal. É uma das peças a medir, junto com a bobina de ignição e o módulo, quando o motor gira e não dá sinal de vida.
  • Fio ressecado ou rompido. O fio da bobina de pulso passa perto do motor e pode ressecar com o calor, rachar ou ser cortado por raspagem. Fio danificado deixa o sinal falhar ou entrar em curto com a massa.

Bobina de pulso: o que olhar na compra

Na compra da bobina de pulso, o encaixe físico e o conector são só parte da história. Estes são os detalhes que fazem a peça funcionar.

  • Junta da tampa. Junta nova e, se for o caso, vedante para a borracha de passagem do fio fazem parte da compra. Reaproveitar junta é vazamento garantido.
  • Formato e fixação. O sensor precisa ficar na mesma posição e à mesma distância do rotor que o original. Peça com furação ou altura diferente muda essa folga e atrapalha o sinal.
  • Diagnóstico confirmado. A bobina de pulso se mede com multímetro e, de forma mais precisa, com adaptador de tensão de pico. Os valores de referência estão no manual de serviço da moto.
  • Fio, borracha e conector. Confira o comprimento do fio, a borracha de passagem pela tampa e o conector. Em muitas motos, o fio da bobina de pulso sai junto com o do estator, pela mesma borracha.
  • Original ou reposição. Bobina de pulso de qualidade ruim pode funcionar fria e falhar quente, exatamente o defeito que você queria resolver. Prefira procedência conhecida, com nota e garantia.

Como é feita a troca da bobina de pulso da STX 200 Motard

Antes de abrir a tampa, o diagnóstico precisa estar fechado. Depois, a troca segue esta ordem, com atenção à posição e à folga do sensor.

  1. Confirme a medição. Meça a bobina de pulso no conector, de preferência com o motor quente, e compare com o manual. Confira também a fiação até o módulo. Só abra o motor se a medição apontar para o sensor.
  2. Desligue a bateria. Com a chave desligada, solte o negativo da bateria, se houver, e desconecte o plugue da bobina de pulso do chicote.
  3. Prepare o óleo e abra a tampa. Em muitas motos, abrir a tampa do rotor exige drenar o óleo. Retire com firmeza, sem alavancar na superfície da junta, para não marcar a vedação.
  4. Marque e retire o sensor. Faça uma referência da posição original e só então solte o sensor. Em algumas motos, a posição dele influencia o ponto de ignição.
  5. Limpe rotor e região. Limpe a limalha do rotor e do local do sensor. Confira o ressalto do rotor: ele precisa estar inteiro e sem marcas de batida.
  6. Instale na posição e na folga certas. Monte o sensor novo na posição marcada. Se o manual indicar folga entre o sensor e o ressalto do rotor, confira com calibre de lâminas. Aperte os parafusos no torque indicado, com trava química se o manual pedir.
  7. Acomode o fio e feche. Nenhum fio pode ficar perto do rotor. Borracha de passagem bem assentada, junta nova, aperto cruzado e nível de óleo conferido.
  8. Teste com o motor quente. O teste final precisa ser com o motor na temperatura em que a falha acontecia. Rode, pare, ligue de novo e confira se não há vazamento.

Na moto injetada, depois da troca, apague os códigos de falha com equipamento de diagnóstico e confira se não voltam. Guarde a nota fiscal: peça eletrônica costuma ter garantia condicionada à instalação correta.

O que protege a bobina de pulso

Estes cuidados protegem a bobina de pulso e o resto da ignição. Quase todos fazem parte da revisão normal da moto.

  • Investigue falhas cedo. Moto que começa a apagar quente de vez em quando tende a piorar. Medir a bobina de pulso logo no começo evita ficar parado no trânsito.
  • Óleo certo e no nível. Óleo vencido ou baixo aumenta a temperatura do motor e castiga o isolamento das bobinas. Siga tipo e prazo de troca do manual.
  • Fiação bem presa. O fio do sensor precisa estar preso nas presilhas originais, longe de peças quentes e de pontos de atrito. Fio solto vibra, raspa e rompe.
  • Conector limpo e seco. Na revisão, solte e confira o conector do sensor. Produto próprio para contato elétrico ajuda a evitar oxidação e falhas intermitentes.

Erros que fazem trocar peça à toa

Alguns erros com a bobina de pulso custam uma tampa aberta à toa, ou um motor fora do ponto. Vale conhecer.

  • Medir só com o motor frio. Teste frio pode dar resultado bom e esconder o defeito. Meça logo depois que a falha acontecer, com o motor ainda quente.
  • Ignorar a folga. Instalar a bobina de pulso sem conferir a folga indicada pode deixar a moto falhando ou danificar o sensor novo.
  • Emendar o fio do sensor. Emenda malfeita no fio do sensor é falha garantida no futuro. Prefira a peça com o chicote original inteiro, sem emendas.
  • Reaproveitar a junta. Toda abertura de tampa pede junta nova. É barata e evita sujeira no motor, perda de óleo e uma segunda abertura.

A bobina de pulso nos outros anos da STX 200

No catálogo, a STX 200 aparece em 2 gerações, somando 2 versões entre 2007 e 2008. Versões e gerações próximas costumam compartilhar várias peças, mas a bobina de pulso pode mudar sem aviso de uma geração para outra. Entre as mais próximas estão STX 200 2007–2008.

A STX 200 Motard na tabela FIPE

Na tabela FIPE de outubro de 2026, a Sundown STX 200 Motard dos anos 2007–2008 vai de R$ 6.536 (2007) a R$ 6.790 (2008). Em peça de manutenção, o critério é segurança e aplicação, não o valor da moto. Ainda assim, manter a manutenção em dia ajuda na revenda.

Bobina de pulso (sensor) nos outros anos e versões da STX 200

VersãoAnos
STX 200 Motard (esta página) 2007–2008
STX 200 2007–2008

Outras peças da STX 200 Motard 2007–2008

Ficha técnica completa da Sundown STX 200 Motard 2007–2008

Perguntas frequentes

A bobina de pulso de outra moto serve na STX 200 Motard?

Em geral, não sem conferir. A bobina de pulso é desenhada para o modelo; a de outra moto só serve quando o código ou a aplicação confirmam. Adaptação costuma trazer folga, ruído ou desgaste.

Precisa abrir o motor para trocar a bobina de pulso?

Na maioria das motos, sim: o sensor fica atrás de uma tampa lateral, junto ao rotor, e a troca envolve óleo e junta nova. Em algumas, ele fica do lado de fora da carcaça e o acesso é mais simples. O manual de serviço mostra o caso da sua moto.

Bobina de pulso e sensor de rotação são a mesma coisa?

Na prática, cumprem a mesma função: informar a posição e a rotação do virabrequim. Nas motos carburadas, o nome mais usado é bobina de pulso; nas injetadas, é comum chamar de sensor de posição do virabrequim, ou CKP.

Precisa regular a distância do sensor ao rotor?

Importa. Em motos em que o manual especifica folga entre o sensor e o ressalto do rotor, ela deve ser conferida com calibre de lâminas. Folga grande enfraquece o sinal; pequena demais pode encostar e danificar a peça.

Sem faísca na vela: o que testar?

Pode. Mas antes confira vela, cachimbo, interruptor de desligar o motor, chave de ignição e conectores. Depois, meça bobina de ignição, bobina de pulso e alimentação do módulo. O diagnóstico vai do mais simples para o mais trabalhoso.

Bobina de pulso (sensor) de moto: guia geral e lista de motos